O SIGNIFICADO DA VIDA

terça-feira, 31 de março de 2026

Feriados de abril de 2026: confira as folgas que terão este mês

 


O mês de abril de 2026 terá dois feriados nacionais no Brasil, além de pontos facultativos e datas comemorativas que podem ampliar períodos de descanso, a depender da categoria profissional e da região. O calendário oficial é baseado na legislação federal e em divulgações de órgãos como o Ministério do Turismo e instituições do mercado financeiro.

Logo no início do mês, a Sexta-feira Santa, celebrada em 3 de abril, garante folga nacional obrigatória. A data religiosa, também chamada de Paixão de Cristo, antecede a Páscoa, que em 2026 será comemorada no dia 5 de abril (domingo). Outro destaque do mês é o feriado de Tiradentes, celebrado em 21 de abril (terça-feira). A data homenageia Joaquim José da Silva Xavier, mártir da Inconfidência Mineira, e também é considerada feriado nacional obrigatório.

Além dos feriados nacionais, o dia 20 de abril (segunda-feira) aparece como ponto facultativo em órgãos públicos federais e em alguns estados. Na prática, isso pode possibilitar a chamada “emenda” com o feriado de Tiradentes, formando um feriadão prolongado de até quatro dias para servidores públicos e trabalhadores que tenham acordo com empresas.

Feriados regionais e municipais

O calendário de abril também inclui datas que variam conforme o estado ou município. Um dos exemplos é o Dia de São Jorge, comemorado em 23 de abril (quinta-feira), que é feriado estadual no Rio de Janeiro e municipal em algumas cidades brasileiras. Outras datas locais também aparecem no mês, como celebrações religiosas e aniversários de cidades. É o caso do dia 13 de abril, que marca feriados municipais em diferentes regiões, incluindo capitais e cidades do Nordeste e Sudeste.

Impacto no trabalho e no planejamento

Enquanto os feriados nacionais garantem descanso obrigatório, os pontos facultativos dependem de decisão de cada empresa no setor privado. Já servidores públicos costumam seguir decretos oficiais que definem o funcionamento das repartições. A concentração de datas próximas — especialmente entre os dias 18 e 23 de abril — pode favorecer viagens e movimentar setores como turismo e comércio, principalmente em destinos que recebem eventos religiosos durante a Semana Santa.

Calendário de abril de 2026

03/04 (sexta-feira): Sexta-feira Santa (feriado nacional)

05/04 (domingo): Páscoa

20/04 (segunda-feira): ponto facultativo

21/04 (terça-feira): Tiradentes (feriado nacional)

O que dizem as fontes oficiais

As datas nacionais estão previstas na legislação brasileira, como a Lei nº 9.093/1995, e são confirmadas por calendários divulgados por órgãos como o Ministério do Turismo e entidades como a ANBIMA. Já os pontos facultativos e feriados regionais são definidos por decretos estaduais e municipais, podendo variar conforme a localidade.

Para trabalhadores, a recomendação é verificar acordos coletivos e comunicados das empresas. Já para quem pretende viajar, o calendário de abril de 2026 oferece boas oportunidades de descanso prolongado, especialmente na semana de Tiradentes.

Governo do Brasil lança Observatório Nacional das Juventudes

 


Com o objetivo de produzir, sistematizar, analisar e difundir informações e conhecimentos sobre as juventudes brasileiras e as políticas públicas de juventude no país, o Governo do Brasil instituiu o Observatório Nacional das Juventudes (ONJ).

Assinada pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, a portaria que oficializou a iniciativa foi publicada nesta segunda-feira (30/3) no Diário Oficial da União.

Criado no âmbito da Secretaria Nacional de Juventude da Secretaria-Geral da Presidência da República, o Observatório contribuirá para o planejamento, monitoramento e avaliação das ações governamentais voltadas à população jovem e será um instrumento de apoio à implementação do Sistema Nacional de Juventude (Sinajuve), promovendo a integração entre produção de conhecimento, gestão pública e participação social.

