O SIGNIFICADO DA VIDA

terça-feira, 5 de maio de 2026

CAMINHADA FORTALECIDA: ORLEANS BRANDÃO CONSOLIDA APOIOS EM AGENDA INTENSA DE ARTICULAÇÕES

 


O pré-candidato ao Governo do Maranhão, Orleans Brandão, iniciou a semana com uma intensa agenda de articulações políticas, recebendo segunda-feira (04) dezenas de lideranças de diversos municípios do interior do estado e da capital.

As adesões reforçam o crescimento de sua pré-candidatura em todas as regiões do Maranhão e consolidam uma base cada vez mais ampla.

O deputado federal Hildo Rocha foi uma das lideranças recebidas. Ele esteve acompanhado por boa parte de seu grupo político, formado por lideranças como Marcelo Batalha (Buriticupu); Tiago e Naldo (Campestre); Dr. Miguel, Irandir e Caçula (Vargem Grande); o vice-prefeito Raimundinho e o vereador Betim (Duque Bacelar); Kassi, Vanessa e Jaine (Barra do Corda); o vice-prefeito de Presidente Vargas, Júnior; Roni, Baé e Marcones (João Lisboa); Elisa, Zé do Tico, Lamartine e Zé Hermógenes (Jenipapo dos Vieiras); Ricardo (Senador La Rocque); Dr. Levi Pontes (Chapadinha); Cândido Vieira (Bom Jesus das Selvas); Benedito Sá (Sucupira do Norte), Magno (Amarante) e Kincas (Paulo Ramos).

Orleans recebeu também o prefeito de Estreito, Léo Cunha. Todas as lideranças presentes às reuniões manifestaram apoio ao projeto político liderado por Orleans Brandão, destacando a confiança em sua capacidade de conduzir um novo momento para o Maranhão. O clima dos encontros foi de entusiasmo, alinhamento e fortalecimento de uma caminhada que ganha corpo a cada novo apoio. “Nosso time só cresce a cada dia mais, com lideranças que compartilham o mesmo propósito e demonstram disposição para contribuir com o avanço da nossa pré-campanha”, disse Orleans.

 


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Governo lança Novo Desenrola Brasil para reduzir endividamento de milhões de brasileiros

 


Programa prevê renegociação com descontos, juros mais baixos e uso do FGTS para quitar dívidas

O governo federal apresentou nesta segunda-feira (4) o Novo Desenrola Brasil, um pacote de medidas voltado à redução do endividamento no país. Dados do Banco Central do Brasil apontam que, ao final de 2024, cerca de 117 milhões de brasileiros tinham algum tipo de dívida com instituições financeiras.

A proposta tem como principal objetivo facilitar a renegociação de débitos com bancos e empresas de crédito. As condições do programa foram definidas após negociações entre o governo e representantes do setor financeiro.

Entre as dívidas que poderão ser incluídas estão as de cartão de crédito, cheque especial, crédito rotativo, empréstimos pessoais e contratos do Fies. Em declaração recente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que as taxas de juros devem ter limite de até 1,99% ao mês, além da possibilidade de descontos que podem variar entre 30% e 90% do valor total devido.

A expectativa é que o programa atenda pessoas com renda mensal de até cinco salários mínimos, o que corresponde a cerca de R$ 8 mil. Outra medida prevista permite que trabalhadores utilizem até 20% do saldo do FGTS para quitar parte das dívidas, mediante autorização.

De acordo com o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, as negociações serão feitas diretamente entre o cidadão e as instituições financeiras. A Caixa Econômica Federal será responsável por operacionalizar a transferência dos valores do FGTS para os bancos credores.

Uma das regras previstas no programa determina que os participantes ficarão impedidos de utilizar plataformas de apostas online por um período de um ano. Segundo o governo, a medida busca evitar que os beneficiários voltem a se endividar durante o processo de reorganização financeira.

Inflação segue em alta e mercado eleva previsão para 2026, aponta Banco Central

 


Pressão de alimentos e combustíveis mantém índice acima da meta e desafia política de juros

O mercado financeiro voltou a aumentar a projeção da inflação oficial do Brasil para 2026. Segundo dados do Boletim Focus divulgados pelo Banco Central nesta segunda-feira (4), a estimativa do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu de 4,86% para 4,89%, marcando a oitava alta consecutiva.

