Estadão – Conteúdo.
Num primeiro movimento em direção aos oposicionistas após a eleição, o
presidente Jair Bolsonaro convidou o PDT e o PSB para a reunião que fará hoje
com líderes partidários da Câmara, no Palácio do Planalto. A ideia é abrir
diálogo com siglas que, mesmo fora da base aliada, podem dar votos para aprovar
a reforma da Previdência. A estratégia, porém, não foi bem-sucedida até agora.
Os líderes das duas legendas já avisaram que não irão ao encontro e criticaram
a ausência de convite para os demais partidos de oposição, como PT, PSol e
PCdoB. “Temos toda a disposição de fazer esse debate (sobre Previdência) e
vamos fazer, mas achamos que ele deve acontecer com o conjunto dos partidos e
em cima de uma análise da proposta que a gente possa opinar”, afirmou o líder
do PSB, deputado Tadeu Alencar (PE). Sem uma interlocução efetiva no Congresso,
Bolsonaro tem encontrado dificuldades para montar uma base aliada consistente,
que garanta a aprovação das mudanças na aposentadoria, prioridade de seu
governo. Na oposição, a crítica é de que ele ainda “não desceu do palanque” e
mantém o mesmo tom de ataques adotado na campanha eleitoral.

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