O SIGNIFICADO DA VIDA

segunda-feira, 3 de agosto de 2026

Mineração brasileira cresce 8,2% e fatura R$ 150,7 bilhões no semestre

 


O setor mineral brasileiro abriu 2026 com um desempenho que surpreendeu até mesmo os analistas do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram). O faturamento do primeiro semestre atingiu R$ 150,7 bilhões, ante R$ 139,2 bilhões registrados no mesmo período do ano anterior — crescimento de 8,2% que desafia a sazonalidade historicamente desfavorável dos primeiros meses do ano. Os dados foram apresentados em coletiva de imprensa realizada pelo Ibram, com detalhamento conduzido pelo presidente da entidade, Pablo Cesário. 

 “Esse é um resultado realmente surpreendente e curioso, porque o primeiro semestre, em geral, tem mais incidência de chuvas e outros fatores operacionais que limitam, que têm menos impacto. Então é um resultado muito forte”, afirmou o presidente do Ibram durante a apresentação. 

O crescimento da receita foi acompanhado por uma performance igualmente expressiva no comércio exterior. O valor das exportações minerais brasileiras avançou 24% no período, alcançando US$ 25 bilhões, mesmo diante de uma queda de 2,4% no volume físico exportado. A explicação está na valorização das commodities — especialmente ouro e cobre —, que mais do que compensaram a redução nas quantidades embarcadas.

 As importações minerais também cresceram, registrando alta de 18,99% em valor. Ainda assim, o saldo da balança comercial exclusivamente mineral chegou a R$ 20,3 bilhões, colocando o setor na posição de principal contribuinte para o superávit comercial do país. “A mineração é responsável por 48% do saldo da balança comercial brasileira, incluindo todos os produtos”, destacou o presidente do Ibram.

A arrecadação de tributos acompanhou o ritmo. O setor recolheu R$ 52 bilhões em impostos e contribuições no primeiro semestre, crescimento de 8,2% em relação ao mesmo intervalo de 2024, dos quais R$ 3,8 bilhões correspondem à Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (Cfem).

Em meio ao cenário positivo, o minério de ferro — ainda a principal commodity do setor — apresentou queda de 3,1% no faturamento, apesar do aumento na produção física. O presidente do Ibram contextualizou a razão: a variação negativa de preço no mercado internacional foi o principal fator, e ela foi amplamente compensada pelo desempenho de outras commodities.

Ouro e cobre foram os protagonistas dessa compensação. O ouro, em particular, tem se beneficiado de uma mudança estrutural na forma como bancos centrais ao redor do mundo reservam valor. “Há uma tendência de longo prazo de retomada do preço, de aumento do valor, simplesmente porque a oferta não vai conseguir acompanhar a demanda”, analisou o presidente do Ibram. Ele acrescentou que o destino das exportações brasileiras do metal precioso está fortemente concentrado na China — com a maior parte do volume adquirido pelo Banco Central chinês para formação de reservas.

O cobre, por sua vez, foi descrito como um mineral de demanda crescente e insubstituível no processo de eletrificação global. “Ele é absolutamente necessário em todo o processo de eletrificação, seja de transporte, de processamento de dados. Se tem um daqueles minérios que realmente acompanhamos num mercado de commodity, é o cobre”, afirmou o presidente do Ibram. A perspectiva de longo prazo é de pressão contínua sobre os preços, dado o ritmo de exaustão de minas ativas e a lentidão na entrada de novas reservas em operação.  

O mercado de trabalho do setor registrou variação positiva sutil no semestre: 421 novas vagas, levando o total para 229.614 postos de emprego direto. O número não inclui trabalhadores em empresas prestadoras de serviço à mineração, o que, segundo o Ibram, tornaria o impacto da atividade ainda mais expressivo ao longo de toda a cadeia.

O presidente da entidade destacou que o emprego é um indicador mais lento do que o faturamento. “O emprego é um indicador de atividade econômica que é mais lento. Primeiro a receita aumenta, depois isso vai sendo acompanhado ao longo do tempo. E da mesma forma, quando a receita diminui, o emprego reage mais devagar”, explicou. Nos últimos cinco anos, o setor gerou 785 mil novos postos de trabalho, saindo de um patamar mais baixo para os atuais 229 mil empregos diretos — trajetória descrita como “crescimento relevante e consistente ao longo dos anos.”

