Audiência Pública Realizada em Açailândia do Consórcio dos Municípios COMEFC, Congregando os vinte e três 23 municípios Participantes foi um Sucesso. Sendo avaliada de forma positiva por parte de seus
idealizadores, a diretória consagrou o consórcio em um grande acontecimento de extrema importância para o futuro da população do Estado do Maranhão, os prefeitos (as) e consultores RESPONSÁVEIS seguem enfrente com objetivo de fortalecer cada vez mais esse consórcio com a realização de mais audiências públicas pelo Estado.
A próxima ação do Consórcio
acontecerá no Município de Santa Inês, com a presença de todos os prefeitos
participantes do Consórcio, na qual serão apresentados mais uma vez os
objetivos do COMEFC. Tendo como convidados especiais os representantes da Vale,
Empresários da cidade, presidentes de associações,
presidentes de sindicatos, Ministério Público, Polícia Civil, Policia Militar,
Lideranças Religiosas, Representantes do BNDES e outros Bancos, além de
deputados federais e estaduais, Vereadores, Vice-Prefeitos, Secretários
Municipais, ONGS e a população em geral.
Na Passagem por Açailândia, foram
abordados os anseios e as expectativas de cada participante buscando uma
solução satisfatória que venha contemplar e valorizar os municípios envolvidos.
A iniciativa
visa o recolhimento de tributos municipais, pagamento de compensações
socioeconômicas e ambientais aos municípios, já que a Vale é uma empresa com
alto poder de agressão ao meio ambiente, contribuição para o Fundo de
Desenvolvimento Municipal – FDM, que será criado nos municípios envolvidos pela
ação do consórcio, bem como a elaboração de Planos Diretores Municipais
sólidos, que irão contribuir para a detecção de problemas socioeconômicos e
ambientais dos municípios, apontando soluções para tais problemas, dentre os
quais se sobressai o IDH-M dos municípios consorciados, a maioria esmagadora
deles com índices abaixo da média estadual.
Dentre os
inúmeros problemas causados pela ferrovia, destacam-se o alto índice de
atropelamentos através do trem, causando cerca de uma morte a cada mês. Ao
longo da estrada de ferro, existem mais de 90 localidades, entre povoados,
vilas e cidades, na faixa de 1.000 metros em relação ao eixo na ferrovia.
Dentre vários outros problemas detectados, destacam-se a intensa trepidação
provocada pelos trens, o que causa rachaduras nas residências, remoção
compulsória de famílias ou apropriação de parcela de seus terrenos pela Vale,
poluição sonora, prejuízo às estradas vicinais causada por veículos de grande
porte, proibição da realização de roças próximas à ferrovia, e presença de
grande contingente de trabalhadores homens no trecho em questão, colocando em
risco adolescentes em situação de vulnerabilidade social.
Será uma
grande virada para o municipios que fazem parte do consórcio
Diante desse
quadro, a criação do Consórcio visa fortalecer os municípios envolvidos, que
farão reivindicações em bloco, solicitando investimentos em vários segmentos
sociais, visando melhoria de oportunidades de trabalho, qualidade de vida e
obras estruturais para os municípios consorciados.
Dessa forma,
destaca-se, dentre outras ações já elencadas, a atuação conjunta dos gestores
na criação dos Fundos de Desenvolvimento Municipal, focando nos aspectos da
educação, geração de renda e saúde. Nesse contexto, a empresa Vale terá papel
de empresa patrocinadora desses fundos, na concepção de Geração de Valor aos
Municípios – GVM, já que só em 2010 a Vale distribuiu cerca de 5 bilhões de
reais de Geração de Valor ao Acionista – GVA, sem nada pagar aos municípios
maranhenses cortados pela ferrovia.
A tentativa
de entendimento entre os gestores municipais e a Vale, ao longo dos anos,
sempre foi marcada por ações individuais, sem resultados, contudo.
“Essa é uma
realidade que já atravessa quase três décadas, sendo a Vale beneficiada pela
Lei Kandir, que lhe garante várias isenções. O que se contesta pelo Consórcio é
que a VALE está investindo no Maranhão, na planta dela, ganha benefícios porque
informa que vai exportar mais, e ganhar mais com isso. A Vale investe nela
mesma e o reflexo desse investimento não chega aos municípios. Existe a
Compensação Financeira pela Exploração Mineral – CFEM. Parauapebas recebe 65%,
o Pará 23% e a União 12% por cada tonelada de minério extraída de Carajás. Em
2012, Parauapebas recebeu 427 milhões de reais da Vale, enquanto que os 23
municípios do Maranhão cortados pela ferrovia só estão recebendo ações pontuais
da Vale. Dessa forma, a COMEFC surge para colocar a coisa nos tramites
legais”, informa Leoncio Lima, Diretor Executivo da MCM Consultoria e
Representações e Diretor Administrativo do COMEFC.
A intenção
do Consórcio é “juntar objetivos comuns e transformá-los em grandes resultados,
de forma a atender aos interesses coletivos; é inconcebível vermos tanta
riqueza passar em nossos municípios e convivermos com tanta miséria”, explica
material informativo do consórcio. Para que se tenha ideia da dimensão da
questão, basta que se saiba que o Maranhão responde, sozinho, pelo escoamento
de 42 % de toda a produção de minério da Vale em todo o país, podendo chegar a
60% em 2020.
Uma das
propostas do Consórcio é que a Vale crie, no mínimo, dois Institutos Tecnológicos
no Maranhão, como já existe em outros estados, um com foco em tecnologia
ferroviária, em Açailândia, e outro em São Luís, com foco em tecnologia
portuária. Por outro lado, no Pará já existem duas estações de conhecimentos,
que são centros de capacitações, onde se trabalha a capacitação de moradores do
município, seja no segmento da agricultura, piscicultura, dentre outros. “A
única estação do Maranhão se encontra em Arari, e funciona de forma precária;
então, que a Vale repense a gestão dessa estação e construa mais estações no
Maranhão, que o estado merece”, conclui Leoncio Lima.
FIQUEI SABENDO DA FALTA DE EDUCAÇÃO DA PREFEITA DE AÇAILÂNDIA COM VICE PREFEITO QUE ESTÁ SE MOBILIZANDO EM PRO DA NOSSA CIDADE, NÃO DESISTA JUSCELINO ESSA MULHER É LOUCA.KKKKKKKKKKKK
ResponderEliminarEssa mulher só pensa em si mesma. E o povo que se dane ,um consórcio desses que já nasceu grande e com São Luís que é capital empenhada em participar e ela deixa de fora Açailândia. E esses vereadores frouxos que não se mobilizam.
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