A nova previsão mantém a inflação acima do teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional, fixada em 3%, com margem de tolerância entre 1,5% e 4,5%. O avanço é atribuído, principalmente, à pressão nos preços de combustíveis e alimentos, influenciada pelo cenário internacional, incluindo tensões no Oriente Médio.

Dados recentes do IBGE mostram que, em março, o IPCA registrou alta de 0,88%, acima dos 0,7% observados em fevereiro. No acumulado dos últimos 12 meses, a inflação atingiu 4,14%. Para os próximos anos, o mercado manteve a estimativa de inflação em 4% para 2027. Já para 2028 e 2029, as projeções são de 3,64% e 3,5%, respectivamente.

No campo da política monetária, o Banco Central segue utilizando a taxa básica de juros, a Selic, como principal ferramenta de controle da inflação. Atualmente em 14,5% ao ano, a taxa foi reduzida em 0,25 ponto percentual na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), marcando o segundo corte consecutivo. Antes disso, os juros permaneceram em 15% ao ano entre junho de 2025 e março de 2026, o maior patamar em quase 20 anos.

Apesar do início da redução dos juros, o cenário externo ainda gera incertezas. Em comunicado, o Copom informou que segue monitorando os impactos econômicos globais, especialmente os efeitos de conflitos internacionais sobre os preços. A expectativa do mercado é que a Selic encerre 2026 em 13% ao ano, com novas quedas previstas para os anos seguintes: 11% em 2027 e 10% em 2028 e 2029.

O Boletim Focus também manteve a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 1,85% para 2026. Para 2027, houve leve revisão para baixo, passando de 1,8% para 1,75%. Já para 2028 e 2029, a expectativa é de crescimento de 2% ao ano. Em 2025, a economia brasileira cresceu 2,3%, com destaque para o setor agropecuário. No câmbio, a projeção do dólar foi mantida em R$ 5,25 ao fim de 2026 e R$ 5,30 para 2027.

Trump diz que pretende assumir o controle de Cuba ‘em um futuro próximo’

 


Durante um jantar privado do Forum Club em West Palm Beach, na Flórida, o presidente Donald Trump afirmou que pretende assumir o controle de Cuba em um futuro próximo, logo após concluir suas ações prioritárias no Irã.

Em tom incisivo, o republicano sugeriu que a simples presença do porta-aviões USS Abraham Lincoln próximo à costa cubana seria suficiente para provocar a rendição imediata da ilha.

Essa retórica de força é acompanhada por um endurecimento prático das políticas de Washington, que recentemente redobrou as sanções econômicas contra Havana, visando paralisar pilares vitais como os setores de energia, mineração, defesa e serviços financeiros através do bloqueio de ativos de qualquer empresa que negocie com o governo cubano.

Complementando essa pressão, o secretário de Estado, Marco Rubio, reforçou a postura de intolerância do governo ao acusar Cuba de servir como base para serviços de inteligência de nações adversárias dos Estados Unidos.

No campo legislativo, o governo Trump obteve uma vitória estratégica quando o Senado rejeitou uma proposta da oposição que tentava limitar o poder presidencial de ordenar operações militares na ilha.

Desde o início de seu mandato em janeiro, a administração tem intensificado o cerco a Havana por meio de bloqueios petrolíferos e declarações recorrentes que defendem abertamente uma mudança de regime no país caribenho.

Sanções

O presidente Donald Trump assinou uma Ordem Executiva na qual estabelece novas sanções e restrições a Cuba. No documento, ele diz que as ações do governo da ilha representam uma “ameaça extraordinária” ao governo dos Estados Unidos.

Com esta justificativa, o documento determina o bloqueio de todos os bens e interesses de propriedade que estejam nos EUA – ou sob controle de pessoas ou entidades americanas – pertencentes a indivíduos ou empresas que estejam ligados a Cuba.

Isso inclui bens de agentes que atuem em setores estratégicos de Cuba, sejam controlados, ligados ou prestem assistência ao Governo de Cuba ou estejam relacionados a pessoas presentes neste grupos. Além disso, a Ordem Executiva proíbe a entrada nos Estados Unidos – como imigrantes ou não imigrantes — de qualquer pessoa identificada como alvo dessas sanções.

