A Bolsa brasileira nunca viu tanto dinheiro
estrangeiro como neste mês de novembro. O otimismo global com as boas notícias
relacionadas ao avanço das vacinas contra a covid-19 levaram os investidores de
fora a colocarem na B3, neste mês, R$ 30 bilhões, o maior valor desde 1995,
quando esse dado começou a ser computado. O índice Ibovespa chegou ontem a uma
alta de 18% no mês, um dos maiores crescimentos entre as principais Bolsas
mundiais.
A leitura dos estrategistas tem sido a de que a vacina torna possível olhar para um horizonte mais longo, de cerca de seis meses, em que se espera que ao menos uma das diferentes imunizações que já se mostraram eficazes tenha sido aplicada em larga escala. Por isso, essa alta nas Bolsas tem sido espalhada em todo o mundo: em novembro, o principal índice da Bolsa do México sobe 13%. Na Coreia do Sul, o ganho é de 16%. Nos Estados Unidos, o S&P 500, da Bolsa de Nova York, avança 11,3%.

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