O Observatório Nacional das Juventudes nasce com o objetivo de cumprir seis metas estabelecidas na portaria: sistematizar dados, estudos, pesquisas e informações sobre a realidade das juventudes brasileiras; produzir e disseminar diagnósticos e análises sobre a situação das juventudes no Brasil; e apoiar a formulação, implementação, monitoramento e avaliação das políticas públicas de juventude, com base em evidências.

Além disso, o Observatório visa promover a integração e o intercâmbio de informações entre órgãos públicos, instituições acadêmicas, organismos internacionais, organizações da sociedade civil, movimentos sociais e coletivos organizados; difundir e fomentar a produção de conhecimento sobre juventudes, suas diversidades e suas condições sociais, econômicas, culturais e territoriais; e ampliar a transparência e o acesso público a dados e informações sobre juventude.

Atividades

As atividades serão desenvolvidas por meio de organização e disponibilização de repositório de publicações sobre juventudes e políticas públicas; articulação de rede de pesquisadores, gestores e especialistas na temática das juventudes; e estímulo à produção intelectual e científica sobre juventudes brasileiras e políticas públicas. Além disso, o observatório atuará na promoção de fóruns e espaços de debate sobre juventudes; no desenvolvimento de painel de dados e indicadores sobre as juventudes brasileiras; e na elaboração e publicação periódica de diagnósticos sobre as juventudes brasileiras.

Plataforma digital

O Observatório será estruturado como plataforma digital de acesso público, destinada à disseminação de dados, indicadores, pesquisas e publicações sobre as juventudes brasileiras. A plataforma poderá integrar bases de dados e sistemas de informação produzidos por órgãos e entidades da administração pública, instituições de pesquisa e organismos nacionais e internacionais. A Portaria determina que o tratamento, o compartilhamento e a divulgação de dados gerados para o Observatório Nacional deverão estar alinhadas à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais – LGPD, de modo a assegurar as medidas necessárias à proteção de dados pessoais e à preservação do sigilo, quando aplicável.

Gestão

A gestão do Observatório Nacional das Juventudes será da Secretaria Nacional de Juventude (SNJ), com participação do Conselho Nacional de Juventude (Conjuve), e as atividades serão desenvolvidas de acordo com as diretrizes do Sinajuve.

Brasil supera 99 mil escolas públicas com internet e avança para universalizar conectividade até o fim do ano

 


O Brasil alcançou, nesta segunda-feira (30/3), um dos principais marcos da educação pública e da inclusão digital. A Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (ENEC) atingiu a marca de 99 mil instituições públicas de ensino com internet de qualidade para uso em atividades pedagógicas. O avanço foi celebrado em cerimônia realizada em Brasília (DF), com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e dos ministros das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, e da Educação, Camilo Santana.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, destacou a importância da conectividade nas escolas para a formação das novas gerações. Vamos aproveitar o Escolas Conectadas para fazer com que as coisas aconteçam bem e para que a gente consiga usar a internet na formação de cidadãos mais conscientes, mais preparados e mais humanos”, disse.

Durante o evento, o Ministério das Comunicações anunciou a contratação de serviços de conectividade para mais 16,7 mil escolas em todo o país, medida que permitirá universalizar o acesso à internet nas unidades de ensino da educação básica ainda não conectadas até o fim de 2026. A ação integra a Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (ENEC), coordenada pelos Ministérios das Comunicações e da Educação, que já beneficia cerca de 24 milhões de estudantes brasileiros. Entre os estados com maior percentual de escolas conectadas estão Paraná, Piauí e Goiás.

“Quero anunciar que acabamos de assinar a contratação de conectividade para mais 17 mil escolas. Esse era o número restante para concluirmos as contratações necessárias e garantir internet em todas as 138 mil escolas públicas do Brasil até o final do ano. Todo esse esforço mostra que inclusão digital não se faz apenas com criatividade, mas com a presença efetiva do Estado, especialmente onde outras iniciativas não chegam”, disse o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho.

segunda-feira, 30 de março de 2026

Os preços do minério de ferro subiram quase 7% em março em meio a riscos de oferta.