Últimos dias: prazo para regularizar título de eleitor termina nesta quarta-feira

 


Termina nesta quarta-feira (6) o prazo para regularizar o título de eleitor e garantir participação nas eleições.

O prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira (6), conforme estabelece a Lei nº 9.504/1997. Após essa data, o cadastro eleitoral será fechado, impedindo que quem estiver irregular participe das eleições marcadas para 4 de outubro.

A contagem é curta. Desde a última semana, a Justiça Eleitoral alerta que cidadãos têm até o fim do prazo para resolver pendências, atualizar dados ou solicitar o primeiro título. Depois disso, o sistema será bloqueado 150 dias antes do pleito, como determina a legislação.

Além de impedir o voto, estar em situação irregular pode trazer consequências legais. Entre elas, restrições para assumir cargos públicos, emitir documentos e participar de concursos. Outro ponto importante é que o prazo também vale para presos provisórios e adolescentes internados. Eles podem solicitar alistamento ou regularização eleitoral para garantir o direito ao voto, desde que cumpram os critérios legais.

No Brasil, o voto é obrigatório para maiores de 18 anos e facultativo para jovens de 16 e 17 anos, pessoas analfabetas e maiores de 70 anos. Já estrangeiros e cidadãos em serviço militar obrigatório não podem se alistar. A legislação ainda permite que o título seja solicitado a partir dos 15 anos, porém o voto só será permitido caso o eleitor complete 16 anos até a data da eleição.

No Maranhão, o atendimento segue sendo realizado nos cartórios eleitorais do interior. Portanto, quem ainda precisa regularizar a situação deve agir rapidamente para não perder o direito de votar neste ano.


segunda-feira, 4 de maio de 2026

MAIO LARANJA: A CÂMARA MUNICIPAL DE AÇAILÂNDIA REAFIRMA O COMPROMISSO COM A PROTEÇÃO DA NOSSA INFÂNCIA

 


Neste mês de maio, a Câmara Municipal de Açailândia une forças em prol de uma causa que diz respeito a toda a nossa sociedade: o Maio Laranja, campanha nacional de combate ao abuso e à exploração sexual infantil.

Entendemos que o papel do Legislativo vai além de legislar; ele passa pelo compromisso inegociável com a segurança, o bem-estar e o futuro de nossas crianças e adolescentes. O slogan desta campanha nos recorda uma verdade fundamental: "A infância precisa ser vivida com amor e respeito!".

Infelizmente, a violência contra menores é uma realidade silenciosa que exige a nossa atenção constante. A Câmara de Açailândia convida toda a população a se tornar um agente de proteção. Como bem destaca nossa campanha: "Um gesto de cuidado pode romper essa violência".

Não se cale!

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Governo dá início à Campanha Estadual de Arrecadação de Leite Humano

 


O Governo do Maranhão iniciou a Campanha Estadual de Arrecadação de Leite Humano e Frascos de Vidro. A ação, coordenada pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), busca reforçar os estoques dos bancos de leite e ampliar a assistência a bebês prematuros e recém-nascidos de baixo peso internados em Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs) neonatais.

“Além de reforçar a rede de assistência neonatal, a campanha também representa um chamado à solidariedade da população maranhense, ampliando o atendimento aos recém-nascidos e prematuros que dependem desse cuidado para se desenvolver com saúde e segurança em seus primeiros meses de vida”, destacou a coordenadora da Rede Hospitalar Materna e Infantil da SES, Tércia Carvalho.

Mulheres que estão amamentando e têm produção excedente podem doar leite, desde que estejam saudáveis. Uma vez coletado, o leite recebido passa pelo processo de pasteurização e é preparado para ser distribuído aos bebês nas unidades de saúde. Os frascos de vidro, por sua vez, devem possuir tampa plástica rosqueável, geralmente de café solúvel, maionese ou similares. É importante que os potes para doação não possuam rachaduras, estejam devidamente limpos e sem cheiro residual. 

O leite materno é considerado padrão ouro de nutrição infantil e pode ser decisivo para a recuperação e desenvolvimento desses bebês. Nos seis primeiros meses de vida, é recomendado como alimento exclusivo, contribuindo para o desenvolvimento físico e cognitivo, prevenindo diarreia e infecções respiratórias, além de reduzir o risco de alergias, diabetes e obesidade.