Minas Gerais segue na liderança do emprego setorial, com 38,2% das vagas, seguida pelo Pará (34,6%) e pela Bahia (5%). O Ibram, entretanto, projeta que o Pará assumirá a liderança da produção mineral nacional nos próximos anos, dada a velocidade com que a província mineral vem se expandindo.

Entre as preocupações apresentadas pelo Ibram, a crise de abastecimento de enxofre ocupou posição de destaque. O mineral, insumo básico para a fabricação de ácido sulfúrico — presente em fertilizantes, saneamento básico, mineração e indústria química —, saiu de uma faixa histórica de US$ 100 por tonelada para ser negociado a US$ 1.200 por tonelada, alta de aproximadamente 1.100%.

O problema, segundo o Ibram, não é apenas de preço, mas de disponibilidade física. Boa parte da produção mundial de enxofre é subproduto do refino de petróleo proveniente do Oriente Médio e de regiões do leste europeu, como o Cazaquistão — áreas em que os conflitos armados interromperam cadeias logísticas e destruíram capacidade produtiva. “Cinquenta por cento do enxofre do mundo passa pelo Estreito de Ormuz. Esse trânsito continua impedido e não se tem ideia de quanto da capacidade de produção de enxofre do mundo foi destruída nos conflitos”, detalhou o presidente do Ibram.

A situação já provoca a interrupção de plantas de ácido sulfúrico no Brasil, e os estoques nacionais foram descritos como “bastante preocupantes”. “Isso afeta a mineração, não é apenas a agricultura, a indústria química também não funciona sem isso”, alertou o presidente da entidade.

Outro ponto de forte crítica do Ibram foi a inclusão da mineração no escopo do Imposto Seletivo, previsto no bojo da reforma tributária. Para a entidade, trata-se de um erro conceitual e técnico que pode comprometer a competitividade do setor no longo prazo.

“Não existem exemplos no mundo de imposto seletivo que afetam a mineração e o petróleo. Esse imposto, quando criado, tem como objetivo desincentivar o consumo de produtos que tenham externalidades negativas de saúde, de ambiente. E, portanto, incide apenas naqueles produtos destinados diretamente ao consumo”, argumentou o presidente do Ibram.

A crítica vai além da estranheza conceitual. O Ibram aponta que, na prática, o Imposto Seletivo sobre mineração funciona como um imposto de exportação disfarçado, com efeitos sobre a cumulatividade tributária que a própria reforma pretendia eliminar. “O que o Imposto Seletivo faz, ao incidir na mineração, é criar cumulatividade tributária e destruir ou diminuir a nossa capacidade competitiva”, afirmou.

Para reforçar o argumento, o presidente do Ibram recorreu ao exemplo argentino: “A incidência de um imposto de exportação sobre a pecuária argentina levou à destruição de um dos setores mais competitivos da economia argentina em 30, 40 anos.” Com a regulamentação das alíquotas ainda em discussão, o Ibram defende que a alíquota aplicável à mineração seja zero — ou que, ao menos, sejam reconhecidas diferenciações dentro do próprio minério de ferro, premiando, por exemplo, produtos com menor intensidade de carbono.

Um terceiro alerta do Ibram diz respeito ao julgamento do Supremo Tribunal Federal sobre a constitucionalidade da Lei nº 5.709/1971, que restringe a posse de terras por empresas com capital estrangeiro. O STF julgou a lei constitucional, mas o acórdão ainda não foi publicado na íntegra, gerando uma zona cinzenta jurídica que afeta diretamente empresas mineradoras — que necessitam de grandes extensões de terra não apenas para lavra, mas sobretudo para projetos de compensação ambiental e social.

