Vereadores de todo o País invadem Brasília
(DF), nesta terça (8), para uma marcha da insensatez em pleno repique da
pandemia de Covid-19. Mas parece irresistível o apelo da festança anual por
conta da “viúva”, com passagens, diárias e hospedagens bancadas pelo pagador de
impostos.
Deveriam fazer diferente, afastando o dinheiro público da farra de quatro dias. Além de propor a redução de câmaras municipais, a maioria inútil, e sobretudo a eliminação dos próprios salários, como em países sérios. Vereadores não têm remuneração na maior parte dos países europeus. Em Lisboa, recebem apenas um jeton pela participação em sessões.
Na Suécia, parlamentares não têm secretária, apartamento, assessores, carro oficial, nada. Há apenas alojamento para quem não vive na capital. No Brasil, 20% dos 5,5 mil municípios não arrecadam o suficiente nem para manter câmaras. Muitos, nem para pagar salários dos vereadores.
Cláudio Humberto

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