O SIGNIFICADO DA VIDA

quarta-feira, 4 de março de 2026

Dia Internacional da Mulher: protagonismo feminino impulsiona ciência e inovação na Suzano

 




No dia 8 de março, a companhia destaca histórias de mulheres que fortalecem a presença feminina na ciência e contribuem para a evolução das operações industriais

 

O Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, é um momento de reconhecer conquistas, reforçar a luta por igualdade e valorizar o poder multiplicador das vozes femininas. Para a Suzano, maior produtora mundial de celulose e referência global na fabricação de bioprodutos a partir do eucalipto, a data representa uma oportunidade de reconhecer o poder transformador das mulheres que impulsionam avanços científicos e tecnológicos, contribuindo diretamente para a sustentabilidade, a inovação e a construção de um futuro mais igualitário, diverso e justo no setor florestal e industrial.

Atualmente, muitas mulheres atuam em diferentes frentes de pesquisa, inovação e desenvolvimento sustentável dentro da Suzano, contribuindo diretamente para soluções baseadas na ciência e para o avanço do setor florestal e industrial em suas operações. Na Unidade Industrial de Imperatriz (MA), pesquisadoras operam em áreas estratégicas relacionadas à inovação, qualidade, processos industriais e sustentabilidade, reforçando o papel da ciência na evolução da indústria de base florestal.

Programa de Aceleração de Carreira de Mulheres

Como parte desse compromisso, a empresa mantém iniciativas voltadas ao fortalecimento da equidade de gênero para fomentar ambientes mais diversos e inclusivos na indústria, como o Programa de Aceleração de Carreira de Mulheres, idealizado e realizado na unidade industrial de Imperatriz. A iniciativa tem como objetivo impulsionar o protagonismo feminino, promovendo o avanço técnico e o desenvolvimento de competências comportamentais para mulheres em todos os níveis hierárquicos. Lançado em 2023, o programa inclui trilhas de desenvolvimento, mentorias e a apresentação de projetos elaborados pelas participantes.

Emanoella Leme é Engenheira de Produção e Técnica em Eletromecânica, ingressou na companhia em 2014 e atualmente atua como Supervisora de Manutenção Industrial da Suzano. Ela foi uma das participantes do Programa de Aceleração de Carreira de Mulheres e conta que a capacidade técnica e a vontade de inovar não têm gênero. “Olhar para trás e ver o quanto avancei, e olhar para frente sabendo que posso abrir caminho para outras mulheres dentro da Suzano e do setor industrial é o que me inspira a continuar pesquisando e inovando. Representatividade importa, e cada conquista minha também representa a de muitas que ainda virão”, ressalta.

Emanoella tem a certeza de que o seu trabalho pode gerar impacto real para a operação, para as pessoas e para o futuro da indústria. A cada desafio técnico que enfrenta, ela lembra de onde começou e de como o apoio da Suzano, especialmente no Programa de Aceleração de Carreira, a impulsionou a acreditar ainda mais no seu potencial.

“Quando mais mulheres entram na ciência, ganhamos diversidade e diversidade é a base da inovação. Cada mulher traz sua experiência, sua leitura do mundo e sua forma de resolver problemas. Isso amplia possibilidades e gera soluções mais completas e criativas. O futuro da inovação depende de equipes plurais, e tenho orgulho de fazer parte de um movimento dentro da Suzano que entende esse valor e promove mais oportunidades para que outras mulheres também possam crescer e transformar nossas operações”, afirma.

Legado que transforma

Entre as mulheres que integram a jornada da ciência, está Sula Fernandes, pesquisadora de genética e melhoramento florestal. Com atuação em Açailândia, Sula é Engenheira Florestal e Doutora em Ciência Florestal. Filha de uma funcionária pública e de um caminhoneiro, o esforço e a dedicação impulsionaram Sula a construir uma história de inspiração: foi a primeira de sua família a ingressar em uma universidade pública federal. Em 2024, iniciou sua trajetória na Suzano, onde atualmente atua como Pesquisadora II na equipe de Genética e Melhoramento Florestal, integrando o maior Programa de Melhoramento Genético Florestal do mundo.

Para Sula, ser mulher na ciência é construir a história enquanto ela acontece. “Ocupar laboratórios, salas de aula, florestas, campos experimentais e centros de inovação com a mesma coragem com que se ocupa um sonho é parte dessa trajetória”, destaca. A pesquisadora relembra com orgulho que as mulheres já são maioria nos programas de pós-graduação stricto sensu no Brasil. “Dos 407 mil estudantes de mestrado e doutorado, 224 mil são mulheres. Isso não é apenas um número, é a prova de um protagonismo coletivo que se firma e se expande, abrindo caminho para novas perguntas, métodos e respostas que impactam a vida real”, afirma.

