O SIGNIFICADO DA VIDA

quarta-feira, 4 de novembro de 2026

Senado aprova PEC da Segurança Pública sem redução da maioridade penal

 


O Senado aprovou nesta terça-feira (3) a PEC 18/2025, conhecida como PEC da Segurança Pública, que visa ampliar a integração entre os órgãos de segurança e fortalecer o combate ao crime organizado. A PEC foi aprovada por unanimidade, com 73 votos favoráveis em primeiro turno e 75 em segundo turno. Com isso, a emenda será promulgada.

Emendas que tratavam da redução da maioridade penal acabaram sendo desmembradas do texto e passarão a tramitar como proposta autônoma.

O desmembramento foi aprovado com um placar apertado, 38 votos a 36. Senadores oposicionistas defendiam a votação das emendas. O líder do MDB, senador Eduardo Braga (MDB-AM), sugeriu que as novas propostas sejam analisadas em calendário especial pelo Plenário. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, se comprometeu a dar celeridade à votação das PECs paralelas.

— A Secretaria-Geral da Mesa não vai encaminhar [as propostas] para a Comissão de Constituição e Justiça. Nós vamos aguardar o requerimento do calendário especial. Vossas Excelências têm que construir qual é o texto que vai ser votado — disse o presidente do Senado.

A PEC, de iniciativa do Executivo, foi aprovada em calendário especial, com a dispensa de prazos e sessões de discussão. O relator, senador Rogério Carvalho (PT-SE), rejeitou outros pedidos de mudança, para evitar que o texto tivesse que voltar à Câmara dos Deputados.

— Isso impediria a promulgação imediata e atrasaria o atendimento de necessidades inadiáveis da população brasileira, que clama por mais segurança pública — explicou o relator.

Entre os principais pontos da proposta aprovada está a inclusão do Sistema Único de Segurança Pública (Susp) na Constituição. A PEC também amplia a participação do governo federal no setor e estabelece regras para a criação de polícias municipais. Além disso, traz medidas mais rigorosas contra integrantes de facções criminosas e milícias, proteção às vítimas e mais recursos para a segurança pública.

Maioridade penal

A discussão em Plenário se concentrou na redução da maioridade penal, que não fazia parte da proposta, mas era objeto de duas emendas. Ao propor a tramitação das duas como uma PEC paralela, o relator disse considerar que a redução da maioridade penal é tema estranho ao texto, o chamado “jabuti”.

Rogério Carvalho também destacou a “forte divergência doutrinária e política” sobre a maioridade penal e lembrou que a Câmara dos Deputados já constituiu, em agosto deste ano, uma comissão especial sobre o tema para tratá-lo com o aprofundamento técnico que exige.

— Acatar a Emenda 84, de Plenário, numa PEC apreciada sob o rito de calendário especial suprimiria as instâncias de debate adequadas, tratando de assunto extremamente complexo em texto com objetivo diverso — avaliou.

A emenda à qual se referiu o relator foi apresentada pelo líder da oposição, senador Rogerio Marinho (PL-RN). O texto buscava reduzir a idade de responsabilização penal para 16 anos como regra geral e para 14 anos nos casos de crimes hediondos, tortura, tráfico de drogas, terrorismo e participação em organizações criminosas.

Rogerio Marinho discordou que o tema fosse um jabuti, já que, para ele, maioridade penal faz parte da segurança pública. Ele também argumentou que o fatiamento da PEC impediria a discussão e votação das emendas.

— O relator propõe que, na prática, este Plenário seja cerceado, seja emudecido, que haja uma procrastinação, que se coloque para adiante, que não se permita que a discussão aconteça — criticou.

A outra emenda sobre redução da maioridade penal foi apresentada pelo líder do PT, senador Camilo Santana (PT-CE). Pelo texto, a redução para 16 anos valeria apenas para os crimes hediondos.

