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| Neldeme Couto, primeiro emprego já como ferroviária. |
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| Elenilde do Rosário, da administração à operação portuária, uma oportunidade de crescimento na carreira. |
A força da representatividade
da mulher em novos espaços tem contribuído para quebrar os estereótipos de
gênero em profissões tidas como exclusivamente masculinas. A cada ano, elas se
firmam em espaços profissionais antes ocupados apenas por homens e mostram que,
quando no exercício dessas funções, superam as expectativas em relação aos
resultados e à qualidade do trabalho.
No mundo corporativo, as
empresas abrem suas portas para essas mulheres. Caso da VLI, empresa de
soluções logísticas, cuja atividade fim, logística integrada às ferrovias,
portos e terminais, oportuniza às mulheres atividades diversificadas.
Na Ferrovia Norte Sul (FNS),
por exemplo, elas já são manobradoras, auxiliares de maquinistas, agentes de
estação, maquinistas, controladoras de tráfego, mecânicas de locomotivas,
operadoras de escala. No pátio da VLI, em Porto Franco, a controladora de pátio
e terminais, Neldeme Couto, faz parte desse time.
Responsável por controlar e
programar o transporte das cargas que chegam à unidade operacional de Porto
Franco, ela, em cada turno de trabalho, coloca nos trilhos para seguir viagem
até o Terminal Portuário de São Luís (TPSL), um trem de 80 vagões - o que
corresponde 10.100 mil toneladas de carga. “Amo o que faço e fico orgulhosa da
minha responsabilidade. Trabalho com uma equipe dedicada, de 11 pessoas, em uma
atividade que exige atenção, agilidade e sintonia com os colegas. É muito
envolvente”, explica a operadora, ao lembrar que a VLI foi o seu primeiro
emprego. Hoje, 12 anos depois, vive a expectativa de um novo momento: o de ser
mãe.“Rhuan chega em abril”, diz orgulhosa. Com a maturidade de quem soube
esperar o momento certo, afirma que ‘tenho uma profissão consolidada e com
amplos horizontes“.
No segmento portuário não é
diferente. Com o setor despontando cada vez mais como uma vocação natural para o crescimento
do estado, as mulheres avistaram mares de oportunidades no setor. A operadora
multimodal I, Elenilde do Rosário, 36, com formação em administração e dois
MBA´s - em Logística e Gestão Portuária – saiu da área de educação para a
portuária, de olho no crescimento do mercado:
“Como administradora, pensei entrar na área de gestão, mas tive a
oportunidade de ser operadora no Terminal Portuário de São Luís e me apaixonei
pelo trabalho. Quero seguir em frente”, garante. Sobre a predominância, ainda,
de homens no setor portuário, a operadora reconhece que há o que avançar, mas,
por experiência própria, ela percebe o quanto esse cenário mudou, “é nítido
que a presença de mulheres alcance ainda
mais respeito no exercício da função. Estamos aptas para atuar em qualquer
atividade”, conclui.
Sobre a VLI
A VLI tem o compromisso de
contribuir para a transformação da logística no país, por meio da integração de
serviços em portos, ferrovias e terminais. A empresa engloba as ferrovias Norte
Sul (FNS) e Centro-Atlântica (FCA), além de terminais intermodais, que unem o
carregamento e o descarregamento de produtos ao transporte ferroviário, e
terminais portuários situados em eixos estratégicos da costa brasileira, tais
como em Santos (SP), São Luís (MA) e Vitória (ES). Escolhida como uma das 150
melhores empresas para se trabalhar pela revista Você S/A pelos últimos cinco
anos e a primeira colocada do segmento de Logística e Transporte em 2019, a VLI
transporta as riquezas do Brasil por rotas que passam pelas regiões Norte,
Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste.


Felicidades e muito sucesso a todas as mulheres q contribui diariamente para o desenvolvimento modal.
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