Apesar dos avanços, os desafios para Sula ainda permanecem, especialmente na conciliação entre a carreira científica e familiar. “Nossa presença é um ato de resistência e resiliência. Cada artigo submetido, cada experimento repetido e cada dia em campo é uma afirmação de que seguimos avançando e levando outras mulheres conosco”, ressalta. Para ela, atuar na pesquisa é transformar obstáculos em impulso, estatísticas em referência e trajetórias individuais em redes de apoio e inspiração para meninas e mulheres da próxima geração.

Assim como a história de Sula e Emanoella, outras colaboradoras da Suzano exemplificam o impacto positivo das iniciativas voltadas ao desenvolvimento feminino.

“Para a Suzano, essas histórias merecem destaque, pois contribuem diretamente para o desenvolvimento de fábricas e florestas mais eficientes. Valorizamos a pluralidade de ideias e reconhecemos o papel que cada pessoa desempenha na construção de uma empresa mais inovadora, responsável e alinhada a uma sociedade mais justa e igualitária. O trabalho de Sula e Emanoella, realizado no Maranhão, ajuda a reforçar nosso compromisso com a permanência, o desenvolvimento e o protagonismo das mulheres na ciência”, finaliza Fernanda Martins, Gerente de Gente e Gestão da Suzano.

Sobre a Suzano

A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina e líder no segmento de papel higiênico no Brasil. A companhia adota as melhores práticas de inovação e sustentabilidade para desenvolver produtos e soluções a partir de matéria-prima renovável. Os produtos da Suzano estão presentes na vida de mais de 2 bilhões de pessoas, cerca de 25% da população mundial, e incluem celulose; itens para higiene pessoal como papel higiênico e guardanapos; papéis para embalagens, copos e canudos; papéis para imprimir e escrever, entre outros produtos desenvolvidos para atender à crescente necessidade do planeta por itens mais sustentáveis. Entre suas marcas no Brasil estão Neve®, Pólen®, Suzano Report®, Mimmo®, entre outras. Com sede no Brasil e operações na América Latina, América do Norte, Europa e Ásia, a empresa tem mais de 100 anos de história e ações negociadas nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais em:

https://www.suzano.com.br

Assessoria de Imprensa Suzano

Brasil tem sexto maior crescimento no ranking das economias do G20

 


A expansão de 2,3% da economia brasileira em 2025 posiciona o Brasil na sexta posição do ranking de crescimento do G20, grupos das maiores economias do mundo.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta terça-feira (3) que o Produto Interno Bruto (PIB) atingiu R$ 12,7 trilhões no ano passado. O PIB é o conjunto de bens e serviços produzidos no país e serve como indicador do comportamento da economia. No ano passado, a agropecuária foi o principal motor do PIB nacional.

Logo após a divulgação do resultado pelo IBGE, a Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda publicou um ranking com o desempenho do PIB entre as 16 economias do G20 que já divulgaram os dados consolidados de 2025. A lista é liderada pela Índia, que apresentou um salto de 7,5% na comparação com 2024. O Brasil aparece imediatamente à frente dos Estados Unidos, maior potência econômica do mundo.

Confira o ranking:

1º) Índia: 7,5%

2º) Indonésia: 5,1%

3º) China: 5%

4º) Arábia Saudita: 4,5%

5º) Turquia: 3,6%

6º) Brasil: 2,3%

7º) EUA: 2,2%

8º) Canadá: 1,7%

9º) União Europeia: 1,6%

10º) Reino Unido: 1,4%

11º) Japão: 1,1%

12º) Coreia do Sul: 1%

13º) França: 0,9%

14º) Itália: 0,7%

15º) México: 0,6%

16º) Alemanha: 0,4%

 

O desempenho do PIB brasileiro em 2025 marcou o quinto ano seguido de expansão. No entanto, o resultado aponta desaceleração, isto é, perda de ímpeto. Em 2024, o crescimento havia sido de 3,4%. Os técnicos do Ministério da Fazenda atribuem a perda de ritmo à política de juros altos. “Esse movimento indica que a política monetária contracionista exerceu impacto relevante sobre a atividade, contribuindo para o fechamento do hiato do produto”, afirma o estudo.

Na linguagem dos economistas, hiato do produto é um indicador sobre a capacidade de produção da economia sem gerar pressão inflacionária. O fechamento do hiato citado pelo boletim da SPE indica que os juros altos desestimularam o consumo a ponto de diminuir a alta de preços.