 


Os preços do minério de ferro subiram 6,9% no período de 27 de fevereiro a 27 de março de 2026, atingindo US$ 107,74/t CFR (Coreia 62% Fe/Qingdao). O preço médio da matéria-prima em março foi de US$ 106,33/t, comparado a US$ 101,53/t em fevereiro. Assim, o mercado recuperou parte das perdas anteriores e retornou a patamares em torno de US$ 108/t CFR ao longo do mês.

Na primeira quinzena de março, o mercado foi sustentado principalmente por preocupações com a oferta. Os principais fatores incluíram restrições aos embarques da BHP para a China, incertezas em relação às importações de certas cargas e o risco de interrupções na Austrália. Os altos custos de frete e a expectativa de que as siderúrgicas chinesas reabasteceriam seus estoques após a flexibilização gradual das restrições temporárias à produção também contribuíram para esse suporte. A projeção do governo chinês de crescimento do PIB entre 4,5% e 5% para 2026 também adicionou otimismo, sustentando as expectativas de demanda por aço e matérias-primas.

Ao mesmo tempo, o mercado permaneceu altamente sensível aos desdobramentos das notícias. Já entre 16 e 18 de março, os preços oscilaram devido à diminuição das preocupações com a escassez de matérias-primas da BHP e aos fracos indicadores fundamentais de demanda. O início da alta temporada de construção na China foi lento, as margens das siderúrgicas permaneceram baixas e a produção de ferro-gusa não apresentou crescimento constante. As siderúrgicas, em sua maioria, seguiram uma estratégia de aquisição sem constituir estoques ativamente, o que limitou o potencial de aumento dos preços do minério.

No final do mês, fatores macroeconômicos e geopolíticos externos influenciaram ainda mais a dinâmica do mercado. O conflito em torno do Irã sustentou os custos de energia e logística, fornecendo suporte baseado em custos para embarques marítimos. Além disso, negociações tensas entre o China Mineral Resources Group e os principais fornecedores, principalmente a BHP, criaram uma escassez local de certos tipos de minério no mercado à vista, mesmo com os estoques geralmente elevados nos portos chineses.

Os riscos relacionados ao clima na Austrália surgiram como um fator independente. No final de março, a ameaça do ciclone Narelle e o fechamento temporário de vários portos na região de Pilbara impulsionaram brevemente os preços para cima. No entanto, assim que a extensão das interrupções se mostrou limitada, o mercado recuou parcialmente. Em 25 de março, as restrições ambientais à produção de aço na província de Hebei criaram pressão adicional, reduzindo as expectativas de consumo de matéria-prima.

No curto prazo, o mercado de minério de ferro provavelmente permanecerá volátil, oscilando em torno dos níveis atuais. Os preços serão sustentados pelos riscos de interrupções no fornecimento, pelos altos custos de energia e pela recuperação gradual da produção de ferro-gusa na China. Ao mesmo tempo, os elevados estoques portuários, as margens reduzidas das siderúrgicas e a cautela nas compras por parte das usinas limitarão o crescimento futuro.

Fonte: GMK Center

Açailândia é representada no RH leadership Festival 2026 realizado em São Paulo.

 


O evento que enviou vários representantes da cidade de Açailândia, reuniu milhares de líderes de RH, CEOs e executivos para discutir inovação, inteligência artificial e o futuro do trabalho. É considerado o maior festival de RH da América Latina.

O Distrito Anhembi foi palco, nos dias 26 e 27 de março, do RH Leadership Festival 2026, considerado o maior encontro de liderança e gestão de pessoas da América Latina. Organizado pela StartSe, o evento reuniu milhares de profissionais de Recursos Humanos, CEOs e executivos para discutir inovação, inteligência artificial e os desafios da saúde emocional no ambiente corporativo.

Durante os dois dias, o festival ofereceu palestras, workshops e espaços de networking. Os Hot Seats com CEOs possibilitaram debates diretos entre executivos e o público, enquanto a feira de negócios apresentou soluções inovadoras para gestão de pessoas.