Divergência

O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) ponderou que havia um consenso sobre a necessidade de mudanças na maioridade penal, apoiadas inclusive pelo presidente Lula, e defendeu que as emendas fossem colocadas em votação. Senadores de oposição, como Carlos Portinho (PL-RJ) e Efraim Filho (PL-PB), protestaram contra o desmembramento das emendas e pediram que fossem votadas pelo Plenário.

— É inadmissível que sejam retirados dos senadores e senadoras o direito e a prerrogativa do mandato. O argumento mais esdrúxulo que eu já vi ser colocado aqui é o de que a matéria era estranha. Aqui a gente sabe o que é jabuti, a gente já lidou com muitos deles diversas vezes, e este não é um caso de matéria estranha — disse Efraim.

Para a líder do governo, senadora Teresa Leitão (PT-PE), era natural que se aprovasse a parte consensual do texto.

— A luta política sobre a PEC da segurança não existe. Todos concordamos com ela. Nós podemos ter uma aprovação unânime ou quase unânime da PEC da segurança, assim como tivemos na PEC 6×1 — disse a líder, ao defender o desmembramento.

Tanto Jaques Wagner (PT-BA) quanto Eliziane Gama (PSD-MA) destacaram que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já afirmou ser a favor de mudanças nas regras sobre maioridade penal.

O que prevê a PEC

A PEC aprovada prevê medidas mais rigorosas contra integrantes de facções criminosas, milícias e organizações paramilitares, com punições proporcionais à posição de cada integrante na hierarquia desses grupos.

Entre as medidas estão o cumprimento obrigatório de pena em estabelecimentos de segurança máxima, restrições à progressão de regime e a benefícios processuais, além da possibilidade de confisco de bens ligados a atividades criminosas.

O texto também estabelece a responsabilização de pessoas jurídicas envolvidas com essas organizações e amplia a proteção a denunciantes e familiares. Para as vítimas de crimes, assegura direitos como assistência, informação, acesso à Justiça e participação no processo penal, com atenção especial às mulheres.

Outra mudança é o fortalecimento da cooperação entre União, estados, Distrito Federal e municípios no combate à criminalidade. A PEC incorpora o Sistema Único de Segurança Pública (Susp) à Constituição e prevê ações conjuntas, compartilhamento de informações e integração dos sistemas utilizados pelos órgãos de segurança.

A proposta também permite a criação de polícias municipais, sujeitas a critérios de formação, capacidade financeira e fiscalização. Além disso, amplia as atribuições da Polícia Rodoviária Federal (PRF) para incluir o policiamento de ferrovias e hidrovias federais e institui o Sistema de Políticas Penais, com novas regras para a atuação das polícias penais.

Em relação ao financiamento, a PEC protege os recursos dos fundos nacionais de Segurança Pública (FNSP), Penitenciário (Funpen) e de Aparelhamento e Operacionalização das Atividades-Fim da Polícia Federal (Funapol) contra bloqueios e desvios de finalidade, ressalvadas exceções previstas no texto. Também destina ao setor 10% do superávit do Fundo Social.

Emendas

A proposta foi aprovada com emendas consideradas de redação. Uma delas, sugerida pelo senador Carlos Portinho, possibilita que as Forças Armadas recebam ressarcimento, em operações de Garantia da Lei e da Ordem, com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública.

Outras emendas que haviam sido apresentadas em Plenário foram rejeitadas pelo relator. Duas delas, do senador Eduardo Gomes (PL-TO), incluíam no artigo da Constituição que trata dos órgãos da segurança pública os órgãos do sistema socioeducativo dos estados e do Distrito Federal e os agentes de trânsito, além de reconhecer o patrulhamento viário como atividade de natureza policial.

Também foi rejeitada emenda do senador Dr. Hiran (PP-RR) sobre a autonomia da polícia científica, que já faz parte de outra proposta, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 76/2019, aprovada pelo Senado em 2025.

