Categoria cobra
cumprimento do piso do frete e promete fiscalização na prática
Os caminhoneiros decidiram suspender a greve nacional após o governo federal publicar uma medida provisória que endurece a fiscalização do piso mínimo do frete. A decisão foi tomada durante assembleia da categoria, que optou por manter as atividades, mas em estado de mobilização.
A nova regra estabelece mudanças importantes, como a obrigatoriedade do Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT) em todas as viagens, vinculando o pagamento ao valor mínimo do frete. Além disso, prevê punições para empresas que não cumprirem a legislação.
Mesmo com o recuo na paralisação, representantes da categoria reforçaram a necessidade de união entre os profissionais para garantir que as novas medidas sejam respeitadas.
Orientação é recusar fretes abaixo do mínimo
Durante a reunião, lideranças orientaram que os caminhoneiros voltem ao trabalho normalmente, mas rejeitem cargas com valores abaixo do piso estabelecido.
A avaliação é de que a medida provisória representa um avanço, ao ampliar a proteção da categoria e aumentar o controle sobre práticas consideradas irregulares no setor de transporte de cargas.
Medida ainda depende do Congresso
O texto publicado pelo governo precisa ser analisado pelo Congresso Nacional para se tornar definitivo. Enquanto isso, a regulamentação detalhada das novas regras deve ser divulgada nos próximos dias.
A medida provisória foi publicada em meio à pressão da categoria, que vinha sinalizando a possibilidade de greve diante da alta do diesel e da defasagem nos valores pagos pelos fretes.
Mesmo sem paralisação neste momento, os caminhoneiros afirmam que continuarão atentos e mobilizados para garantir que as mudanças saiam do papel.

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