Para tentar aprovar na comissão
especial do Congresso a medida provisória da reforma administrativa, o governo
do presidente Jair Bolsonaro (PSL) cedeu e concordou com o desmembramento do
Ministério do Desenvolvimento Regional em duas pastas, Cidades e Integração. A
informação foi dada nesta terça-feira (7) pelo relator da MP, senador Fernando
Bezerra Coelho (MDB-PE). Ao deixar uma reunião com o ministro Paulo Guedes
(Economia), ele afirmou que o tema foi debatido na manhã desta terça-feira com
o presidente Bolsonaro e o ministro Onyx Lorenzoni (Casa Civil). “Ficou
decidido que o ministério do Desenvolvimento Regional vai ser desmembrado e vai
ser recriado o Ministério das Cidades e o Ministério da Integração Nacional”,
afirmou. Além disso, um articulador do Palácio do Planalto disse reservadamente
que estas pastas serão comandadas por políticos, o que, concretizado,
representará uma mudança no comportamento do governo Bolsonaro. Os partidos que
devem comandar as pastas ainda não foram definidos Atualmente, apenas
integrantes de DEM, MDB, Novo e PSL são ministros. Ao mesmo tempo, o relator
pretende que seja aprovada a autonomia do Banco Central, o que faria o órgão
perder status ministerial. Com isso, o governo manteria um total de 22 pastas
com status ministerial --ante as 15 prometidas na campanha e as 29 herdadas da
gestão de Michel Temer (MDB).
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