O SIGNIFICADO DA VIDA

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Campanha alerta a população e reforça combate ao trabalho escravo contemporâneo

 


O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) lançou a Campanha de Aliciamento Digital para fins de Trabalho Escravo, com o objetivo de alertar a população sobre as novas estratégias utilizadas por criminosos para recrutar vítimas por meio das redes sociais, aplicativos de mensagens, plataformas digitais e sites de oferta de emprego.

A iniciativa integra as ações institucionais de enfrentamento ao trabalho escravo contemporâneo e chama atenção para o crescimento de casos em que pessoas, especialmente jovens e trabalhadores em situação de vulnerabilidade, são atraídas por promessas enganosas de emprego fácil, altos salários e benefícios imediatos.

“Desenvolver e fortalecer iniciativas de prevenção ao trabalho escravo é de fundamental importância na luta para a erradicação deste crime que infelizmente ainda assola o nosso país. O aprimoramento das ações de repressão feita pelos órgãos responsáveis e o cuidado com as vítimas no pós resgate muito tem avançado, mas só daremos um verdadeiro salto de qualidade se também tivermos políticas públicas de prevenção que passem pela geração de renda e de inclusão socioprodutiva em regiões onde for comprovado o aliciamento e de resgate de trabalhadores escravizados”, destacou Paulo Funghi, coordenador-geral de Combate ao Trabalho Escravo da SNDH/MDHC.

Após o primeiro contato virtual, muitas vítimas acabam submetidas a condições análogas à escravidão, como jornadas exaustivas, servidão por dívida, restrição de liberdade e violência psicológica.

Prevenção e orientação

Além de explicar de forma acessível como funciona o aliciamento digital, a ação apresenta dicas práticas de prevenção, como desconfiar de ofertas que exigem pagamento antecipado, promessas incompatíveis com a função oferecida, ausência de contrato formal e pedidos de sigilo sobre a vaga. O material também reforça que trabalho escravo é crime e que o enfrentamento depende da informação e da denúncia.

A população é orientada a denunciar situações suspeitas ou casos de trabalho escravo pelos canais oficiais do Governo do Brasil, como o Disque Direitos Humanos – Disque 100, que funciona 24 horas por dia, de forma gratuita e sigilosa. Com a iniciativa, o MDHC reforça seu papel na proteção dos direitos humanos, na prevenção de violações e na erradicação do trabalho escravo contemporâneo, adaptando a comunicação institucional aos desafios impostos pelo ambiente digital.

TSE propõe novas regras e recebe sugestões sobre eleições de 2026

 


O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicou nesta semana 12 minutas com propostas de alterações nas regras para as Eleições 2026. As mudanças tratam de calendário eleitoral, manifestações na pré-campanha, pesquisas eleitorais, critérios para distribuição de recursos eleitorais e responsabilidade pela remoção de conteúdos digitais com ataques ao processo eleitoral, entre outros temas.

Desde segunda-feira (19), qualquer cidadão ou entidade que queira opinar sobre as regras para as Eleições 2026 pode usar um formulário eletrônico para enviar contribuições. As sugestões serão recebidas até 30 de janeiro.  Terminado o prazo, o TSE deverá selecionar as melhores propostas para serem apresentadas em uma série de audiências públicas marcadas entre os dias 3 e 5 de fevereiro. Pela Lei das Eleições, o plenário do TSE tem até 5 de março do ano eleitoral para debater e aprovar todas as normas.

Conforme determinado pela Constituição, o primeiro turno das Eleições 2026 ocorrerá em 3 de outubro, primeiro domingo do mês, e o segundo turno, em 31 de outubro, último domingo. Neste ano, os eleitores devem votar para presidente, governador e senador, além de deputados federal, estadual e distrital.  Como de praxe, as minutas de resolução eleitoral foram assinadas pelo vice-presidente do TSE, posto atualmente ocupado pelo ministro Nunes Marques.

Entre as principais sugestões está o aumento da responsabilidade das plataformas de redes sociais por conteúdos que promovam ataques ao processo eleitoral. O ministro propôs que as empresas provedoras sejam obrigadas a retirar do ar as publicações mesmo sem autorização judicial.  Pela regra vigente, que valeu para as últimas eleições municipais, os provedores de serviços de redes sociais somente poderiam ser responsabilizados caso descumprissem alguma decisão judicial. Nunes Marques propôs aumentar o rigor contra esse tipo de conteúdo.