A política monetária contracionista, isto é, juros em patamar elevado, foi a ferramenta do Banco Central (BC) para conter a inflação, que ficou praticamente todo o ano de 2025 acima da meta do governo, de 3% ao ano com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Desde setembro de 2024, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC impôs trajetória de alta à Selic ─ taxa básica de juros ─ fazendo-a bater 15% ao ano em junho de 2025 e assim permanecendo até os dias atuais. É o maior patamar desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. A Selic influencia todas as demais taxas de juros do país e, quando elevada, age de forma restritiva na economia, ou seja, encarece operações de crédito e desestimula investimentos e consumo.

O impacto esperado é a menor procura por produtos e serviços, esfriando a inflação. O efeito colateral é que a economia em marcha lenta tende a diminuir a geração de empregos. “A perda de fôlego tornou-se mais evidente no segundo semestre, quando a atividade permaneceu praticamente estável em relação ao primeiro”, aponta o boletim da SPE.

Apesar do cenário restritivo, 2025 terminou com a menor taxa de desemprego já registrada pelo IBGE. O Copom já anunciou que pretende cortar a Selic na próxima reunião do colegiado, nos dias 17 e 18 de março.Nesta terça-feira, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, avaliou que o conflito no Oriente Médio envolvendo o Irã não deve impactar a redução dos juros.

A SPE estima que o PIB deve crescer 2,3% em 2026.

“A expectativa é de desaceleração acentuada da agropecuária, compensada por maior ritmo de crescimento da indústria e dos serviços”, projeta a SPE. Os técnicos enxergam que a provável redução de juros dará fôlego à indústria e à construção. A isenção de cobrança de imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil mensais, que entrou em vigor na virada do ano, é outro incentivo de crescimento, de acordo com a SPE.

“Para os serviços, a expectativa também é de maior crescimento, impulsionado pela reforma da tributação sobre a renda e pela expansão do crédito consignado para o trabalhador privado, além da resiliência do mercado de trabalho”, sustenta o boletim.

Fonte: Agência Brasil

Indústria de máquinas e equipamentos começa 2026 em desaceleração

 


O setor de máquinas e equipamentos iniciou 2026 em desaceleração, após encerrar o ano passado com um crescimento moderado. Essa redução no ritmo de crescimento se deve principalmente à política monetária, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

Em janeiro deste ano, a receita líquida total do setor somou R$ 17,3 bilhões, o que representou queda de 17% na comparação com janeiro de 2025 e de 19,3% em comparação a dezembro. Segundo a Abimaq, isso foi resultado de um recuo tanto nas vendas para o mercado doméstico quanto no mercado externo.

No mercado doméstico, a queda foi de 19% devido a um “reflexo da política monetária contracionista”, o que provocou, segundo a entidade, inibição dos investimentos, encarecimento do custo de vida, comprometimento de renda e aumento da inadimplência. Já no mercado externo, a influência negativa foi em decorrência da valorização de 11% do real frente ao dólar.

As exportações de máquinas e equipamentos somaram US$ 838 milhões em janeiro, com queda de 41,5% em relação a dezembro, mas crescimento de 3,1% em relação a janeiro de 2025. De acordo com a associação, a retração na comparação mensal se deve a fatores sazonais e também à base elevada de comparação, já que dezembro de 2025 apresentou o segundo maior valor da série histórica.

As importações, por sua vez, tiveram queda em janeiro, somando US$ 2,48 bilhões. No entanto, ressalta a Abimaq, elas seguem em patamares elevados, o que vem ocorrendo pelo menos desde 2015 e se intensificou com a pandemia da covid-19, “quando a substituição da produção nacional por bens importados ganhou força”.

De acordo com a entidade, o volume de importações demonstra que o país vem transferindo parcela relevante do dinamismo industrial para o exterior, principalmente para a China, responsável por mais de 32% das máquinas importadas pelo Brasil. O setor de máquinas foi um dos mais prejudicados pela aplicação de tarifas de 50% pelo governo dos Estados Unidos, principal destino desses produtos no exterior. Apesar disso, o impacto acabou sendo menor do que o setor previa inicialmente.

“A medida que foi tomada pelo governo Trump impactou bem menos do que a gente previa no início. A gente achava que ia impactar brutalmente as vendas para aquele mercado, mas diversas empresas conseguiram se organizar, se estruturar e preservar aquele mercado, que é bastante importante”, avalia o presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas da Abimaq, Pedro Estevão Bastos.

Em entrevista concedida na tarde desta terça-feira (3), na capital paulista, ele disse esperar que as exportações voltem a ganhar força após a decisão da Suprema Corte ter derrubado as tarifas sobre produtos importados que haviam sido impostas globalmente pelo presidente Donald Trump. Mas, por enquanto, ele diz que o setor está cauteloso.

“Com relação ao futuro e com a reversão da medida, a gente espera conseguir reconquistar uma parte do mercado que foi perdido”, falou. “Mas há outros instrumentos que ele [Trump] pode utilizar e aí elevar a tarifa especificamente para o Brasil a outro patamar, além dos 10%. Então a gente tem conversado com as empresas do setor para ter cautela”, frisou.

