Na véspera da visita do
vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, o governo brasileiro promulgou
o acordo-quadro na área espacial assinado pelos dois países em 2011. Trata-se
de um acordo de caráter geral, que servirá como um “guarda-chuva” para outros
entendimentos mais específicos. Entre eles, o acordo de salvaguardas tecnológicas
que está em negociação e que, se concluído, abrirá o caminho para o uso da base
de Alcântara (MA). O acordo-quadro vale por 20 anos, mas pode ser prorrogado. O
acordo prevê que a cooperação entre Brasil e Estados Unidos ocorrerá nas
seguintes áreas: Ciência, observação e monitoramento da Terra; Ciência
espacial; Sistemas de exploração; Operações espaciais; e “outras áreas
relevantes de interesse mútuo". Na área de propriedade intelectual, o
ponto mais sensível no atual estágio de negociações, o acordo-quadro diz
claramente que nenhum ponto dele pode ser interpretado como concessão explícita
ou tácita de direitos ou interesses sobre invenções ou trabalhos de uma parte
feitos antes da entrada em vigor do acordo ou que estejam fora de seu escopo. A
transferência de bens e dados técnicos ocorrerão somente no que for necessário
para o cumprimento do acordo.
Assessor parlamentar é exonerado após invadir programa ao vivo na TV
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O presidente da Câmara Federal, Hugo Motta (Republicanos-PB), em edição
extra do Diário Oficial, assinou a exoneração do assessor parlamentar
Bernardo More...
Há 5 horas

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