O SIGNIFICADO DA VIDA

quinta-feira, 5 de março de 2026

TBT ESPECIAL DA 3ª CORRIDA DA MULHER!

 


Relembrar esse momento é sentir novamente a energia, a união e a força de tantas mulheres que participaram desse grande movimento de saúde, superação e empoderamento. Cada passo foi uma celebração da coragem, da determinação e do protagonismo feminino. E agora é hora de se preparar para mais um capítulo dessa história! Prepare-se para a 4ª Corrida da Mulher de Açailândia!

Domingo Dia 15 de março/2026

Espaço Cultural José Carlos Brandão (Zeppelim)

A partir das 05h30

Venha correr, caminhar e celebrar a força das mulheres. Chame as amigas, vista sua energia e participe desse momento especial!

#TBT #CorridaDaMulher #Açailândia #MêsDaMulher #ForçaFeminina EmpoderamentoFeminino

 

https://www.instagram.com/reel/DVgvxLWgpt_/?igsh=MWU4ODkwdngwaHlmNQ%3D%3D

 

https://youtube.com/shorts/r1IVm1v7gpU?feature=share





 

MAIS UM AVANÇO PARA A EDUCAÇÃO DE AÇAILÂNDIA!

 


Nesta sexta-feira, vamos celebrar a inauguração da Escola Municipal Professor Ezequias Vieira, um novo espaço preparado para fortalecer o ensino, acolher nossos estudantes e contribuir para o futuro da nossa cidade. A obra foi construída com recursos próprios da Prefeitura de Açailândia, reafirmando o compromisso da gestão com a educação e com o desenvolvimento do município.

Dia 06 de março (sexta-feira)

Horário: 14h

Escola Municipal Professor Ezequias Vieira - Bairro: Jardim Aulídia

Participe conosco desse momento especial para a educação de Açailândia!

Cade lança documento com diagnóstico detalhado da revenda de combustíveis no País

 


O Conselho Administrativo de Defesa Econômica ( Cade ) lançou, nesta quarta-feira (4/3), o documento de trabalho “Concentração na Revenda de Combustíveis Líquidos: Uma Análise Municipal com Base em Redes Societárias (2025)”, que apresenta um diagnóstico detalhado da estrutura concorrencial da revenda de combustíveis no Brasil a partir da identificação de vínculos societários entre os postos.

O estudo analisa, em nível municipal, os mercados de gasolina comum, etanol hidratado, óleo diesel S10 e S500, com base no cruzamento de dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e da Receita Federal do Brasil, referentes a agosto de 2025.

Sob a ótica da propriedade e das intersecções societárias proposta pela metodologia aplicada, o s resultados mostram que a concentração na revenda de combustíveis é disseminada em todo o território nacional, especialmente em municípios de menor porte, e os níveis de concentração podem inclusive serem mais elevados do que aqueles percebidos diretamente pelos consumidores.

A dotando metodologia baseada em redes societárias, o trabalho amplia a compreensão sobre a organização do setor e contribui para o aprimoramento das análises concorrenciais e das políticas públicas voltadas à promoção da concorrência no mercado de combustíveis.

Ao reunir evidências sobre a elevada concentração estrutural pela ótica da propriedade e a presença de grandes redes proprietárias na revenda de combustíveis, o documento reforça a importância do acompanhamento contínuo do setor pela autoridade antitruste, tanto sob a perspectiva de condutas quanto sob a ótica estrutural.

A economista-chefe do Cade , Lílian Marques, reforça que o estudo é mais uma entrega do D epartamento de E studos E conômicos do Cade (DEE) alinhada à Portaria Cade nº 379/2025, que prioriza o mercado de combustíveis. “ Apesar dos avanços na transparência com o Consulta Posto Web, ainda falta ao consumidor compreensão sobre os vínculos econômicos entre as redes, o que impacta diretamente a concorrência percebida, como é possível observar pelos resultad os da metodologia aqui proposta ” , destacou.

Sobre os Documentos de Trabalho

A série “Documento de Trabalho”, produzida pelo Departamento de Estudos Econômicos, tem como objetivo divulgar resultados preliminares de estudos econômicos referentes às áreas de atuação do Cade , seja para aprimorar a análise de fusões e aquisições, seja para ajudar no processo de investigação de condutas nocivas à livre concorrência e para promover a advocacia da concorrência nos setores públicos e privados.

Além de dar visibilidade ao trabalho do corpo técnico do Cade e de pessoas envolvidas nos temas relacionados, espera-se aprimorar as análises da instituição. O propósito da série é compartilhar ideias e obter comentários e críticas da comunidade científica antes de seu envio para eventual publicação final. As opiniões emitidas nas edições do Documento de Trabalho são de exclusiva e inteira responsabilidade do(s) autor(es), não exprimindo, necessariamente, o ponto de vista do Cade ou do Ministério da Justiça.