Entre os temas mais concorridos estiveram a liderança adaptativa, a integração de diferentes gerações no ambiente corporativo e práticas de bem-estar. Com atmosfera de festival e foco em experiências práticas, o evento reforçou que o RH deixou de ser apenas uma área de suporte para se tornar estratégico na sobrevivência das empresas em tempos de automação acelerada.

A Prefeitura Municipal de Açailândia marcou presença neste importante evento, com representantes de diferentes áreas da gestão municipal como a servidora Francimeire da Silva Lúcio Lima – RH Central, Lígia Macedo – RH da Educação, Hélio Conceição da Silva – RH da Educação, Keila Cristina Pinheiro de Sousa – Assessora Técnica Especial da Sec. de Saúde, Antonia Célia Alves Rodrigues– RH da Saúde, Polly Hellen Cavalcante – RH da Assistência Social e Aline Sousa Neres Dantas– Assessora Jurídica.

A participação de Açailândia neste festival de âmbito nacional, reforça o compromisso da gestão municipal com a valorização dos profissionais de RH, pois essa troca de experiências e a busca por práticas inovadoras fortaleçam o serviço público e promovem o desenvolvimento das equipes.

Assim a prefeitura de Açailândia segue avançando, investindo em conhecimento e construindo um RH cada vez mais estratégico para os servidores públicos.

Fonte: ASCOM-PMA

Prefeitura de Açailândia – Cidade acolhedora. cidade forte.

https://www.acailandia.ma.gov.br/midia/Acailandia-e-representada-no-RH-leadership-Festival-2026-realizado-em-Sao-Paulo._2710





 

É possível tirar o título antes dos 16 anos e participar das eleições; saiba como

 


Jovens que desejam participar das eleições brasileiras já podem dar o primeiro passo antes mesmo de completar 16 anos. De acordo com a legislação eleitoral, é possível solicitar o título de eleitor a partir dos 15 anos de idade. No entanto, para exercer a cidadania por meio do voto, é necessário atender a um requisito específico de idade até a data do pleito.

Conforme estabelece a Resolução nº 23.751/2026 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para votar nas Eleições Gerais de 2026, a eleitora ou o eleitor deve ter completado 16 anos até o dia 4 de outubro, data do 1º turno. Caso contrário, não poderá votar no pleito deste ano.

Pela Constituição Federal, além dos jovens de 16 e 17 anos, o alistamento eleitoral e o voto são facultativos para as pessoas analfabetas e para os maiores de 70 anos. No Brasil, o voto é obrigatório apenas para os maiores de 18 anos.

Tirar o título de eleitor é o primeiro passo para o exercício da cidadania. Para os jovens, trata-se também de uma oportunidade de participar ativamente das decisões que impactam o futuro do país.

Atenção aos prazos

A emissão do título de eleitor deve ser feita até o dia 6 de maio. Após essa data, o cadastro eleitoral será fechado para a organização do pleito, e novos pedidos só poderão ser realizados depois das eleições.

A solicitação para emissão do título pode ser feita de forma prática pela internet, no Autoatendimento Eleitoral, disponível no Portal do TSE, ou presencialmente, nos cartórios eleitorais e postos de atendimento.

Vale destacar que, para a emissão do primeiro título, é necessário cadastrar os dados biométricos (como digitais e fotografia) presencialmente. Neste caso, as solicitações on-line devem ser iniciadas até 6 de abril, para que a eleitora ou o eleitor colete a biometria antes do fechamento do cadastro.

https://www.tse.jus.br/legislacao/compilada/res/2026/resolucao-no-23-751-de-26-de-fevereiro-de-2026

Nordeste tem salto de 50% na entrada de turistas estrangeiros no 1° bimestre de 2026

 


O Nordeste Brasileiro tira sua força da farta diversidade cultural, histórica, de sabores e cenários. E o mundo descobriu essa potência.

Tanto é que o fluxo de turistas de outros países nos estados da região apresentou forte crescimento, de 50,21%, no primeiro bimestre de 2026, na comparação com 2025. Ao todo, sete estados receberam 150.251 visitantes estrangeiros no período, superando os 100.021 do mesmo período do ano passado. O levantamento leva em conta números de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte.

