O Ministério do Trabalho, que
será extinto no novo governo, deverá ser desmembrado em três partes. A parte
que envolve direitos trabalhistas, o combate ao trabalho infantil e ao trabalho
escravo migrará para o ministério da área social. O FGTS e o FAT devem ir para
o ministério da Economia de Paulo Guedes. Já as áreas responsáveis por
registros sindicais e qualificação de trabalhadores poderão migrar para o
Ministério da Educação ou outra pasta.
(O Antagonista)
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