Acesse na íntegra

https://cdn.cade.gov.br/Portal/centrais-de-conteudo/publicacoes/estudos-economicos/documentos-de-trabalho/2026/Documento%20de%20Trabalho%20001%20-%20Varejo%20Liquidos.pdf

Mais de 500 municípios já podem ofertar agendamento de consulta pelo Meu SUS Digital

 


https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/seidigi/meususdigital

 

Quem utiliza as Unidades Básicas de Saúde (UBS) agora conta com mais uma forma de marcar consultas: pelo celular, por meio do aplicativo Meu SUS Digital.

A ferramenta faz parte das ações de transformação digital do SUS e já está disponível em mais de 500 municípios e no Distrito Federal, permitindo que pessoas cadastradas na UBS e acompanhadas pela equipe de saúde da sua região possam agendar consultas online.

O Ministério da Saúde publicou nota técnica com orientações de uso da funcionalidade, que está integrada às agendas das equipes da Atenção Primária à Saúde . O agendamento online não substitui o agendamento presencial nem os demais fluxos organizados pelas equipes de saúde e gestão local. A ferramenta funciona como estratégia complementar para ampliar e facilitar o acesso da população às consultas.

Pelo Meu SUS Digital, é possível consultar a unidade de referência, verificar datas disponíveis e solicitar consultas, de acordo com os horários definidos pela própria equipe de saúde. O aplicativo também envia lembretes e permite cancelar ou remarcar atendimentos, ajudando a evitar deslocamentos desnecessários e reduzindo faltas às consultas.

Para utilizar a ferramenta, é necessário que o cadastro esteja atualizado na Atenção Primária e que o cidadão esteja vinculado a uma equipe de referência. As informações exibidas no aplicativo consideram os dados mais recentes registrados no sistema da unidade.

A definição dos horários disponibilizados no aplicativo é feita pela gestão local e pelas equipes das UBS, que organizam as agendas considerando consultas programadas, retornos, demandas espontâneas e demais atendimentos já realizados na unidade.

Com a ampliação dos canais de acesso, o SUS fortalece o protagonismo do cidadão no cuidado com a própria saúde, ao mesmo tempo em que promove maior transparência, organização e eficiência na gestão das agendas da Atenção Primária.


https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps

 

https://www.gov.br/saude/pt-br/sus

 

Emplacamentos de veículos avançaram em fevereiro, aponta Fenabrave

 


O número de emplacamentos de veículos novos no Brasil cresceu 4,13% no mês de fevereiro, comparado ao mesmo mês de 2025, segundo balanço divulgado nesta quarta-feira (4), pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que representa as concessionárias. O montante inclui diversos tipos de veículos, como comerciais leves, automóveis, caminhões, ônibus, motocicletas e implementos rodoviários, como reboques e carrocerias.

O total de veículos novos vendidos foi de 374.931, o que também representa aumento de 2,25% em comparação a janeiro de 2026. Segundo a federação, a alta se deve principalmente aos emplacamentos de automóveis e comerciais leves, que cresceram 8,82% no mês, além de implementos rodoviários, com aumento de 15,3% na comparação com janeiro.

Programa Carro Sustentável

Um dos responsáveis pelo impulso nas vendas dos automóveis e comerciais leves é o programa Carro Sustentável, do governo federal, lançado em meados do ano passado. A iniciativa reduziu as alíquotas de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) dos carros mais leves, econômicos e movidos a energia limpa.

Segundo o presidente da Fenabrave, Arcelio Junior, os emplacamentos dos modelos incluídos nessa categoria cresceram em quase 25% por causa do programa. De acordo com a Fenabrave, os modelos que fazem parte do programa somaram 301.977 emplacamentos entre julho de 2025 e fevereiro deste ano, contra 241.906 unidades do mesmo tipo emplacadas em período igualmente anterior, quando não havia o programa.

Caminhões

Considerando-se apenas o emplacamento de automóveis, veículos comerciais leves, caminhões e ônibus, foram comercializadas 185.150 unidades em fevereiro, o que representou aumento de 0,12% em relação a fevereiro do ano passado, e de 8,57% em relação a janeiro.

Um dos destaques entre esses veículos foi o segmento de caminhões, que começou a demonstrar um sinal de recuperação principalmente pelo impacto do Move Brasil, programa criado em janeiro deste ano e que oferece crédito para a compra de caminhões.

Na comparação mensal, o segmento apresentou aumento de 3,73%, embora ainda acumule retração de 24,15% na comparação anual. O presidente da Fenabrave explica que o transporte de cargas é historicamente mais sensível às condições macroeconômicas, como a disponibilidade de crédito.