Durante a análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o relator já havia suprimido do texto o repasse gradual de 10% a 30% da arrecadação das bets para financiar o Fundo Nacional de Segurança Pública e o Fundo Penitenciário Nacional. A mudança foi feita antes da edição da medida provisória que proibiu as bets, para evitar a menção a elas na Constituição.

CÂMARA APROVA REQUERIMENTO QUE SOLICITA BRINQUEDOS ACESSÍVEIS E INCLUSIVOS NAS ESCOLAS MUNICIPAIS

 


A Câmara Municipal de Açailândia aprovou o Requerimento nº 696/2026, de autoria do vereador Adjackson Lima, que solicita ao Poder Executivo a instalação de brinquedos acessíveis e inclusivos nas escolas da rede pública municipal.

A proposta busca garantir que todas as crianças, incluindo aquelas com deficiência ou mobilidade reduzida, tenham oportunidades de brincar, interagir e participar das atividades recreativas no ambiente escolar.

A iniciativa reforça a importância da inclusão, da acessibilidade e da igualdade de oportunidades, contribuindo para a construção de espaços escolares mais acolhedores e preparados para atender às necessidades de todos os alunos.

Da Assessoria Do Vereador.

https://www.instagram.com/p/DfU3F_8TDnN/?dlrf=MTk1ODhnYjI1N3N3dw

Correios e Serasa dão início a nova edição do Feirão Limpa Nome em mais 7 mil agências

 


Os Correios e a Serasa iniciam nesta terça-feira (3/11), mais uma edição do Feirão Limpa Nome, iniciativa que amplia o acesso da população brasileira a oportunidades de negociação de débitos com condições diferenciadas. Neste ano, mais de 3,3 mil empresas participam da ação, disponibilizando milhões de ofertas de renegociação com descontos que podem chegar a 99%.

Até 6 de dezembro, consumidores poderão consultar e negociar débitos por meio dos canais digitais da Serasa ou presencialmente nas mais de 7 mil agências dos Correios em todo o país, sem cobrança de taxa pelo atendimento.

A edição deste ano conta com mais de 750 milhões de ofertas de negociação, volume 14% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. A expectativa é ampliar o número de pessoas atendidas e oferecer mais alternativas para quem busca reorganizar sua vida financeira. Na última edição do Feirão, mais de 10,2 milhões de acordos foram formalizados em todo o Brasil.

Segundo a diretora da Serasa, Aline Maciel, o Feirão se consolidou como uma das principais iniciativas de negociação financeira do país. “Ampliar o acesso à renegociação é fundamental para que milhões de pessoas tenham a oportunidade de reorganizar suas finanças. Esta edição histórica reúne o maior volume de ofertas já disponibilizado pela Serasa, com condições que buscam facilitar a quitação das dívidas e permitir que mais brasileiros comecem um novo capítulo de suas vidas financeiras”, destaca.

Atendimento presencial nos Correios

Além dos canais digitais da Serasa, os consumidores que preferirem atendimento presencial poderão procurar qualquer agência habilitada dos Correios para consultar as ofertas e negociar seus débitos. Para ser atendido, basta apresentar um documento oficial com foto. As condições disponíveis nas agências são as mesmas ofertadas nos canais digitais da Serasa, permitindo que os cidadãos escolham a forma de atendimento mais conveniente.Como participar

As negociações estarão disponíveis até as 23h59 do dia 6 de dezembro pelos seguintes canais:

Site: www.serasa.com.br

Aplicativo Serasa (Google Play e App Store)

WhatsApp oficial: (11) 99575-2096

Agências dos Correios participantes em todo o país

Senado gasta cerca de R$ 3 milhões por mês com pensões para filhas solteiras de ex-servidores

 


Levantamento aponta 132 beneficiárias e revela que 16 possuem rendimentos brutos acima do teto constitucional; pagamentos podem chegar a R$ 36 milhões por ano.