Em janeiro, o setor apresentou melhora no número de pessoas empregadas, somando 418,9 mil colaboradores. Na comparação com janeiro de 2025, isso representou um acréscimo de 18 mil pessoas. Apesar disso, a Abimaq pondera que esse número é 2% inferior a outubro do ano passado, quando 422,7 mil pessoas estavam empregadas no setor.

Para este ano de 2026, a associação projeta um crescimento de 3,5% na produção física de máquinas e equipamentos e de cerca de 4% na receita líquida. Para a Abimaq, esse avanço será sustentado pelo mercado doméstico, com a expectativa de expansão da demanda próxima de 5,6%. “A gente está achando que, em 2026, vamos ter uma retração nas vendas em relação a 2025. De quanto vai ser ainda está muito cedo para a gente falar, mas talvez alguma coisa em torno de 5% seja bastante razoável”, disse Bastos. Segundo ele, essas previsões ainda não levam em consideração fatores externos como o recente conflito no Oriente Médio.

Fonte: Agência Brasil

Lula visita fábrica que fornece 19 milhões de produtos ao SUS

 



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitou nesta terça-feira (3) a farmacêutica Bionovis, na cidade de Valinhos (SP).

Fundada em 2012 pela união dos laboratórios Aché, EMS, Hypera Pharma e União Química, a fábrica se dedica ao desenvolvimento e produção de medicamentos biológicos de alta complexidade, e fornece cerca de 19 milhões de seringas e frascos de produtos farmacêuticos a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).

Durante a visita, o Lula destacou que o papel do Estado não é ser produtor. “Ele não tem que ser a fábrica. Ele tem que ser o indutor, tem que ter política de crédito, de financiamento e ajudar na produção. Quando beneficia as pessoas, todo mundo ganha”.

O presidente da República estava acompanhado do presidente da Bionovis, Odinir Finotti, do vice-presidente Geraldo Alckmin, e dos ministros Fernando Haddad (Fazenda), Alexandre Padilha (Saúde) e Simone Tebet (Planejamento). Lula também destacou ser fundamental que os investimentos estratégicos do país sejam orientados a garantir qualidade de vida à população e fez uma crítica ao contexto internacional de conflitos armados.

“Se você lugar a televisão de noite, está falando de guerra, de mísseis, de invasão. E aqui estamos falando de salvar vidas. Isso aqui é nosso míssil, não um míssil para matar, mas para salvar”, disse o presidente, ao exibir caixas de medicamentos que custam até R$ 6 mil por seringa, mas que são oferecidos gratuitamente pelo SUS..

“O paciente precisa tomar de 20 a 25 seringas dessa por ano para controlar uma doença como a artrite reumatoide”, destacou o presidente da Bionovis, Odinir Finotti. “Graças ao SUS, o Ministério da Saúde adquire esse produto pagando 80% menos do que ele custaria numa clínica. Esse produto é feito aqui na Bionovis e chega a todo o povo brasileiro”, acrescentou.

Segundo o governo federal, a política de fortalecimento do complexo industrial da saúde e soberania nacional na produção de medicamentos e insumos para a população conta com investimentos que atualmente somam R$ 15 bilhões em inovação e desenvolvimento industrial.

“Sem política de compras governamentais, isso aqui é impossível. Sem um BNDES, você também não tem condições de planejar uma empresa como essa, que é uma empresa privada, não é uma empresa pública. Mas, se não há uma parceria entre órgãos de Estado, a iniciativa privada, com ambiente de negócios favorável, para venda local e venda externa, esse projeto não se viabiliza”, enfatizou o ministro Fernando Haddad.

No ano passado, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento no valor de R$ 650 milhões para a Bionovis instalar linha de produção industrial pioneira para o desenvolvimento e fabricação de insumos e medicamentos biotecnológicos de alta complexidade na fábrica de Valinhos. Alguns dos insumos atualmente produzidos pela indústria brasileira só eram fabricados em países como China, Estados Unidos, Índia e Coreia do Sul.

Fonte: Agência Brasil


terça-feira, 3 de março de 2026

O Brasil aumentou suas exportações de minério de ferro em 6,3% em relação ao ano anterior em janeiro.

 


Em comparação com dezembro de 2025, o indicador diminuiu 22,7%.

Em janeiro de 2026, o Brasil aumentou suas exportações de minério de ferro em 6,3% em relação ao ano anterior, atingindo 28,99 milhões de toneladas. Essa informação é proveniente de dados sobre a composição da frota mercante coletados pela BigMint.

Em comparação com dezembro de 2025, esse número caiu 22,7%.