“Nossas empresas hoje não têm clareza se os ativos que elas têm, podem manter. E caso elas não tenham, as operações podem ser profundamente impactadas”, afirmou o presidente do Ibram. A entidade acompanha com atenção um projeto de lei em tramitação no Senado que tenta equacionar a questão. A indefinição, porém, já é suficiente para gerar insegurança entre investidores estrangeiros — em um momento em que o Brasil tenta justamente atrair mais capital externo para o setor.

Na pauta legislativa, o Ibram manifestou apoio ao avanço do PL 2.780, que institui uma política nacional para minerais críticos e estratégicos, e acompanha com expectativa o PL 4.443, de autoria do senador Renan Calheiros, relatado pelo senador Esperidião Amin na Comissão de Assuntos Econômicos e em debate na Comissão de Infraestrutura do Senado. “O regime que se encontrou é maduro. Há mudanças, ajustes, mas que são ajustes relevantes que precisam ser feitos, e que ele seja aprovado no menor prazo possível”, defendeu Cesário. 

O ponto central do debate gira em torno da composição e dos poderes do Conselho de Minerais Críticos e Estratégicos previsto nos projetos. “O grande debate ao redor desse texto é sobre qual é o papel desse conselho e quais poderes ele terá”, resumiu o presidente do Ibram, que relatou ter percebido, em reunião recente, um raro consenso bipartidário: senadores de situação e oposição concordaram que o tema é prioritário e precisa avançar. A expectativa é de que a pauta retorne à Comissão de Infraestrutura na semana do dia 10 de agosto.

 No plano geopolítico, o presidente do Ibram defendeu que o Brasil aproveite sua posição de “não alinhamento automático” para liderar um arranjo plurilateral de fornecimento de minerais críticos. “O Brasil tem uma característica de autonomia internacional. Nós somos vistos por todas as grandes potências — americanos, europeus, chineses, japoneses — como confiáveis, ao mesmo tempo”, disse. Para ele, o país deve exigir, em contrapartida ao fornecimento seguro de minerais, acesso a tecnologias, mercados previsíveis e mecanismos de cofinanciamento. “Nós podemos liderar um arranjo global ou pelo menos plurilateral em que haja ganha-ganha”, afirmou.

A estimativa de investimentos do setor para o período 2026–2030 permanece em US$ 76,9 bilhões, monitorada anualmente pelo Ibram. A curva projetada é crescente e, segundo a entidade, reflete tanto a realocação de cadeias produtivas globais quanto a transição energética em curso — que coloca a mineração no centro da demanda por insumos para energias limpas, eletrificação e processamento de dados.

Para sustentar esse crescimento, o Ibram identificou como uma das principais fragilidades estruturais do setor a escassez de mecanismos de financiamento adequados às características da atividade mineral. Hoje, mais de 130 empresas com operações no Brasil estão listadas em bolsas estrangeiras, enquanto apenas cinco mineradoras têm ações negociadas em território nacional. A entidade já iniciou discussões com o Ministério da Fazenda para criar um instrumento similar ao existente na Austrália e no Canadá — um mecanismo que permita que investimentos em pesquisa mineral sejam reconhecidos como despesas dedutíveis no Imposto de Renda.

Em resposta a perguntas de jornalistas, o presidente do Ibram reforçou o alerta sobre a infiltração do crime organizado na mineração ilegal. Com o ouro em patamares recordes, o incentivo econômico para a atividade ilícita cresceu proporcionalmente — e as barcas utilizadas no garimpo ilegal, que custam entre R$ 10 milhões e R$ 15 milhões, passaram a ser financiadas por organizações criminosas. A presença de armas de alto calibre e a resistência armada em operações de fiscalização do Ibama e da Polícia Federal são, segundo o Ibram, evidências concretas dessa infiltração.

“O crime organizado se tornou investidor na mineração ilegal porque ela é muito rentável, mas também porque presta outro serviço: lavagem de dinheiro”, afirmou o presidente do Ibram. A entidade mantém programas de cooperação com a Polícia Federal e o Ministério Público e trabalha, junto ao Sebrae e ao Ministério de Minas e Energia, em medidas para estimular a formalização de pequenos garimpeiros que desejam sair da clandestinidade.

