O ex-presidente
comparou o ato ocorrido em durante sua gestão ao 8 de janeiro de 2023.
O ex-presidente Michel Temer (MDB) participou nesta segunda-feira (25) do organizado pela CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), em São Paulo, e falou sobre o atual momento do Brasil. Temer comparou o ato ocorrido em durante sua gestão ao 8 de janeiro de 2023. Para ele, há uma “radicalização”. “Invadiram prédios agora em 8 de janeiro. Mas vocês se lembram que no meu governo, quando nós cuidávamos da reforma da Previdência, as centrais sindicais mandaram 1.600 ônibus lá, que incendiaram ministérios, tentaram invadir o Congresso, viraram carros, queimaram carros”, declarou Temer.
Temer foi questionado sobre o indiciamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e sobre as revelações de planos para matar o presidente Lula (PT), o vice Geraldo Alckmin (PSB) e o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes. O emedebista reafirmou não ver riscos para a democracia. “Embora haja tentativas, o fato que não vão adiante.
Não vão adiante porque não há clima no país. E, convenhamos, golpe para valer, você só tem quando as Forças Armadas estão dispostas a fazer”, afirmou. Para concluir, Temer minimizou a participação de militares no plano, e disse que foram “alguns”. “Não foi a instituição como um todo. Seja Exército, Marinha, Aeronáutica, não participaram disso como instituição. Participaram figuras.”
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