Como doar?

Para doar leite humano e frascos de vidro a população pode se dirigir a um dos dois bancos de leite que integram a Rede Materna e Infantil da SES: Banco de Leite Humano (BLH) da Maternidade de Alta Complexidade do Maranhão (MACMA), que é a referência estadual em São Luís; e o Banco de Leite localizado na Maternidade de Alto Risco de Imperatriz (MARI).

Para a supervisora do BLH da MACMA, Irenildes Costa, a adesão da sociedade fortalece a corrente de solidariedade. “Cada doação representa uma oportunidade de cuidado e esperança para os bebês que necessitam desse alimento essencial”, destacou.

Inaugurado em 2025 pelo Governo do Estado, o Banco de Leite Humano da MACMA coletou, neste mesmo ano, 1.554,74 litros de leite humano, distribuiu 1.075,89 litros de leite humano, cadastrou 602 doadoras de leite e beneficiou 1.625 bebês, entre recém-nascidos e prematuros (pré-termo).

Golpes miram portal Gov.br e governo orienta reforçar segurança

 


Em meio ao avanço dos golpes digitais no país, o portal Gov.br, que reúne mais de 4,6 mil serviços federais, entrou na mira de criminosos, e o secretário de Governo Digital, Rogério Mascarenhas, alerta que os usuários precisam reforçar a segurança das contas e agir rápido em caso de fraude.

Hoje, a plataforma permite emitir documentos, declarar o Imposto de Renda, consultar informações do MEI e acessar benefícios e serviços de diferentes órgãos públicos com um único login. Isso faz do Gov.br um dos principais repositórios de dados pessoais dos brasileiros, o que aumenta o interesse de golpistas e exige atenção redobrada dos cidadãos que utilizam o sistema diariamente.

Portal concentra dados sensíveis

Na prática, quem perde o controle da conta passa a correr o risco de ver terceiros acessarem informações sigilosas, abrirem serviços em seu nome ou tentarem contrair dívidas e benefícios irregularmente.

Conforme Mascarenhas, os criminosos costumam agir de forma rápida após obterem os dados de acesso, o que torna fundamental que o cidadão reaja imediatamente ao perceber qualquer atividade suspeita.

O que fazer se cair em um golpe

Segundo o secretário, ao identificar que caiu em um golpe digital envolvendo o Gov.br, a primeira providência deve ser registrar um boletim de ocorrência para tentar frear a ação dos golpistas e criar um histórico formal do caso.

Ele ressalta que, com a senha e os dados de autenticação em mãos, criminosos podem gerar prejuízos financeiros e administrativos difíceis de reverter, especialmente quando conseguem utilizar a identidade digital em diferentes serviços públicos.

Especialistas em segurança digital também recomendam que o usuário altere imediatamente senhas associadas a e-mails e aplicativos bancários e fique atento a notificações de novos acessos e cadastros em seu nome.

Como recuperar e proteger a conta no Gov.br

O próprio portal oferece ferramentas de recuperação de acesso. Pela opção “Esqueci minha senha”, o cidadão pode validar sua identidade por reconhecimento facial, além de utilizar o número de celular ou o e-mail cadastrados para redefinir o login.

Na avaliação de Mascarenhas, o uso do reconhecimento facial é hoje uma das formas mais seguras de proteger a conta, justamente por exigir a biometria do titular no momento do acesso ou da recuperação da senha.

Para reduzir o risco de golpes, autoridades orientam que o usuário sempre acesse o Gov.br digitando o endereço diretamente no navegador, desconfie de links recebidos por e-mail ou aplicativos de mensagem e nunca compartilhe códigos de acesso ou senhas com terceiros.

Petrobras aumenta preço do querosene de aviação e passagens podem ficar mais caras

 


Reajuste de 18% no QAV pressiona custos das companhias aéreas em meio a tensões internacionais

A Petrobras anunciou um aumento de 18% no preço médio do querosene de aviação (QAV) vendido às distribuidoras, com início na última sexta-feira (1º). O reajuste representa cerca de R$ 1 a mais por litro em relação ao valor anterior.

