A União Europeia decidiu impor
tarifas antidumping ao aço laminado a quente do Brasil, Irã, Rússia e Ucrânia,
em resposta a uma queixa de siderúrgicas européias de que o produto estaria
sendo vendido a preços demasiadamente baixos.
Segundo o diário oficial da União
Européia, o bloco adotou sobretaxas de 17,60 euros a 96,50 euros por tonelada a
partir de sábado. A Comissão Europeia inicialmente havia proposto estabelecer um
preço mínimo – de 472,27 euros por tonelada -, mas revisou a proposta depois de
não receber o apoio de países membros da UE. No caso específico de siderúrgicas
brasileiras, a UE cobrará tarifas adicionais por tonelada de 54,50 euros da
Arcelor Mittal Brasil e da Aperam Inox América do Sul, de 53,40 euros da
Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), de 63,00 euros da Usiminas e de 55,80
euros da Gerdau Açominas.
O aço iraniano estará sujeito a
uma taxa de 57,5 euros por tonelada e a ucraniana Metinvest Group à cobrança de
60,5 euros. As taxas para os produtores russos variaram entre 17,6 euros para a
PAO Severstal, 53,3 euros para a Novolipetsk Steel e 96,5 euros por tonelada
para a MMK. A Comissão também encerrou sua investigação sobre as importações de
aço da Sérvia sem propor medidas.

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