O quadro geral desenhado pelo Ibram aponta para uma trajetória de expansão sustentada, lastreada em fundamentos de longo prazo. A transição energética global, a realocação de cadeias industriais, a valorização de minerais críticos e o potencial ainda subexplorado de províncias como o Pará e o interior da Bahia e de Goiás compõem um cenário favorável. A participação da mineração no PIB, na arrecadação e no saldo comercial tende a crescer.

Os riscos, contudo, são reais e urgentes: o imposto seletivo mal calibrado, a crise do enxofre, a insegurança jurídica sobre terras e o avanço do garimpo ilegal podem comprometer investimentos e competitividade. O setor chega ao segundo semestre de 2025 mais forte em números — e mais exigente em políticas públicas à altura do papel que já demonstra desempenhar na economia brasileira. (Equipe Brasil Mineral)

ELEIÇÕES 2026: PT oficializa Lula candidato à Presidência da República

 


ELEIÇÕES 2026. O Partido dos Trabalhadores oficializa a candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à reeleição neste domingo (2). O evento acontece no Expo Center Norte, na Zona Norte da cidade de São Paulo.

Lula vai em busca de seu quarto mandato presidencial. Ele foi eleito em 2002, reeleito em 2006 e novamente escolhido como presidente em 2022.

O presidente também disputou as eleições de 1989, 1994 e 1998, quando saiu derrotado: primeiro, por Fernando Collor e, depois, por Fernando Henrique Cardoso duas vezes.

Se vencer, chegará a 16 anos como presidente e ficará atrás somente de Getúlio Vargas, que governou o Brasil por pouco mais de 18 anos.

Geraldo Alckmin (PSB) consolidou sua posição no governo e manteve uma relação de proximidade com Lula e será novamente o vice na chapa. Em 2026, o PT terá PSB, PCdoB, PV, PDT, PSOL e Rede como aliados.

STF decide que prefeituras devem acolher cães e gatos abandonados e vítimas de maus-tratos

 


Entendimento reforça a responsabilidade do poder público na proteção dos animais.

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que as prefeituras têm o dever de garantir acolhimento a cães e gatos abandonados ou vítimas de maus-tratos. A decisão foi tomada em um processo envolvendo o município de Catanduva (SP) e poderá servir de referência para casos semelhantes em todo o país.

Pelo entendimento da Corte, caso não exista canil ou gatil municipal, a prefeitura deverá adotar outras medidas para assegurar abrigo, atendimento veterinário e proteção aos animais.

O caso teve início após o Ministério Público apontar que Catanduva não possuía estrutura para receber animais resgatados. Ao manter decisão da Justiça paulista, o ministro André Mendonça entendeu que a omissão do poder público pode justificar a determinação judicial para implantação de políticas públicas.

A decisão fortalece a atuação do Ministério Público e de protetores da causa animal, podendo incentivar municípios a ampliar ações como castração, adoção responsável e atendimento a animais em situação de abandono.

 

“Homem-Aranha: Um Novo Dia” estreia com US$ 927 milhões e registra segunda maior abertura da história

 


Novo filme estrelado por Tom Holland leva Peter Parker de volta aos cinemas e alcança marca histórica de bilheteria mundial.

O filme “Homem-Aranha: Um Novo Dia” registrou uma estreia histórica nos cinemas. O longa arrecadou US$ 927 milhões (cerca de R$ 4,7 bilhões) em bilheteria mundial no fim de semana de lançamento, alcançando a segunda maior abertura da história do cinema.

Somente nos Estados Unidos e no Canadá, a produção faturou US$ 355 milhões, desempenho que coloca o filme entre as maiores estreias já registradas no mercado norte-americano.

Estrelado por Tom Holland, em sua quarta participação como o Homem-Aranha, o longa acompanha Peter Parker em uma nova fase de sua trajetória. Após os acontecimentos anteriores, o personagem vive em um mundo que não se lembra de sua identidade como o herói.

