Ao assumir o trono, Temer
prometia tirar as contas públicas do vermelho. Falava em “recolocar o país nos
trilhos”. A quatro meses do fim do mandato, comanda um trem fantasma. Entregará
ao sucessor, entre outras almas penadas, uma cratera fiscal de R$ 139 bilhões
para 2019. Com os cofres no osso, Temer desistiu de congelar os reajustes
salariais do funcionalismo. Pior: aceitou incluir no Orçamento do ano que vem o
aumento dos contracheques do Judiciário.
Orleans reúne com pré-candidatos da Federação Renovação Solidária
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O pré-candidato ao Governo do Maranhão, Orleans Brandão, reuniu-se com
pré-candidatos da Federação Renovação Solidária – bloco formado pelo
Partido Renovaç...
Há 10 horas

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