O Superior Tribunal de
Justiça não deve voltar às sessões presenciais neste momento, o que fez ganhar
força o movimento para adiar para 2023 a eleição da lista de candidatos para as
duas vagas disponíveis. Há um acordo feito pelos ministros que a eleição da
lista de quatro nomes que devem ser submetidos para que o presidente da
República escolha dois só ocorra presencialmente.
Enquanto não houver retorno, não haverá eleição.
Como em maio começam os preparativos para a eleição do próximo presidente do STJ, o esforço dos que não querem que Jair Bolsonaro escolha os dois nomes é evitar o retorno presencial até então. No segundo semestre, o argumento para o adiamento para 2023 seria a proximidade com as eleições.
Por Metrópoles
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