“A decisão de investimento nesse segmento depende diretamente do custo do crédito e das expectativas em relação à atividade econômica, além de iniciativas de estímulo às vendas, como o programa Move Brasil”, analisa Arcelio Junior.

O Move Brasil deve disponibilizar R$ 10 bilhões em créditos, sendo que, até o momento, foram contratados R$ 4,2 bilhões.

Motos

O segmento de motos, por sua vez, continua sendo o grande motor do mercado automotivo em 2026, com crescimento de 9,97% em relação a fevereiro do ano passado. “A motocicleta continua sendo uma solução eficiente de mobilidade individual e para serviços de transporte, que cresceu desde a pandemia. Ela também tem sido considerada como segundo veículo da família”, comenta o presidente da Fenabrave.

Projeções

Para 2026, a Fenabrave disse esperar um crescimento do setor como um todo em torno de 6,10%, puxado principalmente pela venda de novas motocicletas, que deve crescer 10% neste ano. Já para os automóveis e comerciais leves, a expectativa é de crescimento em torno de 3%, com um total de 2,62 milhões de unidades comercializadas.

Uma em cada cinco crianças e adolescentes tem sobrepeso ou obesidade

 


Dados do Atlas Mundial da Obesidade 2026 revelam – no Dia Mundial da Obesidade, lembrado hoje (4) – que 20,7% das crianças e adolescentes com idade entre 5 e 19 anos em todo o planeta vivem com sobrepeso ou obesidade – o equivalente a um em cada cinco, totalizando 419 milhões. A previsão da Federação Mundial de Obesidade é que, até 2040, o número salte para 507 milhões de crianças e adolescentes no mundo com sobrepeso ou obesidade.

Em nota, a entidade alerta que a obesidade e o sobrepeso na infância levam a condições semelhantes às observadas em adultos, incluindo quadros como hipertensão e doença cardiovascular. A estimativa é que, até 2040, 57,6 milhões de crianças apresentem sinais precoces de doença cardiovascular e que 43,2 milhões apresentem sinais de hipertensão.

“O atlas mostra como as ações para enfrentar a obesidade infantil permanecem inadequadas em todo o mundo, com muitos países aquém do conjunto de políticas necessárias para prevenção, monitoramento, rastreamento e manejo”, destacou a federação, ao cobrar medidas firmes para reverter as tendências atuais.

Entre as ações a serem implementadas, a entidade destaca impostos sobre bebidas adoçadas com açúcar; restrições ao marketing direcionado a crianças, incluindo plataformas digitais; implementação das recomendações globais de atividade física para crianças; proteção do aleitamento materno; padrões mais saudáveis de alimentação escolar e integração da prevenção e do cuidado aos sistemas de atenção primária.

Brasil

Os números revelam que, no Brasil, 6,6 milhões de crianças com idade entre 5 e 9 anos estão com sobrepeso ou obesidade. O número sobe para 9,9 milhões quando considerados crianças e adolescentes com idade entre 10 e 19 anos, totalizando 16,5 milhões de crianças e adolescentes com idade entre 5 e 19 anos vivendo com sobrepeso ou obesidade no país.

Desse total, quase 1,4 milhão foram diagnosticados, em 2025, com hipertensão atribuída ao Índice de Massa Corporal (IMC), enquanto 572 mil foram diagnosticados com hiperglicemia atribuída ao IMC; 1,8 milhões com triglicerídeos elevados atribuídos ao IMC; e 4 milhões com doença hepática esteatótica metabólica (quando há acúmulo de gordura no fígado).

A previsão é que, até 2040, os números no Brasil passem a ser os seguintes: mais de 1,6 milhão de crianças e adolescentes com idade entre 5 e 19 anos diagnosticados com hipertensão atribuída ao IMC; 635 mil com hiperglicemia atribuída ao IMC; 2,1 milhões com triglicerídeos elevados atribuídos ao IMC; e 4,6 milhões com triglicerídeos elevados atribuídos ao IMC; e doença hepática esteatótica metabólica.

Análise

Para o vice-presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso), Bruno Halpern, o atlas mostra “crescimento assustador” nos índices de obesidade e sobrepeso infantil em todo o mundo, sobretudo em países de média e baixa renda.

“A alimentação à base de alimentos pouco ricos nutricionalmente, ultraprocessados e baratos vem crescendo exponencialmente. Isso afeta mais crianças de classes socioeconômicas mais baixas dentro desses países.”

“O Brasil não é exceção. Há dois anos, a gente já sabia que, em dez anos, metade das crianças e adolescentes no Brasil teria sobrepeso ou obesidade. Os dados estão se confirmando. Os índices estão crescendo, são alarmantes”, completou.

