O Conselho Administrativo da Petrobras
referendou, nesta quinta-feira (26), a indicação de Jean Paul Prates para a
presidência da empresa. Perto do fim do mandato, ele renunciou ao cargo de
senador pelo PT do Rio Grande do Norte.
Dos desafios à espera do novo presidente da estatal, sobressai-se a política de preços da companhia. Criticada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a paridade de preço por importação estabelece os preços dos combustíveis vendidos no Brasil com base nos praticados no mercado internacional, cotados em dólar.
Na campanha, Lula prometeu mudar os parâmetros para a formação dos preços internos da Petrobras, já que o Brasil é dos maiores produtores de petróleo do mundo. Indicado ao cargo pelo presidente, Jean Paul Prates também é crítico da equiparação dos preços domésticos aos internacionais.

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