Líderes de partidos do chamado
centrão acordaram que, até o Planalto começar a dialogar com o Congresso, a
proposta de reforma da Previdência não avancará, de acordo com informações da
coluna Painel, da Folha de S. Paulo. Na ocasião, deputados aprovaram um projeto
que susta os efeitos do decreto editado pelo vice-presidente Hamilton Mourão,
em janeiro, que ampliou a funcionários comissionados e de segundo escalão o
poder de impor sigilo a documentos públicos. Diante do cenário, ainda conforme
a coluna, o DEM – partido dos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado,
Davi Alcolumbre -, chegou a propor ao ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni,
que pudesse atuar diretamente na organização da base. A oferta teria sido feita
durante um jantar na segunda-feira (18). Mas, a legenda já alertou: só entra
“na jogada” se tiver “instrumentos” para entregar aos parlamentares o que for
acordado em troca do apoio ao presidente. Um líder do centrão diz que é
impossível negociar com Lorenzoni, já que ele sempre ouve as demandas, mas
nunca tem autonomia para garantir o atendimento por parte do governo. A atuação
do líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO), também é questionada.
Dirigentes partidários demonstram que, assim como a derrubada do decreto que
facilitava o sigilo de documentos públicos, a queda de Hugo está dentro do
pacote de sinais de descontentamento que o Parlamento quer mandar a Jair
Bolsonaro. As informações são do Notícias ao Minuto. A insatisfação em relação
à falta de interlocução com o governo de Jair Bolsonaro ficou ainda mais clara
depois da primeira derrota do Planalto na Câmara, na última terça-feira (19).
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