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| Após discursar para o povo, Fábio foi cumprimentado com direito a fotos com os populares. |
O vereador Fábio Pereira que tirou licença para ajudar sua irmã a enfrentar um problema de saúde, retornou a Câmara Municipal, nesta quinta feira (29). O parlamentar não teve direito se quer a uma recepção digna por parte de alguns dos seus colegas de parlamento. Faltou cordialidade e sobrou deselegância.
Explica-se
Ocorre que Fábio Pereira, membro do grupo G10 que tenta caçar o cargo da prefeita Gleide Lima Santos (PMDB), foi rejeitado pelos seus supostos amigos. Os vereadores membros do grupo resolveram simplesmente ignorar a sessão, desvalorizando o voto popular. Desde que Fábio solicitou sua licença, para deixar o cargo, passou a ser marginalizado, como ele mesmo classificou.
Panfletos foram entregues nas ruas com uma grande foto de sua pessoa e recheado de acusações de que ele havia sido pago para pedir o afastamento. No ponto mais alto da calúnia, afirmavam que o valor era de 500.000, (meio milhão de reais). Algo fora da realidade.
Como seus próprios colegas derrubaram o quórum da sessão para não recebe-lo, Fabio Pereira teve que falar aos presentes sem utilizar a tribuna da casa, já que os trabalhos não podiam acontecer. Aos presentes, Pereira afirmou que está de volta e de cabeça erguida, disse ainda que nunca se escondeu ou recebeu isso e aquilo pra pedir licença.
Eu como representante do povo, ajudo as pessoas da minha querida cidade. Sempre defendi os servidores, trabalhadores e pais de família. Da mesma forma, sou um cidadão de bem por tanto me utilizei do direito que todos tem, solicitei uma licença para cuidar da minha irmã. Nunca me escondi, o povo sempre soube onde é minha casa", afirmou o vereador.
Apesar de seus próprios colegas boicotarem a sessão que lhe receberia, a presidente da casa, vereadora Lenilda Costa, que também é alvo do grupo, e seu esposo, Irmão Carlos o recebeu muito bem. E reafirmou que estão ali para juntos trabalharem por uma Açailândia melhor.
Eles só têm que vim à sessão duas vezes na semana, recebem 300 reais por dia, 10 mil por mês e ainda faltam", afirmou um professor revoltado, que gastou gasolina e sessão que deveria ocorrer, nada.
(Com fotos de Jeckson Pereira/ Açaí Vip - O site de coberturas da região)




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