Servidores públicos fizeram muito barulho, ao longo de todo o dia desta quarta-feira (26), na Esplanada dos Ministérios. Pela manhã, cerca de 15 mil trabalhadores da área da educação realizaram uma marcha no Eixo Monumental, entre o Estádio Mané Garrincha e o Congresso Nacional, para pedir que o governo aumente o montante de recursos investidos no setor, hoje equivalentes a 5% do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todas as riquezas do país), para uma proporção de 10%. Eles também querem que estados e municípios apliquem a lei do piso nacional dos professores, hoje fixado em R$ 1.187.
Presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Roberto Franklin Leão disse que outra reivindicação da categoria é a aprovação, ainda este ano, do Plano Nacional de Educação (PNE). Encaminhada pelo Executivo, a proposta estabelece 20 metas a serem cumpridas até 2020, entre elas uma reserva de 7% do PIB para investimentos na área.
Segundo Leão, esse montante não é suficiente para que o Brasil supere os gargalos no ensino. “Entregamos ao relator do PNE na Câmara, deputado Angelo Vanhoni (PT-PR), mais de cem mil assinaturas pedindo a aprovação do índice de 10%”, ressaltou. Reivindicação semelhante foi entregue ao ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência da República.
Além de sensibilizar a sociedade, a marcha nacional buscou dar visibilidade a problemas que jogam no chão a qualidade da educação brasileira. O impasse entre governo e sindicatos é tão grande que, somente na rede pública estadual, a confederação contabilizou 12 greves em 2011. Informações são Correio Braziliense.
Presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Roberto Franklin Leão disse que outra reivindicação da categoria é a aprovação, ainda este ano, do Plano Nacional de Educação (PNE). Encaminhada pelo Executivo, a proposta estabelece 20 metas a serem cumpridas até 2020, entre elas uma reserva de 7% do PIB para investimentos na área.
Segundo Leão, esse montante não é suficiente para que o Brasil supere os gargalos no ensino. “Entregamos ao relator do PNE na Câmara, deputado Angelo Vanhoni (PT-PR), mais de cem mil assinaturas pedindo a aprovação do índice de 10%”, ressaltou. Reivindicação semelhante foi entregue ao ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência da República.
Além de sensibilizar a sociedade, a marcha nacional buscou dar visibilidade a problemas que jogam no chão a qualidade da educação brasileira. O impasse entre governo e sindicatos é tão grande que, somente na rede pública estadual, a confederação contabilizou 12 greves em 2011. Informações são Correio Braziliense.

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