O ministro, contudo, deixou inalteradas as regras sobre a utilização de inteligência artificial durante a campanha. Em 2024, o TSE aprovou uma série de normas para o uso de IA na propaganda eleitoral, incluindo a vedação do chamado deep fake ─ conteúdo fabricado em formato de áudio, vídeo ou combinação de ambos e que tenha sido gerado ou manipulado digitalmente para criar, substituir ou alterar imagem ou voz de pessoa viva, falecida ou fictícia.

O ministro também incluiu novas exceções para o comportamento de candidatos na pré-campanha. Ele propôs, por exemplo, liberar as lives em perfis nas redes sociais de pré-candidatos não configura campanha antecipada, embora deixando claro que as transmissões ao vivo não podem ter pedido de votos ou menção à própria candidatura.

Ele também propôs regras mais claras para isentar pessoas naturais por críticas feitas à administração pública atual, mesmo se feita com a contratação de impulsionamento na internet, “desde que ausentes elementos relacionados à disputa eleitoral”, escreveu o ministro. 

A proposta assinada por Nunes Marques libera as manifestações espontâneas “em ambientes universitários, escolares, comunitários ou de movimentos sociais, respondendo os responsáveis por eventuais abusos nos termos da lei”. A exceção seria válida somente se a presença do pré-candidato no local ou o evento não tiverem sido financiados, direta ou indiretamente, por pré-candidatas, pré-candidatos, partidos ou federações.

Em relação ao financiamento de campanha, Nunes Marques sugeriu, por exemplo, que os partidos possam alterar os critérios de distribuição dos recursos até o 30 de agosto, desde que a mudança seja justificada. Tais critérios devem ser aprovados pela maioria do diretório nacional das siglas.

https://www.tse.jus.br/servicos-judiciais/audiencias-publicas/audiencias-publicas-sobre-as-minutas-das-resolucoes-que-regerao-as-eleicoes-2026?tab=ancora-3

 

https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2024-03/entenda-regras-do-tse-para-uso-de-inteligencia-artificial-nas-eleicoes

 

https://www.tse.jus.br/legislacao/codigo-eleitoral/lei-das-eleicoes/lei-das-eleicoes-lei-nb0-9.504-de-30-de-setembro-de-1997

 

Fonte: Agência Brasil

China encerra embargo e libera frango do RS após surto sanitário

 


Após um ano e meio de restrições, a China anunciou o fim do embargo à importação de carne de frango produzida no Rio Grande do Sul. A decisão foi comunicada pelas autoridades chinesas na sexta-feira (16) e confirmada nesta terça-feira (20) pelo Ministério da Agricultura brasileiro e por entidades do setor. A suspensão da compra do produto havia sido imposta pelos chineses após a confirmação de um surto da Doença de Newcastle no estado em julho de 2024.

A medida foi oficializada em comunicado conjunto da Administração-Geral das Alfândegas da China e do Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais do país asiático, que revogou um ato anterior baseado em análise de risco sanitário. O embargo havia sido imposto após a detecção da doença em uma granja comercial no município de Anta Gorda (RS). Na época, o estado ficou em emergência zoosanitária por cerca de três semanas.

Em maio do ano passado, o estado registrou caso de gripe aviária numa granja no município de Montenegro. Um mês depois, o país foi confirmado livre da gripe aviária, após 28 dias sem registros. Em novembro de 2025, a China liberou as importações de frango dos demais estados brasileiros, mas manteve a proibição para o Rio Grande do Sul.

A ausência do mercado chinês afetou diretamente o desempenho das exportações gaúchas. Em 2024, o bloqueio contribuiu para a queda de cerca de 1% nas exportações de carne de frango do estado. Até antes do embargo, a China respondia por quase 6% dos embarques de frango do Rio Grande do Sul, com a restrição sendo parcialmente compensada pela venda a outros países.

Segundo o Ministério da Agricultura, a retomada das exportações foi possível após a comprovação das medidas de controle e erradicação da doença, em conformidade com os protocolos internacionais de saúde animal. A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) avaliou que a reabertura do mercado chinês representa um passo relevante para a normalização dos fluxos comerciais.

“A decisão reafirma a credibilidade do sistema sanitário brasileiro e o reconhecimento internacional do nosso modelo de resposta”, destacou a entidade, em nota. Segundo a ABPA, as negociações envolveram diálogo permanente com as autoridades chinesas. Nesse período, as entidades e o governo brasileiro enviaram informações detalhadas que comprovassem as ações de controle e erradicação e o alinhamento aos protocolos internacionais de saúde animal.

