A contar pelas primeiras declarações do
presidente Jair Bolsonaro depois da saída do hospital, nem os aliados conseguem
vislumbrar o recesso parlamentar como um espaço para acalmar os ânimos entre
governo, Congresso e Supremo Tribunal Federal.
O presidente mantém o tom bélico em relação aos senadores da CPI da Covid e, agora, devido aos ataques ao vice-presidente da Câmara, Marcelo Ramos (PL-AM), o presidente se desgasta com mais um pedaço da Câmara.
Nesse clima, até os maiores aliados de Bolsonaro classificam o recesso como um período em que cada um aproveita para escolher melhor as suas armas. Não há um esforço coletivo para promover a pacificação.
(Denise Rothenburg)

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