Halpern, que também é membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e presidente eleito da Federação Mundial de Obesidade para o biênio 2027-2028, lembra que a obesidade é problema de todos. “Temos 8 bilhões de razões para agir – a população do mundo”.

“Temos que sair da ideia de que a obesidade é um problema individual e entender que, hoje, é também um problema socioeconômico”, disse. “Se metade das crianças vai ter obesidade ou sobrepeso em alguns anos, não é problema dos outros, é problema de todos nós. Se não for o seu filho, vai ser o filho da sua irmã ou alguém muito próximo vivendo com isso”, completou.

“Precisamos ter estratégias de taxação de ultraprocessados e refrigerantes, a gente precisa diminuir a propaganda infantil. A gente precisa trabalhar também a obesidade materna, que é um ponto que o atlas focou bem. Se a gente tratar a obesidade nas mães, pode ser uma forma de prevenir a obesidade dessas crianças no futuro”, concluiu.

 

quarta-feira, 4 de março de 2026

Dia Internacional da Mulher: protagonismo feminino impulsiona ciência e inovação na Suzano

 




No dia 8 de março, a companhia destaca histórias de mulheres que fortalecem a presença feminina na ciência e contribuem para a evolução das operações industriais

 

O Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, é um momento de reconhecer conquistas, reforçar a luta por igualdade e valorizar o poder multiplicador das vozes femininas. Para a Suzano, maior produtora mundial de celulose e referência global na fabricação de bioprodutos a partir do eucalipto, a data representa uma oportunidade de reconhecer o poder transformador das mulheres que impulsionam avanços científicos e tecnológicos, contribuindo diretamente para a sustentabilidade, a inovação e a construção de um futuro mais igualitário, diverso e justo no setor florestal e industrial.

Atualmente, muitas mulheres atuam em diferentes frentes de pesquisa, inovação e desenvolvimento sustentável dentro da Suzano, contribuindo diretamente para soluções baseadas na ciência e para o avanço do setor florestal e industrial em suas operações. Na Unidade Industrial de Imperatriz (MA), pesquisadoras operam em áreas estratégicas relacionadas à inovação, qualidade, processos industriais e sustentabilidade, reforçando o papel da ciência na evolução da indústria de base florestal.

Programa de Aceleração de Carreira de Mulheres

Como parte desse compromisso, a empresa mantém iniciativas voltadas ao fortalecimento da equidade de gênero para fomentar ambientes mais diversos e inclusivos na indústria, como o Programa de Aceleração de Carreira de Mulheres, idealizado e realizado na unidade industrial de Imperatriz. A iniciativa tem como objetivo impulsionar o protagonismo feminino, promovendo o avanço técnico e o desenvolvimento de competências comportamentais para mulheres em todos os níveis hierárquicos. Lançado em 2023, o programa inclui trilhas de desenvolvimento, mentorias e a apresentação de projetos elaborados pelas participantes.

Emanoella Leme é Engenheira de Produção e Técnica em Eletromecânica, ingressou na companhia em 2014 e atualmente atua como Supervisora de Manutenção Industrial da Suzano. Ela foi uma das participantes do Programa de Aceleração de Carreira de Mulheres e conta que a capacidade técnica e a vontade de inovar não têm gênero. “Olhar para trás e ver o quanto avancei, e olhar para frente sabendo que posso abrir caminho para outras mulheres dentro da Suzano e do setor industrial é o que me inspira a continuar pesquisando e inovando. Representatividade importa, e cada conquista minha também representa a de muitas que ainda virão”, ressalta.

Emanoella tem a certeza de que o seu trabalho pode gerar impacto real para a operação, para as pessoas e para o futuro da indústria. A cada desafio técnico que enfrenta, ela lembra de onde começou e de como o apoio da Suzano, especialmente no Programa de Aceleração de Carreira, a impulsionou a acreditar ainda mais no seu potencial.

“Quando mais mulheres entram na ciência, ganhamos diversidade e diversidade é a base da inovação. Cada mulher traz sua experiência, sua leitura do mundo e sua forma de resolver problemas. Isso amplia possibilidades e gera soluções mais completas e criativas. O futuro da inovação depende de equipes plurais, e tenho orgulho de fazer parte de um movimento dentro da Suzano que entende esse valor e promove mais oportunidades para que outras mulheres também possam crescer e transformar nossas operações”, afirma.