Zendaya também retorna ao elenco no papel de MJ, personagem que mantém uma relação importante com Peter Parker na história. De acordo com dados da Rentrak, “Homem-Aranha: Um Novo Dia” alcançou a maior estreia nos Estados Unidos desde o início da pandemia de Covid-19. O resultado, porém, ainda fica atrás de “Vingadores: Ultimato”, lançado em 2019.

Considerando os valores corrigidos pela inflação, “Vingadores: Ultimato” registrou aproximadamente US$ 467 milhões em sua abertura no mercado norte-americano. O desempenho de “Homem-Aranha: Um Novo Dia” reforça a força da franquia nos cinemas e coloca a produção entre os maiores sucessos de estreia da história da indústria cinematográfica.

domingo, 2 de agosto de 2026

INEP ABRE INSCRIÇÕES PARA FISCAIS DO ENEM E SELEÇÃO PREVÊ REMUNERAÇÃO POR ATUAÇÃO

 


O  Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) abriu as inscrições para a seleção de profissionais que atuarão na fiscalização da aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e de outras avaliações federais.

Podem participar servidores públicos e professores da rede pública que atendam aos requisitos definidos pelo órgão. Os selecionados passarão a integrar a Rede Nacional de Certificadores, responsável por acompanhar a realização das provas, verificar o cumprimento das normas, registrar ocorrências e elaborar relatórios destinados ao Inep.

A atividade tem caráter temporário e não estabelece vínculo empregatício com o instituto. Os profissionais convocados receberão remuneração conforme os critérios previstos pelo Inep, com possibilidade de valores diferenciados nos casos em que houver necessidade de deslocamentos mais longos.

As inscrições devem ser feitas por meio da plataforma da Rede Nacional de Certificadores, utilizando uma conta Gov.br. Após o cadastro, os candidatos também deverão concluir uma capacitação on-line obrigatória, etapa necessária para que possam ser convocados para atuar nas aplicações das avaliações.

Governo autoriza recuperação da MA-040, entre Timon e Matões

 


São quase 75 km de estrada, ligando o entroncamento da BR-226 (Timon) ao entroncamento com a MA-040 (Matões).

O governador Carlos Brandão assinou, na manhã deste domingo (2), a ordem de serviço para a completa recuperação rodoviária entre os municípios de Timon e Matões, na Região dos Cocais. São quase 75 km de estrada, ligando o entroncamento da BR-226 (Timon) ao entroncamento com a MA-040 (Matões).

“A recuperação dessa estrada era um sonho de muitos anos dos moradores de Timon, Matões e Parnarama. Nossos engenheiros fizeram o projeto, licitamos a obra e, agora, viemos dar início aos trabalhos”, destaca o governador Carlos Brandão.

Os prefeitos de Timon, Rafael Brito, e de Matões, Nonatinho, prestigiaram a cerimônia e destacaram a importância da obra.

“Vai mudar e muito a vida das pessoas que moram na região. A população esperava há muitos anos pela recuperação dessa estrada e, agora, vê suas necessidades finalmente atendidas”, comenta o prefeito de Timon.

“Investir na infraestrutura, na pavimentação das estradas, é investir indiretamente na melhoria da qualidade de vida das pessoas e também no fortalecimento das atividades produtivas”, acrescenta o prefeito de Matões, Nonatinho.

A notícia da recuperação da MA-040 se espalhou rápido pela região e atraiu centenas de pessoas para o povoado Varjota, local onde o contrato foi assinado, na manhã deste domingo.

O empresário Soares Sobrinho mora e trabalha em Timon e estava bem empolgado ao comentar os benefícios que a recuperação da MA-040 vai proporcionar. “Como a estrada estava esquecida há muito tempo, as  propriedades rurais existentes ao longo da rodovia estavam todas abandonadas e, agora, com a recuperação, voltarão a ficar valorizadas”, acredita.

Aproximadamente R$ 118 milhões serão investidos na recuperação da MA-040. Os serviços começam a ser feitos de imediato. De acordo com o contrato assinado, a obra deverá ser concluída dentro de 18 meses.

