“Todas as escolas municipais e estaduais participarão das comemorações pelo dia mundial da água.”
Nesta quinta-feira (21/03), alunos da Escola Estadual Lourenço Antônio Galletti participaram das comemorações do Dia Mundial da Água, O evento de sensibilização e conscientização sobre os cuidados com água, tiveram a oportunidade de assistir várias palestras preparadas pela Secretaria de Estado da Educação (Governo do Estado do Maranhão) e Prefeitura Municipal de Açailândia.
Organizada pela equipe de Educadores, e prestigiada com a presença da Advogada e Diretora do SAAE Drª Vera representante da Autarquia responsável pelo Abastecimento de água na cidade, do Secretário de Meio Ambiente Sr.Leonardo Queiroz, Srª Leila do Meio Ambiente, Educador Antônio Erismar, Gestora de Estado da Educação Professora Maísa,Professor Bosco,Daniele,Cléia, Messias (Engenheiro Hídrico),Genilson Diretor de Estado,Professora Ivonete Carvalho (Secretária Municipal Adjunta Educação/e Professora da Rede Estadual entre vários outros educadores (a) convidados.
Durante a palestra, os estudantes receberam várias informações importantes sobre o tratamento, economia e instruções de como gastarem com responsabilidade a água nas suas residências.
O Ciclo de Palestra teve inicio nesta quinta-feira (21/03), com o tema “UM WATER DIA MUNDIAL DA ÁGUA ANO INTERNACIONAL DA COOPERAÇÃO DA ÁGUA”. A Programação se estende durante toda esta sexta-feira (22/03) dia em que se comemora “DIA MUNDIAL DA ÁGUA” é mais uma oportunidade que os alunos, gestores,convidados tem para discutirem sobre um tema tão importante para o futuro de Açailândia e do Mundo.
A água é um recurso finito e não tão abundante quanto pode parecer; por isso deve ser economizada. Essa é uma noção que só começou a ser difundida nos últimos anos, à medida que os racionamentos se tornaram mais urgentes e necessários, até mesmo no Brasil, que é um dos países com maior quantidade de reservas hídricas cerca de 15% do total da água doce do planeta. Não é por acaso que cada vez mais pessoas e organizações estão se unindo em defesa de seu uso racional. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), no século vinte (20) o uso da água cresceu duas vezes mais que a população. A situação é tão preocupante que existe quem preveja uma guerra mundial originada por disputas em torno do precioso líquido.
O papel da educação
Mesmo com a orientação, na maioria das escolas não se desenvolve programas de uso racional desse recurso. Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) citam a importância de um projeto educacional para a preservação dos recursos naturais. Segundo as diretrizes, é essencial falar sobre a economia de água, abordando hábitos na escola e em casa. Exemplo: uma torneira aberta enquanto se escova os dentes leva ao desperdício de até 50 litros de água tratada. Em âmbito mundial, a ONU determinou o período entre 2005 e 2015 como Década Internacional da Água pela Vida. Os líderes políticos mundiais devem apresentar um plano de administração dos recursos hídricos do planeta. Em 2015 pretende-se atingir a meta de reduzir à metade (em relação a 2000) o número de pessoas sem acesso a água de boa qualidade, que hoje supera 1 bilhão cerca de um sexto da população global. No Brasil, prefeituras de 19 regiões metropolitanas enfrentam dificuldades de fornecimento. A idéia de que sobra água no mundo se deve ao fato de que ela ocupa 70% da superfície terrestre. Mas 97,5% deste total é constituído de água salgada. Dois terços do restante se encontram em forma de gelo, nas calotas polares e no topo de montanhas. Se considerarmos só o estoque de água doce renovável pelas chuvas, chegamos a 0,002% do total mundial.
A idéia de que sobra água no mundo se deve ao fato de que ela ocupa 70% da superfície terrestre. Mas 97,5% deste total é constituído de água salgada. Dois terços do restante se encontram em forma de gelo, nas calotas polares e no topo de montanhas. Se considerarmos só o estoque de água doce renovável pelas chuvas, chegamos a 0,002% do total mundial.
Seca e pobreza
Mesmo a suposta fartura hídrica do Brasil é relativa. A região Nordeste, com 29% da população, conta com apenas 3% da água, enquanto o Norte, com 7% dos habitantes, tem 68% dos recursos. Até na Amazônia, pela precária infraestrutura, há pessoas não atendidas pela rede de distribuição. Portanto, a questão muitas vezes não se resume à existência de água, mas às condições de acesso a um bem que deveria ser universal.
Somados os dois problemas, resulta que 40% da população mundial não conta com abastecimento de qualidade. Cinco milhões de crianças morrem por ano de doenças relacionadas a escassez ou contaminação da água. Sujeira é o que não falta: 2 milhões de toneladas de detritos são despejadas em lagos, rios e mares no mundo todo dia, incluindo lixo químico e industrial, dejetos humanos e resíduos de agrotóxicos.
Água, fonte de vida: COOPERAÇÃO PELA ÁGUA.
A principal tarefa que a comunidade internacional enfrenta hoje, no campo dos recursos hídricos, é a transformação de obrigações assumidas em ações concretas que devem ser implementadas para benefício das pessoas, dos ecossistemas e da biosfera de maneira geral.
Criar oportunidades de cooperação na gestão da água entre todas as partes interessadas, bem como aprimorar a compreensão sobre os desafios e os benefícios da cooperação pela água, são ações que podem ajudar na construção de respeito, entendimento e confiança mútuos entre os países, e também na promoção da paz, da segurança e do crescimento econômico sustentável.
Uma abordagem da cooperação pela água inclusiva e em múltiplos níveis. As questões sobre a gestão de recursos hídricos devem ser tratadas adequadamente nos níveis local, nacional, regional e internacional. Todas as partes interessadas, incluindo as organizações governamentais e internacionais, o setor privado, a sociedade civil e as universidades, devem engajar-se, dedicando atenção especial aos meios de vida das pessoas mais pobres e mais vulneráveis. As escolhas feitas no campo da gestão da água também devem ser consistentes com outras políticas governamentais, e vice-versa. De modo geral, decisões sobre aspectos sociais, políticos e econômicos devem ser tomadas de forma a buscar um equilíbrio e distribuir de forma justa a alocação dos recursos, sempre considerando os limites biofísicos do meio ambiente.
Abordagens inovadoras de cooperação pela água. É crucial mobilizar, em nível mundial, a vontade política e o comprometimento com as questões da água. Igualmente importantes são a visão de futuro e a boa vontade para considerar caminhos inovadores para abordar a cooperação nos níveis local, regional e internacional. Atualmente, debates abertos sobre as questões relacionadas aos recursos hídricos, bem como a ampla participação de cidadãos na tomada de decisões – fator-chave para promover a boa governança e um clima de responsabilidade e de transparência – podem estimular ações colaborativas e compromissos políticos. Promover uma cultura de consultas e aumentar capacidades participativas são ações que poderão ocasionar benefícios em todas as áreas, incluindo a gestão colaborativa de recursos hídricos.
Os benefícios da cooperação pela água. A história tem mostrado que a natureza vital da água doce é um grande incentivo para a cooperação e o diálogo, obrigando as partes interessadas a se reconciliarem, até mesmo nos pontos de vista mais divergentes. Frequentemente, a água une mais do que divide as pessoas e as sociedades.
(Adaptado por JS)
2682/11-J
9981576879


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