O Senado Federal desembolsa aproximadamente R$ 3 milhões por mês para pagar pensões a filhas solteiras de antigos servidores da instituição. O gasto representa cerca de R$ 36 milhões anuais e contempla 132 mulheres, conforme levantamento divulgado em novembro de 2026.

Os dados foram apurados pelo jornalista Lúcio Vaz, da Gazeta do Povo. Entre as beneficiárias identificadas, 16 apresentam rendimentos brutos superiores ao teto constitucional do funcionalismo público, atualmente em R$ 46.366,19. Nesses casos, é aplicado o chamado abate-teto, mecanismo que limita o valor efetivamente recebido ao limite permitido.

Um dos casos citados é o de uma pensionista que recebe o benefício desde janeiro de 1988 e possui rendimento bruto de aproximadamente R$ 62,4 mil. Com a aplicação do redutor constitucional, o pagamento é limitado ao teto. Segundo a apuração, o total acumulado por ela ao longo dos anos é estimado em R$ 16 milhões.

Outro caso envolve uma beneficiária que recebe a pensão desde março de 1978. Seus rendimentos brutos chegam a cerca de R$ 56 mil, também sujeitos ao abate-teto. O levantamento estima que ela tenha acumulado aproximadamente R$ 22 milhões durante o período.

Há ainda registros de benefícios concedidos há mais de sete décadas. Uma das pensionistas recebe desde dezembro de 1953, com valor mensal de aproximadamente R$ 42,4 mil.

A origem desse tipo de pensão está na Lei nº 3.373, de 1958, que permitia a concessão do benefício a filhas solteiras maiores de 21 anos de servidores públicos federais. A legislação estabelecia condições específicas para a manutenção do pagamento.

Com a entrada em vigor da Lei nº 8.112, em 1990, esse modelo deixou de ser previsto para novas concessões. Entretanto, benefícios concedidos anteriormente puderam ser mantidos, desde que as pensionistas continuassem atendendo aos requisitos legais aplicáveis à época, conforme entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF).

 

Fux defende banimento das bets no Brasil e cita riscos à saúde pública

 


Ministro do STF afirmou que se convenceu de que a ludopatia é um problema de saúde pública e econômica durante audiência sobre apostas online.

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu nesta terça-feira (3) que as apostas online sejam banidas do Brasil. A declaração foi feita durante uma audiência pública sobre as bets, presidida pelo magistrado, que é relator de ações relacionadas à regulamentação da atividade no país.

Ao abrir a audiência, Fux rebateu críticas feitas nas redes sociais de que estaria ouvindo apenas entidades favoráveis às apostas. O ministro afirmou que, em 2024, já havia recebido associações contrárias às bets, que alertaram para os riscos da atividade à saúde da população.

Entre as organizações citadas por ele estão a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), a Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas (Abead), o Grupo Mulheres do Brasil e o Instituto Alana. “Nessas audiências, foram amplamente discutidas as consequências nocivas da atividade das bets”, afirmou Fux. O ministro também mencionou a ludopatia, transtorno relacionado ao vício em jogos de azar e apostas.

“Eu me convenci de que a ludopatia é um problema de saúde pública, é um problema econômico e que deveria ser banida do cenário dos esportes nacionais”, acrescentou.

Julgamento no STF está suspenso

Fux também mencionou o julgamento no Supremo sobre a legislação relacionada aos jogos de azar, interrompido após pedido de vista do ministro Flávio Dino.

Em agosto de 2026, o plenário iniciou a análise de uma lei de 1941 que trata os jogos de azar como contravenção penal. A discussão envolve a possibilidade de manutenção dessa legislação após a Constituição Federal de 1988.

Na ocasião, Fux sinalizou que votaria pela criminalização da exploração de jogos de azar e de estabelecimentos físicos dedicados à atividade, como bingos e casas de caça-níqueis. Dino, por sua vez, defendeu que o debate também considerasse as plataformas de apostas online. A divergência envolveu o alcance do julgamento. Fux defendia que a análise ficasse restrita à lei de contravenções penais, enquanto Dino avaliava que o tema não poderia ser separado das bets.