No acumulado de fevereiro, a região somou 72.418 chegadas de visitantes de outros países. O volume representa uma alta de 48,78% em comparação com o segundo mês de 2025, quando os desembarques ficaram em 48.674. O desempenho acompanha o crescimento observado em 2025, ano em que esses sete estados da região receberam 490.777 viajantes do exterior, 38,8% a mais que em 2024. Os números estão disponíveis no Portal de Dados da Embratur.

O valor recorde é resultado de uma série de ações. Entre elas, conforme afirma o presidente da Embratur, Marcelo Freixo, “a ampliação da conectividade aérea internacional e a promoção dos destinos nordestinos no mercado global”. O período do Carnaval também impulsionou a chegada de viajantes para as festividades. Principalmente em Pernambuco e Bahia.

“O crescimento de 50% no bimestre mostra que a estratégia de promoção internacional da Embratur está no caminho certo. Trabalhamos junto aos estados e ao setor privado para garantir que o turista estrangeiro encontre infraestrutura e conectividade para aproximar os destinos. Esse fluxo maior de visitantes significa mais emprego e renda para toda a população”, afirmou Freixo.

O presidente do Consórcio Nordeste e governador de Alagoas, Paulo Dantas, ressaltou a assertividade da decisão política dos nove governos estaduais de posicionar a região como destino único no mercado global, abrindo caminho para consolidar a região no rol das rotas mais visitadas do mundo.

“Os números validam nossa estratégia de competir globalmente sob uma marca única e destino integrado. Com isso, ganhamos escala para atrair investimentos e novos voos, e mostramos ao mundo que o Nordeste oferece uma experiência completa, que combina praias exuberantes com riqueza cultural diversa e gastronomia exclusiva”, afirmou Dantas.

Sobre o futuro, Dantas destacou que “nosso próximo passo é consolidar o turismo o ano inteiro, levando o potencial das festas de São João para o exterior e expandindo nossa promoção para a Ásia, aproveitando o momento estratégico do Ano Brasil-China.”

Brasil

O Brasil recebeu mais de 2,6 milhões de turistas de outros países nos primeiros dois meses de 2026. Somente em fevereiro, o país registrou a entrada de 1.287.800 visitantes. Este é o segundo melhor resultado para o mês e para o bimestre em toda a história, posicionando o período como um dos momentos de maior fluxo de estrangeiros nos destinos nacionais.

Por países, o número de entradas no primeiro bimestre apresentou crescimento expressivo em mercados da Europa e América do Sul. Portugal, por exemplo, emitiu 29,7% mais turistas para o Brasil em relação aos primeiros dois meses de 2025, seguido por Alemanha, com um incremento de 17%, Reino Unido (+14,5%) e pela França (+8,6%). Entre os vizinhos sul-americanos, a vinda de colombianos cresceu 37%, já o Chile registrou ampliação de 11,3% nas chegadas comparado com o mesmo período do ano passado.

Carnaval aquecido

O carnaval deste ano se traduziu em números expressivos de chegada de turistas estrangeiros e entrada de divisas confirmando a predileção dos estrangeiros pelo Brasil. Durante o período de folia, o País recebeu 300 mil visitantes estrangeiros, um crescimento de 17% em relação a 2025.

Para se ter uma ideia, o volume representa cerca de 30% de toda a movimentação internacional de um mês inteiro concentrada em apenas sete dias, e Bahia e Pernambuco são dois dos estados chave para essa marca. O impacto econômico também foi expressivo. A receita gerada pelos turistas vindos de fora durante o Carnaval de 2026 alcançou quase US$ 186 milhões em todo o Brasil.

Novas regras do pix exigem atenção para evitar bloqueios em transferências

 


Usar o Pix virou algo tão automático que pouca gente para para pensar nas regras por trás de cada transferência. O sistema, que facilitou a vida de todo mundo, também passou a ser alvo de tentativas de fraude, o que levou o Banco Central a criar camadas extras de proteção para os usuários.

Essas mudanças não servem para dificultar a sua vida, mas para garantir que o dinheiro saia de uma conta e chegue ao destino certo sem desvios. No entanto, é comum que algumas transações acabem retidas para análise, o que pode causar um susto em quem não está esperando por isso.