Segundo a estatal, a alta ocorre em um cenário considerado excepcional, influenciado por fatores geopolíticos. A intensificação de conflitos envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, no Oriente Médio, tem impactado diretamente o mercado internacional de combustíveis, pressionando os preços.

Esse aumento no custo do QAV tende a refletir diretamente no bolso do consumidor. Nos últimos dias, passagens aéreas em rotas como Salvador–São Paulo, que antes podiam ser encontradas por cerca de R$ 600, já apresentam valores próximos de R$ 1 mil, acompanhando a elevação dos custos operacionais das companhias aéreas.

Diante do cenário, o governo federal adotou medidas para tentar conter os impactos econômicos. Entre elas, está a redução de tributos sobre combustíveis, como a isenção de PIS/Cofins sobre o diesel e o biodiesel, além do aumento de impostos sobre o cigarro como forma de compensação fiscal.

Também foram anunciadas mudanças na composição dos combustíveis, incluindo o aumento da mistura de etanol na gasolina para 32% e do biodiesel no diesel para 16%, estratégias que buscam reduzir a dependência de combustíveis fósseis e amenizar a pressão sobre os preços.

Especialistas avaliam que, enquanto persistirem as tensões internacionais, os custos no setor aéreo devem continuar elevados, impactando diretamente o valor das passagens e o planejamento de viagens dos brasileiros.

Internet pela luz? Li-Fi promete ser até 100 vezes mais rápido que o Wi-Fi

 


Tecnologia usa lâmpadas para transmitir dados em alta velocidade e pode revolucionar a forma como nos conectamos

A ideia parece futurista, mas já é realidade em desenvolvimento: usar a luz para acessar a internet. Essa é a proposta do Li-Fi, uma tecnologia que substitui as ondas de rádio do Wi-Fi por sinais luminosos emitidos por LEDs ou infravermelho. A promessa é ambiciosa: velocidades que podem ser até 100 vezes maiores que as conexões atuais, aproveitando a rapidez da propagação da luz — a mais veloz conhecida.

Como funciona

O funcionamento do Li-Fi é relativamente simples. Uma lâmpada LED conectada à rede passa a variar sua intensidade em altíssima velocidade, de forma imperceptível ao olho humano. Essas variações carregam dados digitais. Do outro lado, um sensor óptico capta essas mudanças e converte o sinal em informações utilizáveis, permitindo o acesso à internet. Ou seja, a lâmpada continua iluminando normalmente, mas também funciona como um “roteador invisível”.

Vantagens da tecnologia

Entre os principais benefícios do Li-Fi estão:

Maior velocidade de transmissão de dados

Menor interferência eletromagnética

Mais segurança, já que o sinal não atravessa paredes

Baixa latência em ambientes controlados

Essas características fazem com que a tecnologia seja especialmente interessante para locais sensíveis, como hospitais, bases militares e áreas com alta demanda por segurança de dados.

Desafios e limitações

Apesar do potencial, o Li-Fi ainda não se popularizou como o Wi-Fi. A tecnologia já foi padronizada pelo IEEE (no padrão 802.11bb), mas sua aplicação ainda é limitada a nichos específicos. Um dos principais desafios é justamente o fato de a luz não atravessar obstáculos, o que exige múltiplos pontos de acesso para cobrir grandes áreas.

Investimentos e pesquisas

Empresas como a Signify já investem na tecnologia com soluções como a linha Trulifi, voltada para ambientes corporativos. Já a pureLiFi desenvolve módulos para integrar o Li-Fi a dispositivos como notebooks e smartphones. No Brasil, estudos também avançam. O Inatel, em Minas Gerais, realiza pesquisas com comunicação por luz visível (VLC) e já alcançou velocidades de até 20 Gbps em testes laboratoriais.

O futuro da conexão

Embora ainda não substitua o Wi-Fi no dia a dia, o Li-Fi surge como uma alternativa promissora para ambientes específicos e pode ganhar espaço com a evolução das redes, inclusive no contexto do 6G. Se a tecnologia avançar como esperado, o simples ato de acender uma luz poderá significar, no futuro, estar conectado à internet em altíssima velocidade.