Entidades do setor destacam que a expectativa agora é de retomada gradual dos embarques, à medida que sistemas de habilitação sejam atualizados e os certificados sanitários liberados. A China é um dos principais destinos do frango brasileiro e considerada estratégica para o equilíbrio do comércio internacional da proteína animal.

Fonte: Agência Brasil

Relatório da Oxfam aponta que governos optam por defender a riqueza

 


Relatório da Oxfam, um movimento global que luta contra a desigualdade, a pobreza e a injustiça, afirma que os governos estão escolhendo proteger a riqueza e o poder político dos bilionários em vez de garantir dignidade material, voz política e liberdades civis para a maioria da população.

O relatório Resistindo ao Domínio dos Ricos: Defendendo a Liberdade Contra o Poder dos Bilionários foi lançado pela Oxfam por ocasião do Fórum Econômico Mundial de Davos 2026. “Este relatório é sobre essa escolha. Como os governos no mundo todo estão fazendo a escolha errada; eles estão optando por defender a riqueza, não a liberdade. Escolhendo o domínio dos ricos. Escolhendo reprimir a indignação de seu povo diante de como a vida está se tornando inacessível e insuportável, em vez de redistribuir a riqueza dos mais ricos para os demais”, diz o texto.

O documento destaca a ampliação do poder político e o crescimento recorde da riqueza dos bilionários, diante da estagnação da diminuição da pobreza no mundo e da redução dos direitos civis.  “Em vários países, os super ricos não só acumularam mais riqueza do que jamais poderiam gastar, como também utilizaram essa riqueza para garantir o poder político para moldar as regras que definem as nossas economias e governam as nações. Ao mesmo tempo, em todo o mundo, estamos vendo uma deterioração e um retrocesso dos direitos civis e políticos da maioria; a repressão de protestos; e o silenciamento da oposição”.

De acordo com o relatório, os bilionários estão se tornando ricos também politicamente e capazes de moldar e influenciar a política, as sociedades e as economias. “Em nítido contraste, aqueles com menos riqueza econômica estão se tornando politicamente pobres, com suas vozes silenciadas diante do crescente autoritarismo e da supressão de direitos”.

Segundo o documento, a diminuição da pobreza praticamente estagnou, com o registro de um novo aumento da pobreza na África. “Em 2022, quase metade da população mundial (48%), ou 3,83 bilhões de pessoas, vivia na pobreza. Olhando, além da renda, para outros aspectos da pobreza, uma em cada quatro pessoas no mundo enfrenta insegurança alimentar moderada ou grave. Esse número aumentou 42,6% entre 2015 e 2024”.

“A conclusão deste relatório mostra que isso não é inevitável. Os governos podem optar por defender as pessoas comuns em vez dos oligarcas. As próprias pessoas, quando organizadas, podem apresentar um contrapeso poderoso à riqueza extrema. Juntos, podemos exigir um mundo mais justo e igualitário”, conclui o texto.

O documento completo pode ser acessado no site da Oxfam.

https://www.oxfam.org.br/davos2026-resistindo-ao-dominio-dos-ricos/

 

Fonte: Agência Brasil

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Empresas brasileiras sentem os impactos da crise venezuelana

 


Adm. Dr. Edmir Kuazaqui, coordenador do Grupo de Excelência em Relações Internacionais e Comércio Exterior - GERICE, do CRA-SP, analisa os impactos, as estratégias e as oportunidades que a intervenção militar dos EUA na Venezuela gera nas organizações brasileiras

A recente intervenção militar dos Estados Unidos na Venezuela, que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, em Caracas, desencadeou uma onda de incertezas que altera o ambiente de negócios na América do Sul.

Segundo o Adm. Dr. Edmir Kuazaqui, coordenador do Grupo de Excelência em Relações Internacionais e Comércio Exterior - GERICE, do Conselho Regional de Administração de São Paulo - CRA-SP, os impactos para as empresas brasileiras que operam ou planejam investir na Venezuela se dividem em três dimensões:

 

1 - Risco de contágio e percepção de risco (custo de capital): as empresas brasileiras enfrentarão dificuldades imediatas na captação de crédito e Seguros de Crédito à Exportação (SCE). Isso se soma ao agravamento da volatilidade cambial, que encarece os insumos, de acordo com Kuazaqui.

 

2 - Ruptura logística e operacional: o estado de exceção e a presença militar estrangeira travam fluxos de mercadorias, especialmente nos estados de Roraima e Amazonas, que dependem do comércio fronteiriço para o abastecimento de alimentos e bens de consumo.

