http://chiquinhoescorcio.blogspot.com.br/2013/10/francisco-escorcio-cobra-do-ministro.html
O deputado federal Francisco
Escórcio (PMDB-MA) cobrou o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, durante
audiência na Comissão Especial destinada a proferir parecer ao projeto de lei
nº 5013 de 2013, que estabelece normas gerais de política urbana e de proteção
à saúde e ao meio ambiente, maior eficiência das operadoras de telefonia Oi,
Tim e Vivo, que estão atrapalhando e muito, pela ineficiência dos serviços
prestados ao Maranhão, a comunicação daquele estado e, consequentemente, o seu
desenvolvimento.
“Ora nós temos num município a
TIM, ora a Vivo e ora a Oi. Então, nós temos que andar com três telefones
celulares no bolso, porque nós chegamos lá num município e está operando a
Vivo, no outro a Tim e no outro a Oi, dificultando sobremaneira a população.
Essas três operadoras no meu querido Maranhão estão deixando muito a desejar.
Até uma tem o nome de Vivo, mas está morta, ninguém consegue falar. Quando
chegamos ao interior não tem sinal. É preocupante a situação dessas três
operadoras no meu estado”, disse Chiquinho.
O parlamentar também cobrou uma
atenção maior para o serviço de internet para o estado. Isto faz com que o
Maranhão não fique em desigualdade com outros estados mais desenvolvidos deste
país.
“Nós estamos vendo o acelerar de
todo esse sistema de comunicação no Sul e Sudeste brasileiro. Mas eu acho que o
Nordeste brasileiro precisa ser olhado, inclusive a população, numa situação
que talvez tivesse alguma correlação da sua pasta com outra pasta que trata da
questão da internet”, concluiu.
Em resposta, o ministro Paulo
Bernardo afirmou que o ministério colocou como obrigação na licitação do 4G o
atendimento de todos os distritos num raio de 30 km da sede do município.
“Se o distrito fica dentro dessa
faixa, ele terá que ser atendido com telefone e com internet. Esse telefone, a
obrigação é que seja telefone fixo, na verdade, telefone residencial, porque
ele vai ser feito com tecnologia semelhante ao celular, com a rádio frequência.
Vamos ter cerca de 12 mil comunidades que não tem atendimento hoje e que serão
atendidas”, garantiu o ministro.
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