O Grupo Mateus, empresa que é a maior rede
varejista de alimentos do Brasil, com capital 100% nacional e a quarta maior
empresa de varejo alimentar do País, com operações no varejo de supermercados,
atacarejo, atacado, móveis e eletrodomésticos, indústria de panificação e
central de fatiamento e porcionamento, estréia no pregão da B3 nesta
terça-feira (13). Suas ações são denominadas GMAT3.
Em uma impressionante arrancada no mundo da Bolsa de Valores, a rede de supermercados Grupo Mateus, originário do Maranhão, registrou o maior IPO da história do Nordeste. Com o preço da ação a R$ 8,97 (na parte inferior da banda prevista), a companhia levantou R$ 4,61 bilhões. A empresa superou a marca da cearense Hapvida, que havia registrado R$ 3,4 bilhões em abril de 2018.
Foram coordenadores do IPO do grupo a XP Investimentos (líder), Bradesco BBI, BTG, Itaú BBA, BB Investimentos, Santander e Safra. Com o IPO, o valor de mercado da empresa vai ultrapassar velhos e tradicionais portentos do setor, como o Pão de Açúcar (R$ 18,5 bilhões) e o Carrefour Brasil (R$ 11 bilhões). Outro recorde quebrado pela até então pouco conhecida Mateus no País: superou o maior IPO do ano. O título estava nas mãos da rede de petshops Petz, que girou em R$ 3 bilhões.
O Grupo Mateus é uma empresa varejista criada há 34 anos por Ilson Mateus Rodrigues, um ex-garimpeiro de Serra Pelada. São 137 lojas em 53 cidades nos Estados de Maranhão, Pará e Piauí. O grupo também faz entregas para Tocantins, Bahia e Ceará. Essa é a sua primeira forma de entrar no Ceará. Há previsão de instalar lojas no Ceará. No segmento de atacado, atende mais de 19.415 pontos de venda. No ano passado, o faturamento do Grupo Mateus foi de 9,9 bilhões de reais e o lucro, de 365,7 milhões de reais (margem líquida de 4,51%). De 2013 a 2019, as vendas líquidas tiveram aumento de 6,4 bilhões de reais.
Antes de começar a trajetória de varejista, Ilson Mateus atuou por cerca de um ano como garimpeiro. Era o sonho de achar uma pepita que o permitisse alavancar sua verdadeira vocação. Depois de deixar o local sem encontrar ouro, começou outro negócio: a compra e venda de garrafas de vidro. Foi assim que ele chegou a Balsas, no sul do Maranhão, onde percebeu que havia demanda de migrantes do Rio Grande do Sul – que chegaram à área para plantar soja – por produtos básicos.
(Money Times)
Tá forma que eles,usam os funcionários,ele vai virar um bilionário, mão de obra Barata,um negócio da China, sugam os funcionários de todas as formas
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