O comprometimento da
renda das famílias brasileiras atingiu 29,3% em janeiro, igualando o maior
nível da série histórica, segundo o Banco Central do Brasil. O indicador mede
quanto da renda mensal é destinado ao pagamento de dívidas. Sem considerar o
financiamento imobiliário, o índice ficou em 27,1%, também no maior patamar da
série.
O endividamento das famílias segue elevado, em 49,7% da renda acumulada em 12 meses, próximo do recorde histórico. Sem incluir crédito imobiliário, o índice chegou a 31,3%, em alta no início de 2025. Este cenário é agravado pelos juros. A taxa média do crédito subiu para 33% ao ano em fevereiro, impulsionada por modalidades mais caras, como cartão de crédito rotativo, cheque especial e crédito parcelado.
A também inadimplência também avançou e atingiu 4,3%, o maior nível da série. Parte da alta está ligada a novas regras que permitem aos bancos manter operações em atraso por mais tempo no balanço.
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