Em poucos anos, um simples exame
de sangue, realizado em laboratório, poderá detectar o câncer de pulmão em fase
inicial, antes mesmo que ele possa ser visto em imagem. O anúncio foi feito
durante o encontro anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (Asco),
neste mês, em Chicago. Uma pesquisa ainda em curso, apresentada na sessão
plenária do congresso, aponta que a análise de fragmentos de DNA flutuando no
plasma sanguíneo é capaz de encontrar precocemente esses tumores. Geoffrey R.
Oxnard, autor líder do estudo Atlas das Células Circulantes Genoma Livre (CCGA,
para a sigla em inglês) e professor de medicina do Instituto do Câncer
Dana-Farber e da Escola de Medicina de Harvard, de Boston, mostrou-se animado
com os resultados iniciais. “Existe uma demanda global por testes de detecção
precoce de câncer de pulmão que possam ser facilmente implementados pelos
sistemas de saúde pública”, justificou a importância da descoberta. O câncer de
pulmão é um dos que mais matam no mundo. Dados do Instituto Nacional de Câncer
(Inca) apontam que, a cada ano, a incidência mundial da doença aumenta em 2%.
No Brasil, há uma estimativa de 31.270 casos para este ano, sendo 18.740 em
homens e 12.530 em mulheres. De acordo com os médicos que participaram do
estudo, as taxas de sobrevivência são significativamente maiores quando o tumor
de pulmão é detectado cedo — o que não ocorre com frequência. Geralmente, ele
só é descoberto quando são apresentados os primeiros sintomas, ou seja, em
estágio avançado.
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