O PSB tem 25 dias para decidir se
haverá ou não a fusão com o PPS. Pelo cenário desenhado hoje não será fácil
construir um consenso, pois o caminho que parecia tranquilo de ser trilhando,
pelo menos para os dirigentes nacionais, começa a mudar de rumo. Isso porque
focos de rejeição à proposta estão surgindo nos estados e com seus líderes
dispostos a derrotar no voto a tese de que a união com os pós-comunistas, na
atual conjuntura, seria a melhor opção.
Se por um lado o presidente
nacional do PSB, Carlos Siqueira, afirma estar realizando um processo
consultivo na legenda, por outro lado, socialistas históricos, como se
consideram, reclamam de “autoritarismo” na hora de tomar as decisões. Uma
guerra, portanto, que promete fortes combates.
Para aprovar a fusão com o PPS,
será necessário o voto de dois terços do total de 529 delegados aptos a votar
no congresso, no dia 20 de junho.

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