 

3 - Crise de pagamentos e inadimplência: o vácuo institucional gerado pela intervenção põe à prova a validade de contratos e o recebimento de dívidas passadas e presentes, afetando o fluxo de caixa de exportadores brasileiros, bem como das empresas venezuelanas.

Setores mais impactados

Embora a economia, em geral, seja afetada, Kuazaqui acredita que há três setores que sentirão os impactos mais intensamente. O primeiro deles é o agronegócio, devido à dependência de fertilizantes e ao encarecimento do diesel para escoamento de safra, pressionado pelos preços globais do petróleo.

O segundo setor é o de energia e combustíveis. O coordenador do GERICE explica que a flutuação do barril do Brent (petróleo extraído do Mar do Norte) atinge diretamente a Petrobras e as refinarias nacionais, impactando a inflação e os custos industriais.

Por fim, o varejo de fronteira também será afetado. “Pequenas e médias empresas do norte do Brasil perdem um de seus principais destinos de exportação direta de bens industrializados leves”, analisa Kuazaqui.

Implicações geopolíticas

Além das perdas e riscos econômicos, o coordenador do GERICE ainda ressalta que, sob o ponto de vista geopolítico, o Brasil perde o papel de mediador regional clássico diante da intervenção direta dos EUA, ficando em uma posição delicada entre manter a neutralidade comercial e ceder à pressão da nova administração tutelada por Washington.

Já na percepção econômica global, a intervenção sinaliza uma nova era de "desglobalização seletiva", na qual recursos energéticos (petróleo) são assegurados por força militar, o que pode gerar represálias comerciais de blocos como o BRICS+, afetando parceiros brasileiros.

Quanto à administração dos negócios, o foco deverá ser na resiliência da cadeia de suprimentos e cadeia global de valor. “O gestor precisará mapear substitutos para insumos venezuelanos e acionar cláusulas de force majeure (força maior) para mitigar prejuízos contratuais”, sugere o administrador.

Inteligência estratégica

Diante da instabilidade do país vizinho, Kuazaqui afirma que o momento exige inteligência estratégica e gestão de risco. Para ele, as organizações brasileiras não devem tratar o risco geopolítico como um “fato externo imprevisível”, mas como uma variável interna do planejamento financeiro e operacional. Para potencializar a administração dos negócios, ele recomenda a implementação das seguintes estratégias:

Gestão de risco transversal: com comitês de gestão de crise que integrem compliance, jurídico e inteligência de mercado. “A inteligência estratégica aqui significa antecipar cenários de ‘efeito dominó’, explica o coordenador.

Diversificação de mercados e fornecedores: organizações resilientes evitam a dependência de um único corredor logístico. A inteligência comercial deve buscar mercados substitutos na América Latina ou África para diluir a exposição ao mercado venezuelano.

Compliance e relações internacionais: no curto prazo, a conformidade com as novas sanções ou diretrizes impostas pelo governo de transição (apoiado pelos EUA) é vital para evitar que empresas brasileiras sejam banidas do sistema financeiro internacional (Swift).

“Para o administrador de empresas, a palavra de ordem é agilidade organizacional. A tomada de decisão deve ser descentralizada o suficiente para que gerentes locais tomem medidas de proteção de ativos sem esperar pela burocracia da matriz”, aconselha o coordenador do GERICE.

Janela de oportunidades

Apesar da fase de incertezas, historicamente, os períodos de reconstrução institucional abrem mercados antes fechados. De acordo com Kuazaqui, a "nova Venezuela" precisará de praticamente tudo, o que configura uma janela de oportunidade para as empresas brasileiras. “Pelo fato de a Venezuela possuir as maiores reservas de petróleo do mundo, sua reintegração ao mercado global pode derrubar os preços internacionais da energia no longo prazo, o que beneficiará a indústria brasileira como um todo”, explica.

Dentre as áreas que podem ser mais demandadas nessa fase estão a infraestrutura e a engenharia, para a reconstrução de refinarias, estradas e redes elétricas. “Empresas brasileiras de engenharia pesada podem retomar o protagonismo técnico na região.”

Outro setor é o de agronegócio e alimentos, com o fornecimento imediato de proteínas animais, grãos e tecnologia agrícola, dada a severidade do desabastecimento. E, ainda, há espaço para o setor de energia e biocombustíveis. Para Kuazaqui, a expertise brasileira em biocombustíveis e exploração de petróleo em águas profundas pode ser exportada para modernizar a infraestrutura energética venezuelana.