A ideia é que o banco consiga identificar padrões de uso que fogem do comum. Se você costuma fazer pagamentos pequenos e, de repente, tenta enviar um valor muito alto, o sistema pode entender que algo está errado e pedir uma confirmação extra de identidade.

Entender como essas travas funcionam ajuda a evitar dores de cabeça, especialmente em momentos de pressa. Planejar transferências maiores e conhecer os limites do seu próprio aplicativo são passos simples que garantem que o serviço continue sendo prático e seguro.

Como funciona o limite para novos aparelhos

Uma das regras mais importantes envolve a troca de celular. Se você comprou um aparelho novo ou precisou formatar o antigo, o banco entende que aquele é um dispositivo desconhecido e, por segurança, limita o valor das transferências nas primeiras horas ou dias.

Isso acontece para evitar que criminosos, ao acessarem sua conta em outro aparelho, consigam limpar o saldo rapidamente. Para liberar valores maiores, geralmente é preciso fazer um reconhecimento facial ou aguardar o período de carência estabelecido pela instituição financeira.

Se você pretende fazer uma compra de alto valor, como um carro ou um eletrônico caro, a dica é cadastrar o novo aparelho com antecedência. Deixar para a última hora pode resultar em uma transação negada justamente no momento em que você mais precisa fechar o negócio.

O bloqueio cautelar e a análise de transações

Você já enviou um Pix e ele ficou com o status de “em processamento” por alguns minutos? Esse é o bloqueio cautelar, uma ferramenta que permite ao banco segurar o dinheiro por até 72 horas caso haja suspeita de irregularidade na conta que vai receber o valor.

Essa medida é fundamental para combater as chamadas “contas laranjas”, usadas para esconder dinheiro de golpes. Se o sistema detecta que a conta de destino tem um comportamento estranho, ele interrompe o fluxo para que uma equipe humana possa verificar se a operação é legítima.

Para quem envia, a transparência é essencial. Se o seu dinheiro ficar retido, mantenha a calma e verifique as notificações do seu aplicativo. Na maioria das vezes, o valor é liberado em poucos minutos após uma checagem automática de segurança.

Cuidados com o agendamento e chaves aleatórias

Muitas pessoas utilizam o Pix agendado para organizar as contas do mês, mas é preciso ter atenção ao saldo na data escolhida. Se não houver dinheiro suficiente na conta no dia do pagamento, a transação simplesmente não ocorre, o que pode gerar multas em boletos importantes.

Outro ponto de segurança é o uso das chaves aleatórias. Elas são a forma mais segura de receber pagamentos de desconhecidos, pois não expõem dados pessoais como o seu CPF, número de telefone ou e-mail. É uma camada de privacidade que faz toda a diferença hoje em dia.

Sempre que for fazer um pagamento, confira o nome completo e os dados de quem está recebendo antes de digitar a senha. Esse segundo de atenção evita que o dinheiro seja enviado para a pessoa errada, algo que pode ser muito difícil de reverter depois que o “ok” é dado.

Aprovado ensino de primeiros socorros nas escolas

 


Um projeto de lei que determina o ensino de noções básicas de primeiros socorros para estudantes do ensino médio e dos anos finais do ensino fundamental foi aprovado em turno suplementar na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) nesta quarta-feira (25).

Do ex-senador Luiz Pastore, o PL 2.336/2022 recebeu parecer favorável da relatora, senadora Teresa Leitão (PT-PE). Se não houver recurso para votação no  Plenário, a proposta poderá seguir para a Câmara dos Deputados.

O projeto altera a Lei 13.722, de 2018, que já obriga a oferta de capacitação em primeiros socorros para professores e funcionários da rede pública e privada de educação básica e de recreação infantil. Com a mudança, noções de primeiros socorros deverão ser ensinadas também aos estudantes, de acordo com diretrizes específicas para cada faixa etária.

