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segunda-feira, 31 de março de 2025

Petrobras e BNDES lançam programa de revitalização de florestas na amazônia

 


O principal foco do projeto é promover a restauração de até 50 mil hectares de áreas degradadas na região

A Petrobras e o Banco Nacional de Desenvolvimento e Social (BNDES) lançaram nesta segunda-feira (31) um programa de revitalização de florestas degradas com geração de créditos de carbono. O principal foco do projeto é promover a restauração de até 50 mil hectares de áreas degradadas na Amazônia, com a geração de 15 milhões de créditos. Segundo matéria da Folha de São Paulo, a Petrobras garantirá a demanda pelos papéis, enquanto o BNDES será responsável pelo financiamento. Nomeado de ProFloresta+, o programa, de acordo com o diretor de Transição Energética da estatal, Maurício Tolmasquim, é inspirado nos contatos do setor elétrico brasileiro.

A Petrobras realizará leilões de compra de créditos de carbono e comprará dos proponentes que oferecerem o menor preço, como ocorre nos leilões de energia do governo. Com os contratos de venda nas mãos, os investidores têm mais chance de conseguir empréstimo. “Hoje é muito mais fácil comprar crédito de carbono de preservação ambiental do que de restauro, porque é difícil financiar o restauro”, disse Tolmasquim. Segundo ele, o modelo ajudará a estabelecer preços para os créditos gerados a partir de recuperação de florestas,

“O restauro florestal é uma área muito promissora e o Brasil tem potencial para ser referência mundial”, disse a diretora Socioambiental do BNDES, Tereza Canpello. “O que estamos fazendo hoje é gerar uma demanda firme de mercado”. Durante a fase piloto do programa, os projetos terão, no mínimo, 3.000 hectares, evitando assim a geração de 1 milhão de toneladas de carbono equivalente. O projeto prevê a contratação inicial de cinco projetos, com 25 milhões de árvores plantadas.

Pleiteando uma autorização do governo para a perfuração de um poço exploratório na costa do Amapá, buscando encontrar uma nova província para a produção de petróleo no país, a Petrobras apoio o projeto que visa resolver um dos grandes problemas do atual governo. O projeto, porém, encontra resistência de área técnica do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e de organizações ambientalistas que pedem a suspensão da exploração de petróleo no mundo.

Neste mês, o Ibama autorizou a estatal a inciar a limpeza do casco da sonda de perfuração contratada para o poço, mas não estabeleceu um prazo para a realização de teste operacional necessária para a licença.

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