“Se o Brasil souber se posicionar como um ‘parceiro de reconstrução’ (não interventor), poderá garantir contratos de longo prazo em troca de auxílio humanitário e técnico. A complexidade da situação exige do administrador uma visão sistêmica sobre a interdependência entre política e negócios para equilibrar forças, fraquezas, ameaças e oportunidades originadas dos ambientes geopolíticos, econômicos e legais”, conclui Kuazaqui.

Sobre o CRA-SP: O Conselho Regional de Administração de São Paulo – CRA-SP é uma autarquia federal, criada em 1968 (três anos após a regulamentação da profissão de Administrador) que atualmente reúne cerca de 7 mil empresas e 60 mil profissionais registrados. Embora suas principais funções sejam o registro e a fiscalização do exercício profissional nas áreas da Administração, o CRA-SP tornou-se referência na qualificação de profissionais, ao disponibilizar, de forma gratuita, palestras e eventos em um ambiente onde o conhecimento é tratado como uma poderosa ferramenta, capaz de promover profundas mudanças sociais. Atualmente, o CRA-SP é presidido pelo Adm. Alberto Whitaker.

 

Atenção no trânsito: Equatorial Maranhão alerta para os riscos de acidentes com postes da rede elétrica

 


Levantamento da Distribuidora registrou 1.548 acidentes de trânsito envolvendo postes em 2025

 

Acidentes de trânsito envolvendo a rede elétrica continuam sendo recorrentes e a Equatorial Maranhão vem reforçando continuamente por meio do Movimento “Vc + Seguro”, o alerta sobre os riscos dessas ocorrências, que podem causar acidentes graves e fatais, além de prejuízos à população. Segundo levantamento da Distribuidora, foram registrados 1.548 acidentes envolvendo postes da rede elétrica em 2025. O número representa uma redução em relação a 2024, quando foram contabilizados 1.832 acidentes, o que equivale a uma queda de aproximadamente 15,5%.

 

Mesmo com essa redução, o volume de ocorrências ainda é considerado alto, e, apesar da diminuição, a Equatorial Maranhão reforça que os impactos desses acidentes continuam sendo significativos, tanto para a segurança da população quanto para o fornecimento de energia elétrica. Colisões contra postes podem provocar interrupções em serviços essenciais, risco de choque elétrico, danos materiais e até acidentes graves.

 

Dados consolidados da Distribuidora mostram que alguns meses de 2025 registraram aumento de ocorrências em comparação à média anual, como agosto (188 casos), setembro (170), outubro (156), novembro (168) e dezembro (154), o que indica a necessidade de atenção contínua da população para os perigos envolvendo essas colisões. A capital São Luís lidera o ranking de municípios com maior número de registros em 2024 e 2025, com 577 ocorrências no acumulado dos dois anos. Em seguida aparecem Balsas (136 casos), Imperatriz (109), São José de Ribamar (81) e Barra do Corda (74).

 

No radar da folia e da segurança

 

Com a proximidade do Carnaval, o período de folia e diversão entre os brasileiros, aumentam também os deslocamentos para viagens, festas e o consumo de bebida alcoólica, a Distribuidora reforça o alerta para a importância da direção responsável no trânsito. Entre as principais orientações estão:

 

•Não dirigir sob efeito de álcool;

•Respeitar os limites de velocidade;

•Não utilizar o celular ao volante;

•Manter atenção redobrada em vias urbanas e rodovias.

 

A redução de ocorrências desse tipo representa um avanço, resultado de campanhas, alertas de órgãos públicos e da atuação da Equatorial, entre outras iniciativas. No entanto, cada acidente ainda representa risco à vida e prejuízos à população. No Carnaval, o reforço nos cuidados torna-se ainda mais essencial para preservar vidas.

 

Custos com manutenção

 

A responsabilidade pelos custos de manutenção ou reparo envolvendo postes da rede elétrica pode recair sobre o causador do dano, seja pessoa física ou jurídica. Os valores para substituição de um poste variam entre R$ 3 mil e R$ 44 mil, dependendo dos componentes danificados. O custo varia conforme o tipo de poste, os equipamentos instalados e a carga interrompida na área afetada. Quando for possível identificar o condutor ou proprietário do veículo, ele é responsabilizado pelos danos causados ao patrimônio da concessionária.