Legado que transforma

Entre as mulheres que integram a jornada da ciência, está Sula Fernandes, pesquisadora de genética e melhoramento florestal. Com atuação em Açailândia, Sula é Engenheira Florestal e Doutora em Ciência Florestal. Filha de uma funcionária pública e de um caminhoneiro, o esforço e a dedicação impulsionaram Sula a construir uma história de inspiração: foi a primeira de sua família a ingressar em uma universidade pública federal. Em 2024, iniciou sua trajetória na Suzano, onde atualmente atua como Pesquisadora II na equipe de Genética e Melhoramento Florestal, integrando o maior Programa de Melhoramento Genético Florestal do mundo.

Para Sula, ser mulher na ciência é construir a história enquanto ela acontece. “Ocupar laboratórios, salas de aula, florestas, campos experimentais e centros de inovação com a mesma coragem com que se ocupa um sonho é parte dessa trajetória”, destaca. A pesquisadora relembra com orgulho que as mulheres já são maioria nos programas de pós-graduação stricto sensu no Brasil. “Dos 407 mil estudantes de mestrado e doutorado, 224 mil são mulheres. Isso não é apenas um número, é a prova de um protagonismo coletivo que se firma e se expande, abrindo caminho para novas perguntas, métodos e respostas que impactam a vida real”, afirma.

Apesar dos avanços, os desafios para Sula ainda permanecem, especialmente na conciliação entre a carreira científica e familiar. “Nossa presença é um ato de resistência e resiliência. Cada artigo submetido, cada experimento repetido e cada dia em campo é uma afirmação de que seguimos avançando e levando outras mulheres conosco”, ressalta. Para ela, atuar na pesquisa é transformar obstáculos em impulso, estatísticas em referência e trajetórias individuais em redes de apoio e inspiração para meninas e mulheres da próxima geração.

Assim como a história de Sula e Emanoella, outras colaboradoras da Suzano exemplificam o impacto positivo das iniciativas voltadas ao desenvolvimento feminino.

“Para a Suzano, essas histórias merecem destaque, pois contribuem diretamente para o desenvolvimento de fábricas e florestas mais eficientes. Valorizamos a pluralidade de ideias e reconhecemos o papel que cada pessoa desempenha na construção de uma empresa mais inovadora, responsável e alinhada a uma sociedade mais justa e igualitária. O trabalho de Sula e Emanoella, realizado no Maranhão, ajuda a reforçar nosso compromisso com a permanência, o desenvolvimento e o protagonismo das mulheres na ciência”, finaliza Fernanda Martins, Gerente de Gente e Gestão da Suzano.

Sobre a Suzano

A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina e líder no segmento de papel higiênico no Brasil. A companhia adota as melhores práticas de inovação e sustentabilidade para desenvolver produtos e soluções a partir de matéria-prima renovável. Os produtos da Suzano estão presentes na vida de mais de 2 bilhões de pessoas, cerca de 25% da população mundial, e incluem celulose; itens para higiene pessoal como papel higiênico e guardanapos; papéis para embalagens, copos e canudos; papéis para imprimir e escrever, entre outros produtos desenvolvidos para atender à crescente necessidade do planeta por itens mais sustentáveis. Entre suas marcas no Brasil estão Neve®, Pólen®, Suzano Report®, Mimmo®, entre outras. Com sede no Brasil e operações na América Latina, América do Norte, Europa e Ásia, a empresa tem mais de 100 anos de história e ações negociadas nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais em:

https://www.suzano.com.br

Assessoria de Imprensa Suzano

Brasil tem sexto maior crescimento no ranking das economias do G20

 


A expansão de 2,3% da economia brasileira em 2025 posiciona o Brasil na sexta posição do ranking de crescimento do G20, grupos das maiores economias do mundo.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta terça-feira (3) que o Produto Interno Bruto (PIB) atingiu R$ 12,7 trilhões no ano passado. O PIB é o conjunto de bens e serviços produzidos no país e serve como indicador do comportamento da economia. No ano passado, a agropecuária foi o principal motor do PIB nacional.

Logo após a divulgação do resultado pelo IBGE, a Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda publicou um ranking com o desempenho do PIB entre as 16 economias do G20 que já divulgaram os dados consolidados de 2025. A lista é liderada pela Índia, que apresentou um salto de 7,5% na comparação com 2024. O Brasil aparece imediatamente à frente dos Estados Unidos, maior potência econômica do mundo.

Confira o ranking:

1º) Índia: 7,5%

2º) Indonésia: 5,1%

3º) China: 5%

4º) Arábia Saudita: 4,5%

5º) Turquia: 3,6%

6º) Brasil: 2,3%

7º) EUA: 2,2%

8º) Canadá: 1,7%

9º) União Europeia: 1,6%

10º) Reino Unido: 1,4%

11º) Japão: 1,1%

12º) Coreia do Sul: 1%

13º) França: 0,9%

14º) Itália: 0,7%

15º) México: 0,6%

16º) Alemanha: 0,4%

 

O desempenho do PIB brasileiro em 2025 marcou o quinto ano seguido de expansão. No entanto, o resultado aponta desaceleração, isto é, perda de ímpeto. Em 2024, o crescimento havia sido de 3,4%. Os técnicos do Ministério da Fazenda atribuem a perda de ritmo à política de juros altos. “Esse movimento indica que a política monetária contracionista exerceu impacto relevante sobre a atividade, contribuindo para o fechamento do hiato do produto”, afirma o estudo.