A China manteve-se como a maior importadora de minério de ferro brasileiro no período, respondendo por 18,39 milhões de toneladas nos embarques de janeiro. Em seguida, vieram a Índia (0,87 milhão de toneladas) e o Bahrein (0,86 milhão de toneladas).

As exportações de minério do Brasil caíram drasticamente no primeiro mês deste ano devido à forte concorrência das matérias-primas australianas, o que reduziu sua atratividade no mercado. O fornecimento do país para os mercados mundiais também foi temporariamente interrompido pela manutenção programada de importantes terminais de exportação brasileiros.

Ao mesmo tempo, as siderúrgicas, especialmente na China, mantiveram-se cautelosas em suas compras, reabastecendo seus estoques antes do Ano Novo Lunar.

Vale ressaltar que, no final do ano passado, as exportações de minério de ferro do Brasil  atingiram  o recorde de 416,4 milhões de toneladas, um aumento de 7,1% em relação ao ano anterior, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Foi a primeira vez que o volume anual ultrapassou 400 milhões de toneladas, quebrando o recorde anterior de 390 milhões de toneladas, estabelecido em 2018. As exportações foram expressivas nos últimos meses do ano, ultrapassando 40 milhões de toneladas em outubro e dezembro, valor próximo ao recorde mensal.

Conforme relatado pelo GMK Center, as mineradoras brasileiras  aumentaram  suas exportações de minério de ferro (HS 2601) em 2,9% em 2024 em comparação com 2023, passando de 378,14 milhões de toneladas para 389,02 milhões de toneladas. A China tornou-se seu principal consumidor. Em 2024, o fornecimento para siderúrgicas chinesas aumentou 6,4% em relação a 2023, atingindo 276,79 milhões de toneladas, o que representa 71,2% do total das exportações.

GMK Center

 

 

TSE aprova restrições para uso de IA nas eleições de outubro

 


O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou nesta segunda-feira 2 as regras sobre utilização de inteligência artificial (IA) durante as eleições gerais de outubro deste ano. As normas valem para candidatos e partidos. 

Por unanimidade, o tribunal decidiu proibir postagens nas redes sociais de conteúdos modificados no período de 72 horas antes do pleito e 24 horas após a votação. A restrição vale para modificações com imagem e voz de candidatos ou pessoas públicas. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro.

As regras foram definidas com a aprovação de diversas resoluções que vão nortear o pleito, no qual serão escolhidos o presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais.

Os ministros também proibiram que provedores de IA permitam, ainda que solicitado pelos usuários, sugestões de candidatos para votar. O objetivo é evitar a interferência de algoritmos na livre escolha dos eleitores.

Para combater a misoginia digital, o TSE proibiu postagens nas redes sociais com montagens envolvendo candidatas e fotos e vídeos com nudez e pornografia. A Corte eleitoral também reafirmou que os provedores de internet poderão ser responsabilizados pela Justiça se não retirarem perfis falsos e postagens ilegais de seus usuários.

Liberdade de expressão

Para evitar episódios de censura ocorridos em eleições anteriores, os ministros decidiram permitir, no período de pré-campanha, manifestações espontâneas sobre conteúdo político em ambientes universitários, escolares e espaços de movimentos sociais. Também foi garantido que candidatos poderão fazer panfletagem em ruas, parques e praças, desde que garantida a mobilidade da população nos espaços.

Na semana passada, o TSE aprovou mais sete resoluções sobre as eleições. Os textos tratam da divulgação de pesquisas eleitorais, transporte de eleitores, arrecadação de recursos, prestação de contas, além de alterações no cadastro de eleitores.

Março das Mulheres reúne programação de mobilização e ampliação da rede de proteção feminina

 


O Governo do Brasil realiza, ao longo do mês de março, a Agenda Nacional do Março das Mulheres, com ações em todas as regiões do país.

A programação reúne inaugurações, entrega de novos equipamentos públicos, fortalecimento da rede de enfrentamento à violência contra as mulheres, lançamento de estudos e pesquisas, além de iniciativas voltadas à autonomia econômica, à política de cuidados e à participação social.

As ações estão alinhadas ao Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que fortalece a articulação entre os Três Poderes – Executivo, Legislativo e Judiciário – para prevenir e combater a violência contra as mulheres e meninas. As atividades também integram o Plano Nacional de Cuidados – Brasil que Cuida, que reconhece o cuidado como política pública estruturante para a promoção da igualdade.

EXPANSÃO DA REDE DE PROTEÇÃO — Duas novas Casas da Mulher Brasileira serão inauguradas em março, em Macapá (AP) e Aracaju (SE), ampliando uma rede que já conta com 11 unidades em funcionamento no país. A Casa da Mulher Brasileira integra, em um único espaço, delegacia especializada, juizado, Ministério Público, Defensoria, atendimento psicossocial, apoio à autonomia econômica, entre outros serviços, garantindo acolhimento humanizado e atendimento integral às mulheres. Para esses serviços, já foram investidos, pelo Governo do Brasil, mais de R$ 373 milhões.

