Rio de Janeiro liderou o ranking
de expulsões, seguido de São Paulo e Minas Gerais.
Atos de corrupção, abandono de
cargo e inassiduidade foram os principais motivos de expulsão de servidores
públicos ao longo de 2017. Por mês, em média, 40 servidores receberam cartão
vermelho e deixaram de integrar os quadros da administração pública. O Rio de
Janeiro liderou o ranking de expulsões (89), seguido de São Paulo (41), Minas
Gerais (37), Santa Catarina (24), Pará (20) e Rio Grande do Sul (17). Dos mais
de 400 servidores punidos, 106 pertenciam aos quadros do Ministério do Desenvolvimento
Social e Agrário (MDSA), 103 do Ministério da Educação e 79 do Ministério da
Justiça. Trajetória - Entre 2003 e 2017,
foram registradas mais de seis mil expulsões de servidores públicos, conforme o
Ministério da Transparência. No ano passado, 65% das punições foram
fundamentadas em investigações de corrupção.

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