O presidente eleito Jair
Bolsonaro e o ministro extraordinário da equipe de transição Onyx Lorenzoni
admitiram nesta segunda-feira, 12, que a reforma da Previdência deve ficar para
2019. A equipe econômica do futuro governo de Jair Bolsonaro considera a reforma
uma medida prioritária. Bolsonaro chegou a cogitar a aprovação de algumas
mudanças nas regras da aposentadoria ainda neste ano. Nos últimos dias, no
entanto, o presidente eleito vem admitindo que a medida deve ser votada pelo
Congresso Nacional somente no ano que vem. Em entrevista coletiva nesta
segunda, Onyx Lorenzoni, que será o ministro-chefe da Casa Civil do governo de
Jair Bolsonaro, descartou completamente a votação neste ano da Proposta de
Emenda Constitucional (PEC) da Previdência apresentada pelo governo do
presidente Michel Temer em 2017. “O que eu ouvi da escuta feita a dezenas de
parlamentares é que o cenário não é favorável a qualquer tipo de questão
relativa à Previdência, no cenário e no modelo que está lá, de emenda
constitucional. As [medidas] infraconstitucionais serão apresentadas ao
presidente e ele vai pensar […] A tendência é que não seja feito este ano e sim
no ano que vem”, disse ainda o ministro extraordinário.
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