TENDA LILÁS — Durante o mês de março, diversos estados brasileiros também receberão a Tenda Lilás, por meio das ações do Governo do Brasil na Rua e nas Caravanas Federativas. A iniciativa oferece escuta ativa das demandas locais, rodas de conversa e atividades culturais com foco no enfrentamento à violência contra as mulheres.

MAIS CUIDOTECAS — Para fortalecer a Política e o Plano Nacional de Cuidados, dez novas Cuidotecas serão inauguradas em Institutos Federais de Paracatu (MG), Uberaba (MG), Natal (RN), Machado (MG), Presidente Epitácio (SP), e cinco unidades em Porto Velho (RO). Os novos espaços vão acolher crianças de 3 a 12 anos em horários alternativos à jornada escolar, especialmente no período noturno, permitindo que mães e demais responsáveis possam estudar, se qualificar e trabalhar sem que as responsabilidades de cuidado sejam uma barreira.

LAVANDERIA COLETIVA — Outra iniciativa será a instalação de uma lavanderia coletiva em Mossoró (RN), com o objetivo de reduzir a sobrecarga do trabalho doméstico, que atinge principalmente as mulheres, transformando o tempo dedicado às tarefas domésticas em oportunidades de estudo, convivência e formação. Além das áreas de lavagem e secagem, as lavanderias contam com sala multiuso para cursos e oficinas, brinquedoteca e recepção. Os espaços também devem abrigar atividades formativas sobre economia e divisão do trabalho doméstico, além de ações culturais e de lazer.

EDUCAÇÃO E CIÊNCIA — Além das inaugurações e atividades interativas, o Governo do Brasil, por meio do Ministério das Mulheres, irá assinar protocolos que prevê o lançamento de materiais pedagógicos sobre a prevenção da violência contra a mulher nos currículos da educação básica e nas universidades. Ações que incentivam a participação feminina na ciência e nas políticas de ações climáticas também estão na programação do mês, como a entrega do 2° Prêmio Mulheres e Ciência no dia 5 de março, em Brasília. A edição de 2026 traz como novidade a categoria Incentivo, que reconhece jovens de 15 a 29 anos participantes do Programa Asas para o Futuro e estimula a presença de meninas nas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM).

ATO MEMORIAL — A programação do Março das Mulheres foi inaugurada neste domingo, 1° de março, com o Ato Memorial pela Vida das Mulheres. A solenidade homenageou Tainara Souza Santos, vítima de feminicídio em 2025, e todas as mulheres que tiveram suas vidas interrompidas pela violência de gênero no Brasil.

A homenagem foi realizada no local onde o crime ocorreu, na zona norte de São Paulo. O objetivo do ato foi transformar o espaço da violência em território de memória, justiça e mobilização coletiva. Para isso, mais de 30 mulheres artistas foram convidadas para ocupar um mural com 200 metros de grafite, incluindo um retrato de Tainara, no qual a jovem aparece segurando um broto de planta, símbolo do renascimento e da permanência de sua memória em outras mulheres.

 

https://www.gov.br/mulheres/pt-br/central-de-conteudos/campanhas/2026/marco/calendario

 

https://www.gov.br/mulheres/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/programa-asas-para-o-futuro

 

https://www.gov.br/mulheres/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/casa-da-mulher-brasileira

Ministro da Defesa prestigia as primeiras mulheres no serviço militar inicial

 


O Ministro da Defesa, José Mucio Monteiro, acompanhou, nesta segunda-feira (2), a cerimônia do Exército Brasileiro que marcou a primeira incorporação de mulheres ao Serviço Militar Inicial Feminino. O evento ocorreu no Comando Militar do Planalto (CMP), em Brasília (DF), com a incorporação de 99 mulheres, e foi realizado conjuntamente com a tradicional incorporação masculina. A solenidade inaugura um novo capítulo na história das Forças Armadas.

Este ano, 1.467 mulheres irão incorporar ao serviço militar em 13 estados e no Distrito Federal, distribuídas em 51 municípios. No Exército, 1.010 voluntárias irão ingressar em todo o país. Na Força Aérea, serão 300, e, na Marinha, 157. Durante a solenidade, o Ministro destacou o simbolismo da data e a relevância do ingresso feminino no serviço militar. “Hoje, testemunhamos, pela primeira vez na história, as mulheres que se alistaram como voluntárias para o Serviço Inicial em 2025, obtendo a conquista de mais um espaço, por ato de livre opção”, afirmou.

