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quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Pesquisa revela que 61% dos brasileiros planejam trocar de emprego em 2026

 


O início de 2026 marca um período de intensa movimentação no mercado de trabalho brasileiro. Uma pesquisa realizada por uma consultoria internacional de recursos humanos revela que 61% dos profissionais planejam buscar um novo emprego ao longo deste ano. O movimento é impulsionado por um cenário econômico favorável, caracterizado pelo menor índice de desemprego já registrado na série histórica.

Segundo dados do IBGE, a taxa de desemprego no país situa-se em 5,2%. Este aquecimento econômico altera a dinâmica entre empregadores e empregados, transformando o pedido de demissão em uma estratégia de ascensão para milhões de trabalhadores. Somente no último período, cerca de 9 milhões de brasileiros tomaram a iniciativa de deixar seus postos atuais em busca de melhores condições de vida e novos desafios profissionais.

Motivações e perfil da transição de carreira

O estudo detalha que as motivações variam de acordo com o objetivo do profissional. Para aqueles que pretendem mudar apenas de empresa, o foco principal é o crescimento profissional e a busca por cargos mais elevados. Já para os trabalhadores que planejam uma transição completa de carreira, mudando de área de atuação, o principal atrativo é a busca por salários maiores.

Um exemplo dessa transição é o caso de Rodolfo Leite, que deixou a engenharia civil para atuar como designer de interiores. Ele afirma que a mudança permitiu a realização pessoal de trabalhar em uma área com a qual possui afinidade, destacando que conseguir atuar na área de preferência é um dos grandes desafios atuais.

O papel da qualificação e do mercado aquecido

A postura dos profissionais diante das empresas também apresenta mudanças. Com o mercado aquecido, a insegurança em pedir demissão cede espaço para o planejamento de carreira. O consultor de recursos humanos Tadeu Ferreet analisa que a inquietude dos trabalhadores muitas vezes surge de processos repetitivos, burocráticos e da falta de investimento das empresas em seus colaboradores.

Para Tadeu Ferreet, o cenário exige que o profissional assuma o protagonismo de sua evolução. O consultor defende que, diante de empresas que exigem resultados mas não investem no capital humano, cabe ao trabalhador investir em si mesmo para aproveitar as oportunidades de um mercado que oferece diversas opções de recolocação.

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