Ao Supremo Tribunal
Federal (STF), o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL),
afirmou que a ação do Novo que questiona o Fundão Eleitoral busca “criminalizar
a política”. Lira nega, em parecer enviado à Corte, irregularidades na
proposta, que estabelece R$ 4,9 bilhões para bancar as eleições deste ano.
“O discurso articulado pelo requerente está mais em linha com tendência hodierna de judicializar e criminalizar a política, em que uma minoria parlamentar tenta instrumentalizar o Poder Judiciário como instância de revisão de mérito de decisões políticas legítimas do Poder Legislativo”, disse Lira.
O parlamentar afirma que o Congresso “dimensionou as necessidades de financiamento para a campanha eleitoral”deste ano ao aprovar o valor do Fundão e diz que o Legislativo seguiu “no exercício regular de seu poder de deliberação”.
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