Fonte: Secom

Fotos: Gilson Teixeira







Michelle Bolsonaro deve receber alta e participar de convenção que oficializa candidatura ao Senado

 


Ex-primeira-dama está internada em Brasília após crise de enxaqueca e deve ter nome confirmado pelo PL do Distrito Federal

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro tem previsão de receber alta médica neste domingo (2) após ser internada no hospital DF Star, em Brasília, para tratar uma crise intensa de enxaqueca.

Caso a liberação ocorra no horário previsto, Michelle deverá participar da convenção do Partido Liberal (PL) no Distrito Federal, marcada para as 17h, evento que vai oficializar sua candidatura ao Senado Federal nas eleições de 2026.

A legenda também deve homologar o nome da deputada federal Bia Kicis para a outra vaga ao Senado e anunciar apoio à reeleição da governadora Celina Leão (PP).

Michelle foi internada no sábado (1º) após apresentar fortes dores de cabeça. Durante a permanência no hospital, ela passou por exames para investigar as crises recorrentes de enxaqueca e recebeu medicação para controle dos sintomas.

Nas redes sociais, a ex-primeira-dama publicou uma imagem no hospital e agradeceu o apoio recebido.

“Obrigada pelas orações e por todo carinho”, escreveu.

Candidatura ao Senado

A confirmação da candidatura de Michelle ocorreu durante um evento do PL realizado no sábado, quando Bia Kicis anunciou que a ex-primeira-dama disputará uma das vagas ao Senado pelo Distrito Federal.

“Ela não vai poder estar aqui pessoalmente, mas ela me incumbiu de dar a vocês essa grande notícia”, afirmou a deputada.

Com a oficialização, Michelle e Bia Kicis formarão a chapa do PL para a disputa das duas cadeiras do Senado pelo Distrito Federal em 2026.

Vagtonio Brandão prestigia celebração pelos 70 anos da comunidade Riacho do Meio

 


O presidente da Agemsul, Vagtonio Brandão, participou da comemoração dos 70 anos da comunidade Riacho do Meio, em um evento marcado por celebração, reencontros e reconhecimento à história de uma das comunidades mais tradicionais da região.

A programação reuniu moradores, lideranças e famílias para celebrar sete décadas de trabalho, união e desenvolvimento. Durante a visita, Vagtonio destacou a importância de valorizar as comunidades que contribuem diariamente para o crescimento do Maranhão, ressaltando a força das famílias que ajudaram a construir a história de Riacho do Meio.

Além das homenagens, o encontro foi uma oportunidade para fortalecer laços, rever amigos e reconhecer o papel de cada morador na formação de uma comunidade acolhedora e comprometida com o desenvolvimento local.

A presença do presidente da Agemsul reforça o compromisso do Governo do Maranhão em manter o diálogo com as comunidades, valorizando sua história e apoiando iniciativas que promovam mais qualidade de vida para a população.

Ao celebrar seus 70 anos, a comunidade Riacho do Meio reafirma sua trajetória de união, dedicação e esperança, deixando um legado para as futuras gerações.




Semana consolida início da caminhada de Ulisses Gonçalves e amplia agenda política




A semana marcou o início de uma nova etapa na trajetória política de Ulisses Gonçalves. Após a homologação de sua candidatura a deputado estadual durante a convenção do PL, o nome passou a ganhar espaço no noticiário político e nas redes, impulsionado pela ampla repercussão do evento e pelas primeiras agendas públicas.

 

Ao longo dos últimos dias, Ulisses recebeu manifestações de apoio de lideranças e da população, além de intensificar visitas e encontros que reforçam sua presença política na Região Tocantina. A movimentação também consolidou a dobradinha com Mariana Carvalho para a Câmara Federal e a candidatura de Cidônio Gonçalves ao Senado, fortalecendo o projeto político do grupo para as eleições de 2026.


O Candidato a Deputado Estadual Ulisses Gonçalves @ulissesgoncalves.ma intensificou a pré-campanha neste domingo com visita ao Mercadinho de Imperatriz.

 


Durante bate-papo com comerciantes e frequentadores, Ulisses relembrou que já trabalhou como vendedor de bananas no local.