Segundo o autor, o objetivo é preparar os alunos para agir em emergências (como engasgos e desmaios), aumentando as chances de atendimento adequado antes da chegada de socorro especializado. O texto alternativo especifica que a capacitação não exigirá mudanças no currículo escolar e poderá ser integrada a atividades já existentes.

Fonte: Agência Senado

sexta-feira, 27 de março de 2026

Nordeste é a segunda região com maior consumidores de livros, aponta pesquisa

 


Dentre todas as cinco regiões do Brasil, o Nordeste ocupa a segunda posição entre aqueles com maior número de consumidores de livros. O crescimento percentual da região em relação a 2024 é de 18%. É o que aponta o Panorama do Consumo de Livros 2025 realizada pela Câmara Brasileira do Livro e NielsenlQ BookData.

Conforme o Panorama, as mulheres pretas e pardas representam 30% do total de consumidores de livros. A pesquisa, realizada em outubro de 2025, entrevistou 16 mil pessoas com 18 anos e mais analisando o perfil do consumidor e do não consumidor de livro.  Sobre as mulheres, a pesquisa identificou que 50% deste grupo que compram livros são pretas e pardas. Também são as mulheres negras e pardas, pertencentes a classe C - ou seja, a classe média alta com renda entre R$ 2 526 e R$ 10 885 - são o maior grupo consumidor de livros no país.

Entre as categorias mais consumidas nos últimos 12 meses, os livros impressoes e/ou digitais representam 18%, apresentando um crescimento equivalente à 3 milhões de novos consumidores. O hábito de ler livros ocupa a 3º posição entres os hábitos de lazer de quem costuma consumir livro, perdendo apenas para streamings e redes sociais.

A pesquisa aponta ainda que a maioria dos consumidores de livros gostam de acompanhar literatura e lançamentos literários através das redes sociais, em especial o Instagram e Tiktok. A preferência de quem compra livros é de consumir as edições físicas, com 56% da população consumidora, e comprou entre 3 e 5 livros nos últimos 12 meses. A maioria da última compra de livros impressos foi online entre esses consumidores, com 53% contra 47%, online.

Desemprego sobe para 5,8% no trimestre encerrado em fevereiro, segundo IBGE

 


A taxa de desemprego do Brasil ficou em 5,8% no trimestre encerrado em fevereiro de 2026, após marcar 5,2% nos três meses encerrados em novembro, período que serve de base de comparação. Esses são os números mais baixos da série histórica comparável. Os dados fazem parte da Pnad-Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua) e foram divulgados nesta sexta (27) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O levantamento inclui tanto o mercado de trabalho formal quanto o informal.

A mediana das projeções do mercado financeiro também era uma taxa de 5,7%, segundo a agência Bloomberg. Até a divulgação desta sexta, a menor taxa de desemprego registrada em todos os trimestres da série histórica havia sido de 5,1%, nos três meses encerrados em dezembro de 2025. O IBGE, contudo, evita a comparação direta entre trimestres consecutivos que compartilham meses em comum. "Influenciada por perda de vagas nos segmentos de saúde, educação e construção, comum no início do ano, a taxa de desocupação voltou a crescer", disse o instituto.

No trimestre até fevereiro, o instituto encontrou 6,2 milhões de pessoas de 14 anos ou mais em busca de trabalho, 600 mil a mais do que o trimestre encerrado em janeiro. Na série da Pnad, iniciada em 2012, o maior contingente de desocupados foi registrado no trimestre até março de 2021, na pandemia de Covid-19. À época, o indicador chegou a quase 15 milhões.

Os indicadores de subutilização da força de trabalho também pioraram A taxa cresceu de 13,5%, no trimestre encerrado em novembro de 2025, para 14,1% no trimestre encerrado em fevereiro de 2026, quando se soma pessoas procurando trabalho, trabalhando menos do que gostariam ou que não estão procurando emprego, mas possuem disponibilidade.

POPULAÇÃO OCUPADA

Já o número de ocupados com algum trabalho alcançou 102,1 milhões. Houve queda de 0,8% (menos 874 mil pessoas) no trimestre e aumento de 1,5% frente ao mesmo período do ano passado. A taxa de informalidade foi de 37,5%, ante 37,7% no trimestre encerrado em novembro e 38,1% um ano antes.