 

“O resultado reflete avanços importantes em conscientização, mas ainda exige atenção contínua de condutores. É fundamental estar sempre atento e dirigir de maneira defensiva, pois acidentes com postes, dependendo da gravidade, além de colocar em risco a vida dos envolvidos, podem afetar centenas de pessoas com a falta de energia. Além disso, o serviço de reparo ou troca de componentes pode durar horas, considerando os diversos processos necessários para garantir a segurança de todos”, ressalta Gabriel Vieira, Executivo de Segurança da Equatorial Maranhão.

 

A Equatorial Maranhão preparou algumas orientações de segurança em caso de acidentes com postes da rede elétrica:

 

•Não se aproximar de fios e cabos, nem tocar em pessoas ou objetos que estejam em contato com a rede;

•Se o poste cair sobre o carro, a orientação é que a vítima permaneça dentro do veículo até a chegada do socorro e das equipes da Equatorial, que irão isolar a área e desligar a energia com segurança;

•A Distribuidora reforça que as ocorrências envolvendo a rede elétrica devem ser registradas imediatamente na Central de Atendimento, pelo telefone 116 (ligação gratuita), para que as equipes técnicas realizem os serviços necessários.

 

Movimento “Vc + Seguro”

 

Essas orientações integram o movimento “Vc + Seguro”, campanha da Equatorial Maranhão que visa ampliar o acesso à informação e conscientizar a população sobre os riscos e perigos relacionados ao uso da energia elétrica. A iniciativa reforça o compromisso da Distribuidora com a segurança e o bem-estar de toda a comunidade.

 

Assessoria de Imprensa da Equatorial Maranhão

Hospital da Região Tocantina realiza procedimento inédito para tratamento de aneurisma cerebral

 


O Hospital da Região Tocantina (HRT) realizou, pela primeira vez na Região Tocantina, um implante de stent modificador de fluxo para tratamento de aneurisma cerebral pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O procedimento foi realizado na paciente Deuzamar Salvador Rodrigues da Costa, de 65 anos, moradora do município de Açailândia, e teve duração aproximada de uma hora.

O aneurisma cerebral é uma dilatação anormal de uma artéria no cérebro, que pode representar risco grave à saúde caso se rompa. O stent modificador de fluxo é um dispositivo implantado dentro da artéria afetada para redirecionar a passagem do sangue. Com isso, o fluxo sanguíneo deixa de exercer pressão direta sobre o aneurisma, permitindo que ele seja fechado de forma gradual e segura, reduzindo o risco de ruptura.

Por se tratar de um procedimento de alta complexidade, a intervenção exigiu planejamento detalhado, atuação precisa da equipe multiprofissional e uso de tecnologia avançada. A técnica envolve a navegação de cateteres pelos vasos cerebrais até o local do aneurisma, onde o stent é cuidadosamente posicionado com o auxílio de equipamentos modernos de hemodinâmica e angiografia digital de alta resolução, garantindo maior segurança e eficácia no tratamento. A paciente apresentou evolução clínica satisfatória após o procedimento.

O secretário de Estado da Saúde, Tiago Fernandes, destacou a importância do procedimento para a ampliação do acesso a tratamentos de alta complexidade no interior do Maranhão. “A realização desse procedimento pelo SUS na Região Tocantina demonstra o fortalecimento da rede estadual de saúde e o compromisso do Governo do Maranhão em levar tecnologia, especialistas e atendimentos de alta complexidade para mais perto da população, garantindo cuidado qualificado e salvando vidas”, afirmou.

A qualidade da assistência prestada também foi ressaltada pela família da paciente. Andreia Rodrigues, filha e acompanhante de Deuzamar Salvador Rodrigues da Costa, destacou o atendimento recebido durante todo o processo. “Graças a Deus não temos do que reclamar. O atendimento foi de primeira. Todos os funcionários foram maravilhosos com a gente, só tenho gratidão e a agradecer por tudo o que fizeram pela minha mãe”, afirmou.

O Hospital da Região Tocantina é administrado pelo Instituto Acqua, em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde do Maranhão (SES). A unidade atende pacientes adultos e infantis e tem capacidade para realizar cerca de 2.400 consultas mensais. Os ambulatórios especializados contemplam áreas como cirurgia geral, neurocirurgia, cirurgia de cabeça e pescoço, gastrenterologia, proctologia, bucomaxilofacial e radiologia intervencionista.