Na linguagem dos economistas, hiato do produto é um indicador sobre a capacidade de produção da economia sem gerar pressão inflacionária. O fechamento do hiato citado pelo boletim da SPE indica que os juros altos desestimularam o consumo a ponto de diminuir a alta de preços.

A política monetária contracionista, isto é, juros em patamar elevado, foi a ferramenta do Banco Central (BC) para conter a inflação, que ficou praticamente todo o ano de 2025 acima da meta do governo, de 3% ao ano com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Desde setembro de 2024, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC impôs trajetória de alta à Selic ─ taxa básica de juros ─ fazendo-a bater 15% ao ano em junho de 2025 e assim permanecendo até os dias atuais. É o maior patamar desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. A Selic influencia todas as demais taxas de juros do país e, quando elevada, age de forma restritiva na economia, ou seja, encarece operações de crédito e desestimula investimentos e consumo.

O impacto esperado é a menor procura por produtos e serviços, esfriando a inflação. O efeito colateral é que a economia em marcha lenta tende a diminuir a geração de empregos. “A perda de fôlego tornou-se mais evidente no segundo semestre, quando a atividade permaneceu praticamente estável em relação ao primeiro”, aponta o boletim da SPE.

Apesar do cenário restritivo, 2025 terminou com a menor taxa de desemprego já registrada pelo IBGE. O Copom já anunciou que pretende cortar a Selic na próxima reunião do colegiado, nos dias 17 e 18 de março.Nesta terça-feira, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, avaliou que o conflito no Oriente Médio envolvendo o Irã não deve impactar a redução dos juros.

A SPE estima que o PIB deve crescer 2,3% em 2026.

“A expectativa é de desaceleração acentuada da agropecuária, compensada por maior ritmo de crescimento da indústria e dos serviços”, projeta a SPE. Os técnicos enxergam que a provável redução de juros dará fôlego à indústria e à construção. A isenção de cobrança de imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil mensais, que entrou em vigor na virada do ano, é outro incentivo de crescimento, de acordo com a SPE.

“Para os serviços, a expectativa também é de maior crescimento, impulsionado pela reforma da tributação sobre a renda e pela expansão do crédito consignado para o trabalhador privado, além da resiliência do mercado de trabalho”, sustenta o boletim.

Fonte: Agência Brasil

Indústria de máquinas e equipamentos começa 2026 em desaceleração

 


O setor de máquinas e equipamentos iniciou 2026 em desaceleração, após encerrar o ano passado com um crescimento moderado. Essa redução no ritmo de crescimento se deve principalmente à política monetária, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

Em janeiro deste ano, a receita líquida total do setor somou R$ 17,3 bilhões, o que representou queda de 17% na comparação com janeiro de 2025 e de 19,3% em comparação a dezembro. Segundo a Abimaq, isso foi resultado de um recuo tanto nas vendas para o mercado doméstico quanto no mercado externo.

No mercado doméstico, a queda foi de 19% devido a um “reflexo da política monetária contracionista”, o que provocou, segundo a entidade, inibição dos investimentos, encarecimento do custo de vida, comprometimento de renda e aumento da inadimplência. Já no mercado externo, a influência negativa foi em decorrência da valorização de 11% do real frente ao dólar.

As exportações de máquinas e equipamentos somaram US$ 838 milhões em janeiro, com queda de 41,5% em relação a dezembro, mas crescimento de 3,1% em relação a janeiro de 2025. De acordo com a associação, a retração na comparação mensal se deve a fatores sazonais e também à base elevada de comparação, já que dezembro de 2025 apresentou o segundo maior valor da série histórica.

As importações, por sua vez, tiveram queda em janeiro, somando US$ 2,48 bilhões. No entanto, ressalta a Abimaq, elas seguem em patamares elevados, o que vem ocorrendo pelo menos desde 2015 e se intensificou com a pandemia da covid-19, “quando a substituição da produção nacional por bens importados ganhou força”.

De acordo com a entidade, o volume de importações demonstra que o país vem transferindo parcela relevante do dinamismo industrial para o exterior, principalmente para a China, responsável por mais de 32% das máquinas importadas pelo Brasil. O setor de máquinas foi um dos mais prejudicados pela aplicação de tarifas de 50% pelo governo dos Estados Unidos, principal destino desses produtos no exterior. Apesar disso, o impacto acabou sendo menor do que o setor previa inicialmente.

