Como os leitores devem ter percebido, de uns tempos para cá
mudei minha maneira de escrever e de pensar, hoje mais branda e evitando entrar
em polêmicas desnecessárias. Verdade é que a idade vai chegando, a sabedoria
aumentando e a paciência cansando.
Tem coisas e pessoas que realmente não valem
a pena perder tempo ou se aborrecer.
Se eu tenho um pequeno poder de mídia e de formação de
opinião nesta cidade, foi o PAI ETERNO que me deu e capacitou, e é fruto de
muitos anos de trabalho.
Não tenho compromisso nenhum com os erros de prefeito nenhum.
Minha parte eu sempre fiz, nunca me acovardei e nunca haverei de me acovardar.
O legado maior da minha Família foi ter me ensinado a ser
homem na vida. Homem que sabe ganhar, mas que também sabe perder e, sobretudo,
que luta por justiça e defende suas ideias de forma clara, sem rabo preso com
“a” ou com “b”.
Se hoje eu defendo abertamente a prefeita Gleide Santos é
porque fiz uma aposta, uma opção em apoiá-la, e não me arrependendo.
A prefeita realmente está tentando mudar a cara desta cidade
e fazendo aquilo que para mim é o mais importante, ou seja, mostrando a todos
que não devemos mais ter saudade do passado e dos velhos corruptos, embora não
haja santidade na política.
A diferença é que Gleide Santos se dedica de corpo e
alma à vida pública, ajuda centenas de pessoas, gostam de fazer as coisas bem
feitas e trabalham sem parar. O resto é tudo dor de cotovelo e recalque de quem
ainda não conseguiu digerir a derrota ou descer do palanque.
Apesar das minhas lamentações, ao lembrar o que era Açailândia
há 10 ou 15 anos atrás, hoje sinto orgulho de ter feito a opção acertada pela
mudança.
Defendo e defenderei a prefeita enquanto me for possível. Não
sou nenhum um pouco imparcial. Sou contra a volta dos velhos bandidos. Tenho
dito.
2682/11-J

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