Escritórios de advocacia começam a receber uma
demanda típica da quarentena. Casais de namorados que decidiram se confinar
juntos querem garantir que o período de isolamento não configure união estável.
Segundo Luiz Kignel, do escritório PLKC, a experiência de morar junto tende a
descaracterizar um namoro, porque envolve troca econômica. Porém, para clientes
preocupados, ele tem dito que a excepcionalidade da pandemia pode valer como
justificativa de que o relacionamento não foi tão longe. Para Maria Alice
Deucher, do Moreau Valverde, que também foi consultada, os casais que desejam
maior segurança podem fazer um contrato de namoro, sem necessidade da
participação de um advogado.
FOLHA

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