Segundo o Ministro, a incorporação feminina representa um divisor de águas para a defesa nacional. “Nesta turma de 2026, testemunhamos um marco histórico na evolução da Defesa do Brasil. Um feito inédito, uma nova conquista. Pela primeira vez, as mulheres que se alistaram como voluntárias para o Serviço Militar Inicial”, disse.

Durante o discurso, ele ressaltou que a medida acompanha a evolução institucional já observada nas Forças Armadas. “As mulheres já representam cerca de 10% dos efetivos militares no país, somando cerca de 37 mil profissionais que ocupam segmentos específicos, como combatentes, médicas, enfermeiras, professoras e funções técnicas”, destacou.

Destacou ainda que a medida está alinhada aos compromissos internacionais do Brasil no âmbito da Agenda Mulheres, Paz e Segurança, da Organização das Nações Unidas, ampliando a participação feminina em ambientes operacionais e contribuindo para a interoperabilidade em missões internacionais.

Entre as incorporadas, está Eduarda Rebeca Alves Martins. Para ela, a conquista representa a realização de um sonho e a abertura de novas possibilidades para outras brasileiras. “Muitas mulheres têm o sonho de entrar para o Exército. Eu vejo como uma grande oportunidade. Vai ser uma experiência muito boa. Eu sei que não vai ser nada fácil, mas vou dar meu melhor, porque é meu sonho. Vai ser um grande privilégio vestir a farda do Exército Brasileiro”, afirmou.

As voluntárias iniciarão agora um período de adaptação à rotina militar, com duração de três ou quatro meses. Concluída essa etapa, passarão a desempenhar funções administrativas ou operacionais, de acordo com seu perfil, aptidões individuais e as necessidades específicas de cada Força.

Prestigiaram a solenidade, o Comandante do Exército Brasileiro, General de Exército Tomás Miguel Miné Ribeiro Paiva; o Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, Almirante de Esquadra Renato Rodrigues de Aguiar Freire; a Secretária-Geral do Ministério da Defesa, Cinara Wagner Fredo; entre outras autoridades civis e militares, familiares e amigos dos incorporados.

Por Daniel Lima, do Ministério da Defesa

 

Inmetro divulga lista dos automóveis mais econômicos e menos poluentes do mercado

 


A tabela do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV) foi atualizada nesta segunda-feira (2/3), reunindo informações sobre consumo de combustível, eficiência energética e emissão de poluentes dos carros vendidos no país.

A atualização, feita pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), órgão subordinado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), inclui os lançamentos que chegaram ao mercado em fevereiro, abrangendo veículos a combustão, híbridos e elétricos. Com isso, a base passa a contemplar 39 marcas e 794 modelos e versões, todos disponíveis para consulta.

Segundo o diretor de Avaliação da Conformidade do Inmetro, João Nery, a atualização ocorre sempre que novos veículos chegam ao mercado nacional, permitindo que a tabela acompanhe a evolução tecnológica da indústria automotiva. “A tabela funciona como um guia público para o consumidor. Ela permite comparar carros da mesma categoria antes da compra e entender qual modelo consome menos combustível e polui menos”, explica Nery.

Os resultados também fazem parte dos programas e políticas públicas que o Brasil vem adotando para maximizar a eficiência energética dos carros que circulam no País. O Governo do Brasil adota padrões de conformidade que, em alguns casos, superam as exigências que as marcas adotam em seus países de origem. A tabela do PBE Veicular funciona como um guia para quem pretende comprar carro. Nela, o consumidor pode verificar:

 •consumo na cidade e na estrada

•nível de emissão de CO 2

•classificação de eficiência energética

•comparação entre veículos da mesma categoria

Os dados são obtidos em testes padronizados realizados em laboratório, seguindo critérios técnicos definidos pelo Inmetro. “Na hora de escolher o seu carro, o consumidor leva em consideração diversos atributos, como preço, marca e design. Ao conhecer as classificações de eficiência energética e as informações de emissões de gases, ele ganha condições de fazer uma escolha mais consciente, com potencial economia financeira e benefícios para a indústria e para o país”, completa Nery.

segunda-feira, 2 de março de 2026

UPA de Açailândia amplia acesso e melhora o fluxo de atendimento no município

 


A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Açailândia marca um novo momento para os profissionais de saúde que passam a atuar diretamente no atendimento de urgência e emergência no município. O equipamento foi entregue pelo Governo do Estado no início de fevereiro deste ano. Assistentes sociais, enfermeiros, médicos e gestores da unidade destacam que o novo equipamento fortalece o cuidado à população, melhora o fluxo assistencial e amplia a integração com a Rede Estadual de Saúde.

