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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

EPIDEMIA: Zika vírus revela a brutal desigualdade brasileira

Muitos brasileiros vivem em barracos e não tem condições mínimas para se prevenir contra o mosquito (Foto: Pixabay)

Apesar de o mosquito não diferenciar classe social, é muito mais fácil ser alvo em regiões carentes.

Janelas com vidro, ar-condicionado e repelente podem ser bem comuns na rotina de prevenção de brasileiros contra o mosquito Aedes aegypti. Só que para muitos, essas amenidades são luxos que não cabem no bolso. A epidemia do zika vírus, além de todos os seus problemas de saúde relacionados, revela a clara desigualdade social do país, onde a maioria das vítimas é pobre.

A cidade de Ribeirão Preto, em São Paulo, é um grande exemplo deste contraste entre pobres e ricos. A cidade é uma das áreas mais afetadas pelo zika vírus. Só que ao olhar para a redondeza do Ribeirão Shopping, talvez não se perceba isso. Ribeirão Preto é conhecido como a Califórnia do Brasil, um apelido que remonta à década de 1980, quando o boom do açúcar e da produção do etanol aumentou o padrão de vida de alguns e deixou muitos para trás. No bairro de Jardim Jandaia, por exemplo, muitas famílias vivem em barracos.

A situação da desigualdade não é exclusiva da cidade em um país onde 1% dos mais ricos recebe mais que um quarto de toda renda. Desde o ano passado, estima-se que 1,5 milhão de brasileiros foram contaminados pelo zika vírus, principalmente no Nordeste. Apesar de o mosquito ser “democrático”, como explica Benedito Fonseca, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, já que ele não diferencia ricos e pobres, é muito mais fácil ser picado em áreas onde ter uma janela de vidro é luxo e onde não há saneamento básico.

A diferença também é clara entre os hospitais particulares e públicos. Mesmo quando cheios, os hospitais particulares, geralmente, oferecem conforto e atendimento rápido quando comparado aos hospitais públicos, onde a espera pode levar dias.

Fontes:  The Washington Post-Zika exposes class differences in Brazil, where most victims are poor

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