RENDA MÉDIA

No trimestre até fevereiro, o rendimento médio do trabalho alcançou R$ 3.679 por mês, aumento de 2% no trimestre e 5,2% no ano. Esse é o maior valor da série em termos reais (com ajuste pela inflação).

TIRE SUAS DÚVIDAS SOBRE DESEMPREGO

O que é desemprego?

Segundo o IBGE, o desemprego se refere às pessoas de 14 anos ou mais que não estão trabalhando, mas que estão disponíveis e tentam encontrar trabalho. Para alguém ser considerado desempregado, não basta não possuir um emprego. É preciso que essa pessoa também procure oportunidades.

Como funciona a Pnad Contínua?

É o principal instrumento para monitorar a força de trabalho do país. Conforme o IBGE, sua amostra corresponde a 211 mil domicílios, em todos os estados e no DF, que são visitados a cada trimestre. Cerca de 2.000 entrevistadores trabalham na coleta da pesquisa.

Como é medida a taxa de desemprego?

É o percentual da força de trabalho formado pelas pessoas que estão desempregadas.

A força de trabalho é composta pelos desempregados e pelos ocupados. Os ocupados, por sua vez, são aqueles que estão trabalhando de modo formal ou informal —ou seja, com ou sem carteira ou CNPJ.

O que explica o desemprego baixo?

Segundo economistas, ele se explica principalmente por um mercado de trabalho aquecido, reflexo de contratações nos setores privado e público. Mudanças demográficas e tecnológicas também contribuem para uma taxa baixa.

Isso é uma boa notícia?

O desemprego baixo indica um cenário positivo para os trabalhadores.

Que efeito o desemprego baixo pode ter na economia?

Com mais pessoas trabalhando, o consumo tende a crescer, já que a população tem mais renda disponível. Por outro lado, isso pode pressionar a inflação, já que aumenta a demanda por bens e serviços. Assim, o BC (Banco Central) levou a taxa básica de juros para 15% ao ano. A medida busca esfriar o consumo para conter a alta dos preços.

Por Eduardo Cucolo | Folhapress

Apostas online superam crédito e viram principal causa de endividamento no Brasil

 


Estudo aponta que impacto das bets no orçamento das famílias já é maior que juros e crédito somados

As apostas online passaram a ocupar o topo da lista de causas do endividamento das famílias brasileiras. Um levantamento do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo, em parceria com a FIA Business School, revela que os gastos com bets já têm impacto maior no orçamento doméstico do que o crédito tradicional e os juros.

A pesquisa avaliou quatro pontos principais: relação entre crédito e renda, taxas de juros ao consumidor, tempo de endividamento e gastos com apostas. O resultado chamou atenção: o peso das bets no endividamento ficou bem acima dos demais fatores analisados, inclusive quando crédito e juros são somados.

Segundo o estudo, o avanço das apostas online ganhou força após a regulamentação em 2018 e se intensificou a partir de 2019, com a popularização das plataformas digitais. Só em 2025, a receita das empresas autorizadas chegou a cerca de R$ 37 bilhões. Além disso, milhões de brasileiros já admitem comprometer parte da renda com esse tipo de atividade.

O presidente do Ibevar, Claudio Felisoni, alerta que o comportamento indica uma mudança preocupante no uso do dinheiro. Em vez de investir ou poupar, muitas famílias estão direcionando recursos para apostas, que têm retorno incerto e, na maioria das vezes, negativo.

O problema é ainda mais grave entre pessoas de baixa renda. Nesses casos, é comum recorrer a modalidades de crédito com juros elevados, como cartão de crédito e cheque especial, para tentar cobrir prejuízos gerados nas apostas. Dados do Banco Central do Brasil mostram que milhões de brasileiros utilizam crédito com taxas muito altas, o que agrava ainda mais a situação financeira.

Reflexo disso é o aumento da inadimplência no país, que cresceu nos últimos meses, acompanhado de um maior comprometimento da renda das famílias, cenário que acende um alerta para especialistas e autoridades.

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