O HRT conta ainda com serviços completos de apoio diagnóstico e terapêutico, incluindo angiotomografia, ressonância magnética, tomografia computadorizada e hemodinâmica. Entre os procedimentos e exames já realizados estão cateterismo, arteriografia, ecocardiograma, exames de raio-X, implante de marca-passo, cirurgia de clipagem de aneurisma roto e cirurgia de desbridamento cardíaco.

Brandão anuncia internet em toda a rede pública estadual de ensino

 


O governador Carlos Brandão anunciou a instalação de antenas Starlink em cerca de 500 escolas, metade da rede pública estadual de ensino que ainda estava sem acesso à internet. Ao todo, são mil 1.071 unidades escolares estaduais. Com a medida, o Maranhão passa a contar com 100% de cobertura Wi-fi no sistema de ensino público estadual. A medida começa a ser implantada já no primeiro semestre de 2026 e representa um avanço decisivo na inclusão digital de estudantes e professores.

Além da conectividade, o Governo do Maranhão está realizando um amplo investimento em tecnologia educacional. Estão sendo entregues 250 mil tablets para estudantes da rede estadual — inclusive aos que concluíram o 3º ano do ensino médio em 2025 — e do Instituto Federal do Maranhão (IFMA), além da aquisição de 30 mil chromebooks para professores, todos com internet pronta para uso.

Brandão enfatizou a importância da medida e comentou sobre este grande investimento para a educação maranhense. "A iniciativa fortalece o processo de ensino e aprendizagem e amplia o acesso a conteúdos digitais, plataformas educacionais e novas metodologias pedagógicas. Internet é ferramenta básica de aprendizagem, e o nosso compromisso é simples e claro: dar capacitação, formação e competitividade aos nossos alunos", afirmou o governador.

Para a secretária de Estado da Educação, Jandira Dias, a conectividade é hoje uma ferramenta essencial para garantir igualdade de oportunidades na educação. “Levar internet de qualidade para as escolas significa democratizar o acesso ao conhecimento, fortalecer o trabalho pedagógico e preparar nossos estudantes para os desafios do presente e do futuro. É um passo fundamental para uma educação mais moderna e inclusiva”.

O secretário de Estado da Administração, Guilberth Garcês, ressaltou o compromisso do governo com investimentos estruturantes. “Esse é um investimento estratégico, planejado e responsável, que une tecnologia, educação e desenvolvimento social. Estamos garantindo que os recursos públicos cheguem onde realmente fazem a diferença: na sala de aula”.

Já o presidente da Agência Estadual de Tecnologia da Informação (ATI), Leandro Bello, explicou que a escolha da tecnologia garante conexão mesmo em áreas de difícil acesso. “As antenas Starlink permitem levar internet de alta velocidade para escolas localizadas em regiões remotas, onde outras soluções não chegavam. Isso assegura estabilidade, qualidade de acesso e condições reais para o uso pedagógico da tecnologia”, ponderou.

Com a iniciativa, o Governo do Maranhão reafirma o compromisso de investir em educação, inovação e inclusão digital, criando um ambiente mais justo, conectado e preparado para o futuro, onde aprender bem também significa estar conectado.

Fórum Econômico Mundial reúne líderes políticos e dirigentes de empresas em Davos

 


Começou nesta segunda-feira (19), em Davos, na Suíça, o Fórum Econômico Mundial. Há 55 anos, o encontro reúne líderes políticos e dirigentes de empresas das principais economias mundiais. O tema do evento, que ocorre até dia 23, é “Um Espírito de Diálogo”, buscando promover a cooperação entre líderes políticos, empresários e organizações.

O fórum contará com a participação de mais de 3 mil delegados de mais de 130 países, incluindo 64 chefes de Estado e de governo, de acordo com a organização. A representante do governo brasileiro será a ministra da Gestão e da Inovação dos Serviços Públicos, Esther Dweck.

Ela irá participar de diferentes debates, entre eles a reunião do Global Digital Collaboration (GDC), grupo que envolve governos, sociedade civil, organismos internacionais e empresas com foco em soluções digitais. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva já participou de edições anteriores, mas não vai a Davos em 2026.

Um relatório divulgado nesta segunda-feira pela Oxfam Brasil, por ocasião da abertura do Fórum Econômico Mundial, aponta que a riqueza dos bilionários cresceu mais de 16% em 2025. Esse aumento é três vezes superior à média dos últimos cinco anos, chegando a US$ 18,3 trilhões, nível mais alto da história.