A enfermeira Patrícia Santos, que atua em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) do município, também ressaltou os impactos positivos da nova UPA para a assistência regional. Para ela, a ampliação da capacidade de atendimento favorece tanto os profissionais quanto os pacientes atendidos na rede. “Essa unidade amplia a quantidade de atendimentos e desafoga os serviços existentes. Isso só tem a melhorar a assistência em Açailândia e nos municípios que referenciam seus pacientes para cá”, afirmou.

Do ponto de vista da gestão e da organização do serviço, o diretor técnico da UPA de Açailândia, Izaías Cezar Ribeiro, destacou que a unidade chegou para dar mais agilidade e eficiência aos atendimentos de urgência e emergência. “A unidade está garantindo um fluxo mais rápido e eficiente, com referenciamento para outras unidades da rede estadual, especialmente o Hospital Regional de Açailândia”, pontuou.

A comunidade foi a mais beneficiada, como relata Adriana Chaves, 39 anos, que buscou a UPA para atendimento do filho Felipe. “Meu filho foi atendido aqui. Foi rápido, excelente e o atendimento aqui está maravilhoso. E a estrutura da UPA aqui para a nossa cidade é muito importante porque desafoga um pouco os outros hospitais. Então, é muito importante. Foi muito excelente o trabalho deles também”, disse a mãe.

O novo equipamento também contou com a aprovação de Carla Silva, que está acompanhando a mãe. “Minha mãe está sendo bem atendida, está passando por todos os procedimentos necessários, porque ela vai passar por uma cirurgia e eu estou muito feliz com o que está acontecendo com todo o processo, com todo o acompanhamento, está dando certo e eu creio que vai ser um sucesso a cirurgia da minha mãe”, finalizou.

Porte II

Classificada como UPA Porte II, a unidade funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, com capacidade para cerca de até 300 atendimentos diários, com 16 leitos, sendo 4 (área vermelha), 6 leitos (área amarela) + 2 individuais e 4 leitos de observação pediátricos, ofertando atendimentos em clínica médica e pediatria, além de médico intensivista na área de internação, garantindo assistência qualificada aos casos de maior gravidade.

A unidade conta ainda com equipe multiprofissional completa, formada por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, assistentes sociais, fisioterapeutas, farmacêuticos e outros profissionais, que atuarão de forma integrada para garantir atendimento humanizado, resolutivo e contínuo, 24 horas por dia.

Com a atuação desses profissionais, a nova unidade fortalece a Rede Estadual de Urgência e Emergência na Região Tocantina, ampliando o acesso da população a serviços de saúde qualificados e assegurando mais rapidez, acolhimento e segurança no cuidado à vida.

MARÇO LILÁS: MÊS DE CONSCIENTIZAÇÃO E PREVENÇÃO AO CÂNCER DO COLO DO ÚTERO

 

A Câmara Municipal de Açailândia reforça seu apoio à campanha Março Lilás, dedicada à conscientização e prevenção do câncer do colo do útero — uma das doenças que mais afetam a saúde da mulher no Brasil.

A informação e a prevenção são as principais formas de cuidado. A realização periódica do exame preventivo (Papanicolau) e a vacinação contra o HPV são medidas fundamentais para reduzir os riscos e garantir o diagnóstico precoce, aumentando significativamente as chances de tratamento e cura.

Neste mês, destacamos a importância do autocuidado, do acesso aos serviços de saúde e do diálogo aberto sobre a saúde feminina. Cuidar da saúde é um ato de amor à vida.

Projeto que permite farmácia dentro de supermercado avança na Câmara

 


Proposta já aprovada no Senado prevê espaço exclusivo, presença obrigatória de farmacêutico e cumprimento das regras da Anvisa.

Um Projeto de Lei (PL) que autoriza a instalação de farmácias em supermercados está em análise na Câmara dos Deputados. A proposta permite a venda de medicamentos nesses estabelecimentos, desde que haja uma farmácia ou drogaria instalada em espaço físico separado dos demais setores.

O texto altera a Lei de Controle Sanitário de Medicamentos e determina que os produtos não poderão ficar disponíveis diretamente nas gôndolas do supermercado. A comercialização deverá ocorrer exclusivamente na área da farmácia, respeitando as normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Entre as exigências previstas no projeto estão:

presença obrigatória de farmacêutico durante todo o horário de funcionamento;

regras específicas para medicamentos sujeitos a controle especial, que deverão ser pagos antes da entrega ou transportados em embalagens lacradas até o caixa;

proibição da venda em bancadas ou prateleiras fora da área destinada à farmácia;

autorização para uso de canais digitais apenas para entrega, desde que cumpridas as normas sanitárias.

A proposta já foi aprovada pelo Senado Federal e agora aguarda votação na Câmara dos Deputados. Na Casa, parlamentares apresentaram requerimentos de urgência para acelerar a tramitação do projeto. Se aprovado sem alterações, o texto seguirá para sanção presidencial.

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