O SIGNIFICADO DA VIDA

segunda-feira, 23 de setembro de 2019

PRECATÓRIOS DO FUNDEF E A LUTA DOS PROFISSIONAIS DE AÇAILÂNDIA PARA GARANTIR OS SEUS DIREITOS.









Cerca de R$ 90 bilhões foram depositados pelo governo federal no Fundef como resultado de ação judicial das prefeituras que reconheceu não ter a UNIÃO repassado tal quantia ao Fundo entre 1998 e 2006. Desse total R$ 54 bilhões – equivalentes a 60% – têm de ser destinados “ao pagamento da remuneração dos profissionais do magistério da educação básica”, conforme determina a lei que regulamenta o FUNDEF.

Referente ao Direito dos Profissionais do Magistério sobre as diferenças que não foram recebidas no período de 1998 a 2006, época em que vigorou o FUNDEF, de acordo com o Art. 206 da Constituição Federal, art. 60 do ADCT, XII, artigos 7º e 9º da Lei 9.424/96 (lei do FUNDEF), Artigos 21 a 23 da Lei 11.494/07 (lei do FUNDEB), Artigo art. 8º, parágrafo único da Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei complementar nº 101/2000).

Com aprovação do parecer na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle (CFFC) da Câmara dos Deputados, em junho de 2019 pelos deputados federais garante aos professores 60% dos precatórios do FUNDEF – o  projeto de lei que beneficia os professores da rede pública é um instrumento importante para reforçar a luta dos profissionais da educação pelo pagamento dos precatórios do Fundef.  A Proposta de Fiscalização e Controle (PFC) 181/2018 apresentada pelo deputado federal Fernando Rodolfo (PL/PE) e aprovada na CFFC determina que o TCU faça auditoria para garantir que as prefeituras apliquem, como adicional salarial dos professores, 60% dos precatórios que receberam no Fundef. Os prefeitos que não cumprirem a PFC sofrerão sanção do TCU, determina também o parecer.

No Maranhão várias ações judiciais referentes aos precatórios do FUNDEF estão sendo coordenadas por bancas de advogados contratadas pelos Sindicatos da Categoria. Os precatórios do município de Açailândia segundo informações o processo foi ajuizado somente em 2016 estando em andamento, e neste momento de luta, os professores (as) precisam contar como os esforços da Câmara de vereadores e da administração municipal para que de fato consigam garantir esse direito aos trabalhadores da educação, os precatórios de várias cidades do Maranhão se encontram suspensos ou com pedidos de bloqueio na Justiça.

No Brasil ainda tem diversos municípios onde os professores estão realizando manifestações, estão fazendo pressão, envolvendo a população e as câmaras municipais e estão seguindo todos os passos para a efetivação deste direito. Os movimentos são uma importante vitória, que intensificam a luta para que de fato essa correção de erros do passado seja resolvida, dando aos trabalhadores o que é deles por direito”, enfatizou uma dirigente do movimento no município de Açailândia.

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