A economia brasileira registrou no primeiro trimestre do ano
crescimento de 1,9% na comparação com o mesmo período de 2013.
O índice fica
abaixo do alcançado por países que também tiveram impactos da crise econômica,
como os Estados Unidos que obtiveram 2,3%.
Segundo o economista-chefe da Austin
Rating, Alex Agostini, a alta do Produto Interno Bruto (PIB) do país foi maior
do que a de nações que ainda se recuperam dos efeitos de turbulências globais,
como Espanha, 0,6%; Portugal, 1,2%; e Itália, -0,5%.
O resultado também foi
superior ao da Rússia, 0,9%, que passa por uma crise com a Ucrânia, e próximo
ao do México, 1,8%; que atravessa um momento de readequação. Em relação ao
grupo de cooperação Brics, o país ficou atrás da China, 7,4%; e Índia, 4,6%;
mas superou a África do Sul, 1,6%; e a Rússia, 0,9%.
O levantamento foi
elaborado pela Austin Rating, com base em dados do IBGE, em pareceria com os
bancos centrais dos países pesquisados, com a Eurostat [agência estatística da
União Europeia], com a Organização para Desenvolvimento Econômico (OECD) e com
o Banco Mundial.

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