Segundo o ministro, ficou acordado que, após a devolução do pedido de vista, ele verificaria o andamento das ações contra a Lei das Bets e poderia liberá-las para julgamento conjunto a partir de novembro.

Senado Federal decide votar PEC da Segurança sem discutir redução da maioridade penal

 


A proposta do PL é para a maioridade penal diminua para 16 anos em casos de crimes de menor gravidade, e para 14 anos nos hediondos; A proposta do PT reduz a maioridade para 16 anos apenas para crimes hediondos, mantendo para os demais.

Na prática, o Senado Federal aprovou dois requerimentos que encaminha as duas emendas apresentadas tramitem de forma separada da PEC da Segurança Pública no Senado. Em seguida, o Senado passou a votar a PEC em primeiro turno. Os parlamentares ainda precisam votar a PEC em segundo turno.

Após a conclusão da votação, o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), marcará uma sessão conjunta de Câmara e Senado para promulgar a PEC. Apesar de trabalhar para rejeitar o destaque do PL, o governo indicou que é a favor de discutir a redução da maioridade para 16 anos em caso de crimes hediondos, diferentemente do previsto na proposta do PL. A base governista, no entanto, quer que essa discussão seja feita em uma PEC própria que já está em análise na Câmara.

Esse é o primeiro teste do governo depois da vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições. A estratégia é aprovar o texto ainda neste ano e evitar a análise com uma maioria de senadores do PL a partir de 2027. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) condiciona a criação do Ministério da Segurança Pública à aprovação da PEC no Congresso.

terça-feira, 3 de novembro de 2026

NOVEMBRO AZUL – MÊS DE CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE A SAÚDE DO HOMEM

 


A Câmara Municipal de Açailândia apoia a campanha Novembro Azul, um movimento dedicado à conscientização sobre a saúde masculina, com ênfase na prevenção e no diagnóstico precoce do câncer de próstata.

A campanha reforça a importância de quebrar preconceitos, manter os exames preventivos em dia e procurar regularmente os serviços de saúde. O cuidado com a saúde deve ser uma prioridade durante todo o ano. Prevenir é um ato de cuidado com a vida. Informação, atenção e acompanhamento médico podem fazer a diferença! Cuidar da saúde também é coisa de homem!

Câmara Municipal de Açailândia – Construindo uma nova história.

DIA DA INSTITUIÇÃO DO DIREITO DE VOTO DA DA MULHER

 


Hoje, 03 de novembro, celebramos o DIA DA INSTITUIÇÃO DO DIREITO DE VOTO DA MULHER, um marco histórico fundamental na luta pela igualdade de direitos e pela consolidação da nossa democracia.

O voto feminino não é apenas um direito político; ele é um poderoso instrumento de transformação social, cidadania e representatividade. É a garantia de que a voz, os sonhos e as demandas das mulheres estejam presentes nas decisões que moldam o futuro da nossa sociedade.

A Câmara Municipal de Açailândia reforça o seu compromisso com a valorização, o respeito e a ampliação da participação feminina em todos os espaços de poder. PorElas, seguimos a construir uma história de justiça social e igualdade para todas!

Câmara Municipal De Açailândia Construído Uma Nova História.

https://www.instagram.com/p/DfSNL67z5ZH/?rpxt=MWlqN3NlbGMzZjBweg

 

O VERDE ESTÁ CHEGANDO EM AÇAILÂNDIA!





A Avenida Brasil está recebendo serviços de paisagismo, com preparação do terreno e implantação de áreas verdes para transformar o visual da cidade. É mais cuidado com os espaços públicos, valorização da paisagem urbana e uma cidade cada vez mais bonita e agradável para todos.