“A medida que foi tomada pelo governo Trump impactou bem menos do que a gente previa no início. A gente achava que ia impactar brutalmente as vendas para aquele mercado, mas diversas empresas conseguiram se organizar, se estruturar e preservar aquele mercado, que é bastante importante”, avalia o presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas da Abimaq, Pedro Estevão Bastos.

Em entrevista concedida na tarde desta terça-feira (3), na capital paulista, ele disse esperar que as exportações voltem a ganhar força após a decisão da Suprema Corte ter derrubado as tarifas sobre produtos importados que haviam sido impostas globalmente pelo presidente Donald Trump. Mas, por enquanto, ele diz que o setor está cauteloso.

“Com relação ao futuro e com a reversão da medida, a gente espera conseguir reconquistar uma parte do mercado que foi perdido”, falou. “Mas há outros instrumentos que ele [Trump] pode utilizar e aí elevar a tarifa especificamente para o Brasil a outro patamar, além dos 10%. Então a gente tem conversado com as empresas do setor para ter cautela”, frisou.

Em janeiro, o setor apresentou melhora no número de pessoas empregadas, somando 418,9 mil colaboradores. Na comparação com janeiro de 2025, isso representou um acréscimo de 18 mil pessoas. Apesar disso, a Abimaq pondera que esse número é 2% inferior a outubro do ano passado, quando 422,7 mil pessoas estavam empregadas no setor.

Para este ano de 2026, a associação projeta um crescimento de 3,5% na produção física de máquinas e equipamentos e de cerca de 4% na receita líquida. Para a Abimaq, esse avanço será sustentado pelo mercado doméstico, com a expectativa de expansão da demanda próxima de 5,6%. “A gente está achando que, em 2026, vamos ter uma retração nas vendas em relação a 2025. De quanto vai ser ainda está muito cedo para a gente falar, mas talvez alguma coisa em torno de 5% seja bastante razoável”, disse Bastos. Segundo ele, essas previsões ainda não levam em consideração fatores externos como o recente conflito no Oriente Médio.

Fonte: Agência Brasil

Lula visita fábrica que fornece 19 milhões de produtos ao SUS

 



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitou nesta terça-feira (3) a farmacêutica Bionovis, na cidade de Valinhos (SP).

Fundada em 2012 pela união dos laboratórios Aché, EMS, Hypera Pharma e União Química, a fábrica se dedica ao desenvolvimento e produção de medicamentos biológicos de alta complexidade, e fornece cerca de 19 milhões de seringas e frascos de produtos farmacêuticos a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).

Durante a visita, o Lula destacou que o papel do Estado não é ser produtor. “Ele não tem que ser a fábrica. Ele tem que ser o indutor, tem que ter política de crédito, de financiamento e ajudar na produção. Quando beneficia as pessoas, todo mundo ganha”.

O presidente da República estava acompanhado do presidente da Bionovis, Odinir Finotti, do vice-presidente Geraldo Alckmin, e dos ministros Fernando Haddad (Fazenda), Alexandre Padilha (Saúde) e Simone Tebet (Planejamento). Lula também destacou ser fundamental que os investimentos estratégicos do país sejam orientados a garantir qualidade de vida à população e fez uma crítica ao contexto internacional de conflitos armados.

“Se você lugar a televisão de noite, está falando de guerra, de mísseis, de invasão. E aqui estamos falando de salvar vidas. Isso aqui é nosso míssil, não um míssil para matar, mas para salvar”, disse o presidente, ao exibir caixas de medicamentos que custam até R$ 6 mil por seringa, mas que são oferecidos gratuitamente pelo SUS..

“O paciente precisa tomar de 20 a 25 seringas dessa por ano para controlar uma doença como a artrite reumatoide”, destacou o presidente da Bionovis, Odinir Finotti. “Graças ao SUS, o Ministério da Saúde adquire esse produto pagando 80% menos do que ele custaria numa clínica. Esse produto é feito aqui na Bionovis e chega a todo o povo brasileiro”, acrescentou.

Segundo o governo federal, a política de fortalecimento do complexo industrial da saúde e soberania nacional na produção de medicamentos e insumos para a população conta com investimentos que atualmente somam R$ 15 bilhões em inovação e desenvolvimento industrial.

“Sem política de compras governamentais, isso aqui é impossível. Sem um BNDES, você também não tem condições de planejar uma empresa como essa, que é uma empresa privada, não é uma empresa pública. Mas, se não há uma parceria entre órgãos de Estado, a iniciativa privada, com ambiente de negócios favorável, para venda local e venda externa, esse projeto não se viabiliza”, enfatizou o ministro Fernando Haddad.

