Como exemplo cito matéria de Eduardo Cucolo,
Folha de São Paulo, ressaltando que já no início de 2021 haverá aumento na
gasolina, energia elétrica e no universo da saúde. Vão pesar no bolso e poderão
funcionar como argumentos contrários ao atual governo do País.
Pode afetar também a imagem de Bolsonaro o congelamento salarial nascido da ideia de Paulo Guedes que tornará impossível o pagamento das tarifas públicas por parte da população. Só o IGPM de novembro a novembro cresceu 20%, atingindo assim os locadores de imóveis.
Outro ponto que poderá contribuir para desmantelar o presidente da República, encontra-se no desmatamento da Amazônia, que nos últimos 12 meses aumentou 9,5%. A Amazônia faz parte das atenções do presidente eleito dos EUA, Joe Biden.
MORO NA A&M – Finalmente ao lermos as
reportagens de Cleide Carvalho e Katina Baran, respectivamente nas edições de
ontem de O Globo e da Folha de São Paulo, surgiu um fato que vai conduzir a
desdobramentos e a críticas dos setores mais atingidos pela operação Lava Jato.
A contratação do ex-ministro Sérgio Moro para diretor sócio da Consultoria Alvarez & Marsal. Essa assessoria prestou serviços para a empreiteira Odebrecht, como todos sabem a principal empresa envolvida no escândalo da Lava Jato, escândalo que levou a prisão vários implicados condenados por Sergio Moro, entre os quais o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Como se vê em política, os fatos essenciais surgem de repente, pois Moro é também possível candidato.


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