Açailândia também se transforma nos detalhes!

https://www.instagram.com/reel/DfKmwtqgLZZ/?ig_rid=AfvzahZQfpEu0YC5nJmNODd







CUIDAR DA SAÚDE TAMBÉM É UM ATO DE CORAGEM



O Novembro Azul chegou para reforçar um compromisso essencial com a vida: deixar o preconceito de lado e priorizar a prevenção e o cuidado com a saúde masculina. A prevenção, o acompanhamento médico regular e o diagnóstico precoce são as nossas maiores armas contra o câncer de próstata. Não espere os sintomas aparecerem para buscar ajuda. Cuide-se, converse com um profissional de saúde, tire suas dúvidas e mantenha seus exames em dia.

 

Câmara Municipal de Açailândia Construído Uma Nova História.

https://www.instagram.com/reel/DfSMl4QzDZA/?ig_rid=AuQQDMBZ9_bHh5vn4Dva4Rv




CÂMARA APROVOU INDICAÇÃO PARA IMPLANTAÇÃO DE CRECHE BILÍNGUE EM AÇAILÂNDIA

 


A Câmara Municipal de Açailândia aprovou a Indicação nº 695/2026, de autoria da vereadora Thais Brito que solicita ao chefe do Poder Executivo a implantação de uma creche bilíngue na rede municipal de ensino.

A proposta busca ampliar as oportunidades educacionais desde a primeira infância, proporcionando às crianças o contato com uma segunda língua ainda nos primeiros anos de formação, contribuindo para o desenvolvimento cognitivo, cultural e educacional.

A iniciativa representa um investimento no futuro das crianças de Açailândia, incentivando uma educação mais inclusiva, moderna e com novas possibilidades de aprendizagem.

Da Assessoria Da Vereadora.

https://www.instagram.com/p/DfSMY1RzTjT/?cplk=MTYxNTJ1djhlcXZ5Nw

Novembro Azul reforça importância da prevenção ao câncer de próstata

 


A campanha Novembro Azul começa neste mês com ações de conscientização sobre a prevenção e o combate ao câncer de próstata, tumor mais comum entre os homens no Brasil. A mobilização destaca a importância das consultas médicas e da identificação precoce da doença. Em Minas Gerais, estimativas oficiais do Instituto Nacional de Câncer apontam mais de 10.200 diagnósticos da doença ao longo de 2026. Entre os fatores de atenção estão a idade e o histórico familiar.

Exames ajudam na investigação da doença

A avaliação começa com uma consulta ao urologista. O protocolo tradicional combina o exame de sangue para medir o PSA e o exame de toque retal.

O urologista Fernando Marsicano explica que a análise laboratorial é importante no acompanhamento da saúde masculina. Segundo ele, o PSA é um dos marcadores específicos utilizados na oncologia que podem sugerir a presença da doença.

Quando os exames iniciais apresentam alterações ou suspeitas, os especialistas podem solicitar exames complementares de imagem, como a ultrassonografia. A confirmação definitiva do diagnóstico ocorre por meio de biópsia do tecido prostático.

Histórico familiar exige atenção

A ocorrência de câncer de próstata em parentes de primeiro grau é um sinal de alerta. O aposentado João Cláudio da Cunha perdeu o pai para a doença e, dez anos depois, também recebeu o diagnóstico.

Como o tumor foi identificado em estágio inicial, ele passou por cirurgia para retirada da lesão e não precisou fazer radioterapia ou quimioterapia. A experiência reforça a importância de procurar atendimento médico e investigar possíveis alterações o quanto antes.

Quando começar a avaliação preventiva

A recomendação geral da Sociedade Brasileira de Urologia é que homens a partir dos 50 anos procurem avaliação anual. Para homens negros ou com histórico de câncer de próstata em familiares diretos, a orientação é iniciar a rotina preventiva aos 45 anos.

seta

seta

CONTATO DO BLOG:Folha de Cuxá

josinaldosmille@hotmail.com

colunaemfolhadecucha@gmail.com

Telefones:(99)98157-6879 //(99)-99175 - 2799

BLOGOSFERA