"Na época, a caixa de banana a três reais pra o produtor apurar, cumprir os compromissos, pagar os colaboradores etc, e nós seguimos com muita garra trabalhando, e assim permanecemos até hoje, acreditando na força do trabalho, no acordar cedo e ir a luta pelo futuro", afirmou Ulisses.

Ele esteve acompanhado da pré-candidata a Deputada Federal Mariana Carvalho @marianacarvalho.ma.

Fonte:  Maycon Souza

Vagtonio Brandão acompanha Copa Brasil de Kart e destaca impacto do esporte no desenvolvimento regional

 


O presidente da Agemsul, Vagtonio Brandão, participou da 27ª Copa Brasil de Kart 2026, realizada no Kartódromo Internacional de Imperatriz, acompanhando de perto uma das maiores competições do kartismo nacional.

Durante o evento, Vagtonio ressaltou a importância de incentivar iniciativas esportivas que vão além das pistas. Segundo ele, competições desse porte impulsionam a economia local, fortalecem o turismo, movimentam diversos setores do comércio e geram novas oportunidades para a população.

Além do impacto econômico, a Copa Brasil de Kart também reforça o papel do esporte na formação de crianças e jovens, promovendo valores como disciplina, dedicação, respeito e superação.

O Governo do Maranhão segue apoiando ações que contribuem para o desenvolvimento regional e valorizam o esporte como ferramenta de inclusão social, geração de renda e fortalecimento das potencialidades dos municípios.


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Governador Carlos Brandão participa da abertura da 52ª ExpoCodó

 


Evento este ano conta com mais de 100 expositores.

O governador Carlos Brandão prestigiou, neste sábado (1º), a abertura da 52ª ExpoCodó, uma das mais movimentadas feiras agropecuárias da Região Leste maranhense. Este ano, o evento conta com a participação de mais de 100 expositores.

Acompanhado do prefeito do município, Chiquinho FC, e da secretária de Estado da Agricultura e Pecuária, Jucielly Oliveira, Brandão visitou os stands da Prefeitura, do Espaço Mulher no Agro e da Sagrima.

“Exposições agropecuárias movimentam a cidade, os negócios, o comércio de bens e serviços e também servem para os profissionais envolvidos com o setor agropecuário possam reciclar seus conhecimentos”, destaca Brandão. “Tenho procurado participar de todas as exposições agropecuárias realizadas no estado, não apenas vindo pessoalmente, mas apoiando no que for necessário para fortalecer o segmento”, completa.

A presidente da Associação dos Criadores do Vale do Itapecuru (Acrivi) e da Comissão das Mulheres no Agro, Inalda Éder, fez questão de agradecer o governador pelo apoio recebido desde o início da gestão. “Tudo que nós temos neste parque, toda a estrutura existente, asfalto, o pavilhão de leilões, foi graças ao governo Brandão, que desde sempre atendeu às nossas solicitações, devido ao olhar diferenciado que ele enxerga as potencialidades do agronegócio”, comenta.

O prefeito de Codó, Chiquinho FC, também destaca a importância do apoio especial que o setor agropecuário tem recebido do governo Carlos Brandão. “Com o incentivo dado pelo governo estadual ao segmento, a agropecuária maranhense registrou um crescimento de 8%”, aponta. “Brandão tem sido um grande parceiro do nosso agro”, acrescenta.

Este ano, além da exposição de produtos, máquinas, equipamentos e animais, a programação da ExpoCodó inclui palestras técnicas, capacitações, rodadas de negócios, atrações musicais e espaços dedicados à inovação e ao empreendedorismo.

A Secretaria de Estado de Agricultura e Pecuária (Sagrima) está com um estande especial na exposição. No espaço serão apresentadas novas tecnologias aplicáveis ao campo, sustentabilidade na fruticultura e piscicultura.

A secretaria também promoverá, durante os dias da exposição, um ciclo de palestras direcionado à juventude rural, regularização sanitária e ao empreendedorismo femininos. A 52ª ExpoCodó, aberta oficialmente neste sábado, prossegue até o dia 9 deste mês, no Parque de exposições Walter Zaidan.

Fonte: Secom







 

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