Quase tudo na sucessão de 2018 se
parece com eleições anteriores, menos o eleitor. Os caciques fazem política com
os pés no mundo da Lua, onde não há corrupção nem desemprego. Promovem os
mesmos cambalachos de sempre. O feitiço pode virar urucubaca, pois o brasileiro
amarga uma descida pelos nove círculos do inferno. E acha que não merece a
excursão. Agora, às vésperas de uma nova eleição, a cabine de votação se
confunde com uma visão do purgatório. O voto parece instrumento de purificação.
Em órbita, candidatos e dirigentes partidários não se deram conta de que um
pedaço do eleitorado está desconfortável no papel de gado.
Real Tim Big Data: Flávio Bolsonaro 44% contra 43% de Lula
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O Instituto Real Time Big Data, nesta terça-feira (05), divulgou mais uma
pesquisa sobre as eleições presidenciais de 2026. O cenário segue
inalterado, com...
Há 9 horas
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