Público do Cadastro Único ocupou 81,2% dos empregos gerados no primeiro bimestre

 


O mercado de trabalho formal brasileiro manteve trajetória de crescimento no primeiro bimestre de 2026. Janeiro e fevereiro registraram um saldo positivo de 370.339 empregos formais, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Desse total, 300.728 vagas (81,2%) foram ocupadas por pessoas inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), principal ferramenta de identificação e acesso das famílias em situação de vulnerabilidade aos programas sociais.

As informações são fruto do cruzamento de dados realizado pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) com os números do Caged. “A gente vem observando a mesma tendência nos últimos dois anos. O governo do presidente Lula alcançou a menor taxa de desemprego da história e quem ocupa essas vagas de emprego formais geradas é o público do Cadastro Único”, reforçou o ministro Wellington Dias.

No período, foram 4.620.228 de admissões e 4.249.889 de desligamentos em todo o país, no quadro geral. Entre os beneficiários do Bolsa Família, o saldo de empregos atingiu 207.900 vagas, o que equivale a 56,1% do saldo total do país e 69,1% do saldo dentro do público do Cadastro Único.

Recorte do público do CadÚnico

Gênero: As mulheres superaram os homens e responderam por 50,2% do saldo líquido de empregos. No geral do Caged, o saldo feminino representou 47,2%.

Raça e cor: A maioria no saldo de empregos foi de pessoas de cor parda, que representaram 57,9% do saldo do público do Cadastro Único (174,1 mil postos).

Escolaridade: A maioria do saldo líquido de empregos foi preenchida por pessoas com ensino médio completo, representando 68,3% (206,42 mil) das vagas ocupadas pelo público do CadÚnico.

Regional: Cinco estados foram responsáveis por 71,6% do saldo total de empregos do Caged no bimestre: São Paulo (111.611 vagas); Rio Grande do Sul (42.301); Santa Catarina (41.528); Paraná (39.518); e Minas Gerais (30.318).

Para o público do Cadastro Único, esses cinco estados geraram 58,4% do saldo de empregos, com destaque para São Paulo (26,7%).

Setores: O setor de serviços liderou com 156,58 mil postos (52% do saldo do CadÚnico), seguido por indústria (60,26 mil), construção (38,17 mil), comércio (27,33 mil) e agropecuária (18,38 mil).

Faixa etária: jovens de 18 a 24 anos lideraram com 186,88 mil postos no saldo geral (50,5%) e 125,77 mil postos no CadÚnico (41,8%).

 

sexta-feira, 1 de maio de 2026

Ampliado prazo para regularização de dívidas com autarquias e fundações federais

 


Pessoas físicas, microempresas e empresas de pequeno porte que ainda não regularizaram as suas dívidas de pequeno valor, com descontos que podem chegar a 50%, têm uma nova chance de negociar o parcelamento e/ou pagamento à vista dos seus débitos.

A Advocacia-Geral da União (AGU), por meio da Procuradoria-Geral Federal (PGF), prorrogou o prazo para adesão de transação de débitos inscritos em dívida ativa, lançada em novembro de 2025. Agora, os devedores terão até dia 31 de agosto de 2026 para regularizar sua situação. O prazo inicial era 30 de abril. Na primeira fase do programa foram celebradas 371 transações envolvendo 2188 créditos no valor total de cerca de R$ 4,2 milhões.

O desconto concedido incidirá sobre o valor consolidado do crédito, incluídos o principal, os juros, as multas e os encargos legais. Os débitos poderão ser pagos à vista, com desconto de 50%, ou em três modalidades de parcelamento: em até 20 meses (com desconto de 40%), em até 40 meses (com desconto de 30%) ou em até 60 meses (com desconto de 20%).

A adesão pode ser feita de forma automatizada e com autoatendimento por meio do portal Resolve Dívidas AGU.

Regularização

De acordo com a procuradora-geral federal, Adriana Maia Venturini, a prorrogação do prazo de adesão veio acompanhada de um conjunto de iniciativas para ampliar a divulgação do edital. “O objetivo é viabilizar que todos os devedores que tenham direito à adesão possam regularizar sua situação e, com isso, contribuir para o desenvolvimento da microeconomia e dos pequenos negócios”, salientou.

Dentre as autarquias e fundações públicas federais que mais celebraram acordo para pagamento de dívidas até agora, destacam-se a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ), o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

Assessoria Especial de Comunicação Social da AGU

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