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quarta-feira, 21 de agosto de 2024

Taxação de super-ricos é necessária, defendem ministros de Lula

 


A tributação dos mais ricos é o tema mais abordado nas reuniões que antecipam o encontro da cúpula de chefes de Estado, em novembro

A proposta de taxação dos super-ricos é prioritária para reduzir a desigualdade e a fome nos países mais pobres, defendem ministros do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O debate foi travado na mesa do encontro preparatório do G20 Social, nesta terça-feira (20), no Rio de Janeiro. Os ministros Wellington Dias (Desenvolvimento e Assistência Social), Marina Silva (Meio Ambiente) e Márcio Macêdo (Secretaria-Geral da Presidência) estiveram no encontro, ao lado de representantes de movimentos sociais, e reforçaram a importância da taxação. A tributação dos mais ricos é o tema mais abordado nas reuniões que antecipam o encontro da cúpula de chefes de Estado, em novembro.

O ministro Fernando Haddad (Fazenda) comemorou após os debates a inclusão da proposta de taxação de super-ricos no comunicado do G20 e classificou a aprovação de uma declaração sobre tributação internacional como uma “conquista moral”. Nesta terça (20), Marina Silva citou Haddad e disse que a taxação é “fundamental” para a diminuição da pobreza. “Nós somos 8 bilhões de seres humanos e cerca de 3.000 pessoas tem o equivalente ao orçamento do nosso país pelo menos umas 14 vezes. Por isso o ministro Fernando Haddad colocou no G20 a questão da taxação de super-ricos. Nada mais adequado”, afirmou.

O secretário-geral da Presidência da República e coordenador do G20 Social, Márcio Macêdo afirmou que a taxação dos super-ricos é a proposta que mais sobressai nos debates dos grupos de engajamento. “Somente 1% a população mundial controla recursos que poderiam alimentar 350 milhões de famintos no mundo. Isso é um ponto que está permeando todo o processo de discussão”, afirmou. Wellington Dias, ministro Desenvolvimento e Assistência Social, afirmou durante o encontro que o governo brasileiro tem travado diálogo sobre a tributação dos mais ricos do mundo durante viagens internacionais com países da Ásia e membros da União Africana, Liga Árabe e União Europeia. “A gente quer que os países mais ricos possam contribuir com os países em desenvolvimento”, afirmou Dias, “o que for necessário para garantir até 2030 a redução da fome e a da pobreza”.

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