70% dos recursos seriam para os municípios
afetados pelas ferrovias e 30% para instalações portuárias, minerodutos,
barragens e pilhas de estéreis.
A
proposta para distribuição dos royalties provenientes da atividade de mineração
aos municípios afetados foi tema de uma audiência ocorrida, nesta semana, na
Casa Civil da Presidência da República, com a presença do senador Roberto Rocha,
do ex-prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira, e de uma comitiva de prefeitos
das cidades ligadas ao Consórcio Intermunicipal Multimodal (CIM). Proposta do
senador Roberto Rocha (PSDB-MA) e das bancadas no Senado Federal dos estados do
Maranhão, Espírito Santo, Minas Gerais, Pará e Rio de Janeiro expressa que 15%
da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM) sejam
repartidos da seguinte maneira: 70% seriam destinados aos municípios afetados
pelas ferrovias situadas nesses cincos estados; e 30% para cidades afetadas por
instalações, minerodutos, pilhas de estéreis e barragens de rejeito. Atualmente, existem 89 municípios afetados por
operações cotidianas de transporte de minério de ferro nessas cinco unidades da
federação, alcançando uma população superior a três milhões de pessoas.
“Costuramos um amplo acordo político, pensando sempre na questão dos impactos
ambientais que afeta cada cidade onde ocorre algum tipo de atividade de
mineração, desde o transporte do apito do trem, até as instalações portuárias,
as pilhas estéreis e barragens de rejeito. Essa é a melhor proposta e tenho a
convicção de que é justa para todos”, concluiu Roberto Rocha.

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