No ano passado, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento no valor de R$ 650 milhões para a Bionovis instalar linha de produção industrial pioneira para o desenvolvimento e fabricação de insumos e medicamentos biotecnológicos de alta complexidade na fábrica de Valinhos. Alguns dos insumos atualmente produzidos pela indústria brasileira só eram fabricados em países como China, Estados Unidos, Índia e Coreia do Sul.

Fonte: Agência Brasil


terça-feira, 3 de março de 2026

O Brasil aumentou suas exportações de minério de ferro em 6,3% em relação ao ano anterior em janeiro.

 


Em comparação com dezembro de 2025, o indicador diminuiu 22,7%.

Em janeiro de 2026, o Brasil aumentou suas exportações de minério de ferro em 6,3% em relação ao ano anterior, atingindo 28,99 milhões de toneladas. Essa informação é proveniente de dados sobre a composição da frota mercante coletados pela BigMint.

Em comparação com dezembro de 2025, esse número caiu 22,7%.

A China manteve-se como a maior importadora de minério de ferro brasileiro no período, respondendo por 18,39 milhões de toneladas nos embarques de janeiro. Em seguida, vieram a Índia (0,87 milhão de toneladas) e o Bahrein (0,86 milhão de toneladas).

As exportações de minério do Brasil caíram drasticamente no primeiro mês deste ano devido à forte concorrência das matérias-primas australianas, o que reduziu sua atratividade no mercado. O fornecimento do país para os mercados mundiais também foi temporariamente interrompido pela manutenção programada de importantes terminais de exportação brasileiros.

Ao mesmo tempo, as siderúrgicas, especialmente na China, mantiveram-se cautelosas em suas compras, reabastecendo seus estoques antes do Ano Novo Lunar.

Vale ressaltar que, no final do ano passado, as exportações de minério de ferro do Brasil  atingiram  o recorde de 416,4 milhões de toneladas, um aumento de 7,1% em relação ao ano anterior, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Foi a primeira vez que o volume anual ultrapassou 400 milhões de toneladas, quebrando o recorde anterior de 390 milhões de toneladas, estabelecido em 2018. As exportações foram expressivas nos últimos meses do ano, ultrapassando 40 milhões de toneladas em outubro e dezembro, valor próximo ao recorde mensal.

Conforme relatado pelo GMK Center, as mineradoras brasileiras  aumentaram  suas exportações de minério de ferro (HS 2601) em 2,9% em 2024 em comparação com 2023, passando de 378,14 milhões de toneladas para 389,02 milhões de toneladas. A China tornou-se seu principal consumidor. Em 2024, o fornecimento para siderúrgicas chinesas aumentou 6,4% em relação a 2023, atingindo 276,79 milhões de toneladas, o que representa 71,2% do total das exportações.

GMK Center

 

 

TSE aprova restrições para uso de IA nas eleições de outubro

 


O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou nesta segunda-feira 2 as regras sobre utilização de inteligência artificial (IA) durante as eleições gerais de outubro deste ano. As normas valem para candidatos e partidos. 

Por unanimidade, o tribunal decidiu proibir postagens nas redes sociais de conteúdos modificados no período de 72 horas antes do pleito e 24 horas após a votação. A restrição vale para modificações com imagem e voz de candidatos ou pessoas públicas. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro.

As regras foram definidas com a aprovação de diversas resoluções que vão nortear o pleito, no qual serão escolhidos o presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais.

Os ministros também proibiram que provedores de IA permitam, ainda que solicitado pelos usuários, sugestões de candidatos para votar. O objetivo é evitar a interferência de algoritmos na livre escolha dos eleitores.

Para combater a misoginia digital, o TSE proibiu postagens nas redes sociais com montagens envolvendo candidatas e fotos e vídeos com nudez e pornografia. A Corte eleitoral também reafirmou que os provedores de internet poderão ser responsabilizados pela Justiça se não retirarem perfis falsos e postagens ilegais de seus usuários.

Liberdade de expressão

Para evitar episódios de censura ocorridos em eleições anteriores, os ministros decidiram permitir, no período de pré-campanha, manifestações espontâneas sobre conteúdo político em ambientes universitários, escolares e espaços de movimentos sociais. Também foi garantido que candidatos poderão fazer panfletagem em ruas, parques e praças, desde que garantida a mobilidade da população nos espaços.

Na semana passada, o TSE aprovou mais sete resoluções sobre as eleições. Os textos tratam da divulgação de pesquisas eleitorais, transporte de eleitores, arrecadação de recursos, prestação de contas, além de alterações no cadastro de eleitores.

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