O senador Roberto Rocha protocolou nesta segunda feira (13.08.),
ofícios para a Procuradora Geral da República e Presidente do CNMP (Conselho
Nacional do Ministério Público), Raquel Dodge e à Presidente do Conselho
Nacional de Justiça (CNJ), Ministra Carmem Lúcia, solicitando-lhes o
acompanhamento da Ação de Investigação Judicial Eleitoral, além da averiguação
da atuação da Promotora de Justiça Aline Silva Albuquerque, titular da 2ª Promotoria
de Justiça da Comarca de Codó, por atos que possam ir de encontro às diretrizes
previstas em lei para os membros do Ministério Público. Em parecer emitido no dia 17 de julho deste
ano, a promotora se posicionou pela improcedência do pedido e solicitou o
arquivamento da ação, que teve sentença proferida pela juíza Anelise Nogueira
Reginato, da 8ª Zona Eleitoral de Coroatá, na qual a magistrada cassou os
mandatos de Luís Mendes Ferreira Filho e Domingos Alberto Alves de Sousa,
prefeito e vice-prefeito do município, respectivamente; e imputou
inelegibilidade, por um período de oito anos, ao governador Flávio Dino e ao
ex-secretário estadual de Comunicação e Assuntos Políticos, Márcio Jerry, ambos
do PC do B. No ofício dirigido à Ministra Carmen Lúcia, Roberto Rocha solicitou
do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que sejam tomadas providências, visando
garantir à magistrada Anelise Nogueira Reginato e aos demais juízes que
porventura vierem a oficiar na ação judicial
eleitoral, a independência na atuação de suas atividades, bem como que sejam
identificados pela Polícia Federal, por meio de abertura de inquérito, todos os
detratores da juíza Anelise. “Pretendi acionar o CNJ para assegurar a plena
autonomia e independência da magistrada e de todos os juízes que venham a atuar
nessa ação, para garantir o pleno exercício de suas funções, de acordo com o
regime democrático, como bem previsto em lei”, disse Roberto Rocha. O senador maranhense disse ainda ser
inadmissível que, diante do exercício de suas funções, tenha a juíza Anelise
Nogueira Reginato sido alvo de acusações e ataques pessoais proferidos de forma
anônima, materializados por meio de publicações em redes sociais, além de
comentários e entrevistas de várias autoridades na tentativa de desqualificá-la
e intimidá-la. “Se qualquer pessoa que procura a Justiça, não estiver
satisfeita com uma eventual decisão judicial que lhe foi desfavorável, tem todo
o direito de recorrer, mas, não de tentar desqualificar uma autoridade do Poder
Judiciário”, afirmou.
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