Se já não bastassem todos os
desafios e dificuldades enfrentadas pelos municípios brasileiros, o corte de
verbas do Orçamento da União, anunciado
pelo governo federal na última sexta-feira, deverá deixar as prefeituras
literalmente na UTI, sobretudo na área da saúde.
Do corte de R$ 69,9 bilhões, três
pastas concentram 54,9%: Ministério das Cidades (R$ 17,232 bilhões); Saúde (R$
11,774 bilhões) e Educação (R$ 9,423 bilhões). Em seguida, vêm os ministérios
dos Transportes (R$ 5,735 bilhões) e da Defesa (R$ 5,617 bilhões).
A partir de junho, as
prefeituras, que já enfrentam dificuldades desde o segundo semestre do ano
passado, serão obrigadas a arcar com os atrasos nos repasses e a bancar com
recursos próprios a parte que caberia ao governo federal, devem começar a sentir os efeitos em breve.

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