O estudo ressalta que, desde 2020, a riqueza dos bilionários aumentou 81%, enquanto uma em cada quatro pessoas não tem regularmente o suficiente para comer, e quase metade da população mundial vive na pobreza. Comparativamente, o aumento da riqueza coletiva em US$ 2,5 trilhões, entre 2024 e 2025, seria suficiente para erradicar a pobreza extrema 26 vezes.

Fonte: Agência Brasil

Pix volta a operar normalmente após instabilidade

 


O sistema de pagamentos instantâneos Pix apresentou instabilidade na tarde desta segunda-feira (19), provocando falhas em diversos bancos e gerando milhares de reclamações de usuários em todo o país. O problema afetou transferências e pagamentos em tempo real, com impacto imediato sobre consumidores e empresas.

Segundo o Banco Central (BC), a instabilidade foi causada por um problema interno no Diretório de Identificadores de Contas Transacionais (DICT), base central de dados que armazena as informações das chaves Pix. “As equipes técnicas atuaram na identificação e resolução da causa, e o Pix já está operando normalmente”, informou o BC em nota.

De acordo com o site DownDetector, que monitora interrupções em serviços digitais, mais de 6 mil reclamações foram registradas por volta das 14h40, indicando uma falha de grande alcance e não restrita a uma instituição específica. As queixas começaram a diminuir no fim da tarde, sugerindo a normalização do serviço. O DownDetector apontou aumento simultâneo de reclamações em ao menos oito instituições financeiras, reforçando a avaliação de falha no sistema central. Entre os bancos citados pelos usuários estão:

Além das transferências entre pessoas físicas, comerciantes relataram dificuldades para receber pagamentos e até problemas na recarga de equipamentos de cartão que dependem do Pix. Como principal meio de pagamento eletrônico do país, qualquer instabilidade no sistema gera efeitos imediatos sobre o comércio e os serviços. No início da noite, o volume de reclamações caiu para perto de zero, indicando que o sistema voltou a operar normalmente após a intervenção técnica do Banco Central.

Fonte: Agência Brasil

Exportação de café do Brasil cai em 2025, mas bate recorde em receita

 


O Brasil vendeu ao exterior, em 2025, 40,04 milhões de sacas de 60 quilos (kg) de café, uma queda de 20,8% em relação a 2024. No entanto, a receita da exportação do produto no ano passado bateu recorde: US$ 15,586 bilhões, um aumento de 24,1% na comparação com o ano anterior. Os dados, divulgados nesta segunda-feira (19), são do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).

A receita das vendas ao exterior registrada em 2025 é a maior desde 1990, quando a Cecafé iniciou o levantamento. As exportações brasileiras tiveram como destino 121 países. De acordo com o presidente do Cecafé, Márcio Ferreira, o recorde é resultado do aumento do valor do produto em 2025 e de investimentos do setor em qualidade.

“Tivemos médias mensais de preço maiores em 2025 e nossos cafeicultores, bem organizados, mantêm seus investimentos em tecnologia, inovação e qualidade, o que eleva o patamar dos cafés do Brasil e, consequentemente, o seu valor. Não à toa, somos a única origem do mundo que consegue exportar para mais de 120 países, respondendo por mais de um terço do market share global”, disse.

De acordo com Ferreira, a diminuição no número de sacas exportadas já era aguardada em 2025 em razão do clima e dos embarques recordes registrados um ano antes, o que reduziu os estoques. “Exportamos um volume histórico em 2024, reduzindo o montante de café armazenado no país, e a safra do ano passado foi impactada pelo clima, combinação que culminou na limitação da disponibilidade do produto”, explicou.

Também influenciaram o resultado, segundo ele, as tarifas de 50% impostas pelos Estados Unidos sobre o produto brasileiro. “Nos quase quatro meses de vigência do tarifaço sobre todos os tipos de café do Brasil, entre o começo de agosto e o fim de novembro – vale lembrar que o solúvel ainda segue taxado –, nossos embarques aos norte-americanos despencaram 55%, majoritariamente afetados por essas taxas”, destacou.

Com a aquisição de 5,4 milhões de sacas, a Alemanha assumiu a liderança entre os maiores importadores dos cafés do Brasil no ano passado, apesar de o volume implicar queda de 28,8% das vendas ao país, na comparação com 2024. Esse montante representou 13,5% de todos os embarques brasileiros do produto em 2025.

Os Estados Unidos, usualmente líderes dessa classificação, desceram à segunda posição no ano passado, como reflexo do declínio observado no período de vigência do tarifaço. Os estadunidenses importaram 5,3 milhões de sacas em 2025 – 13,4% do total, com queda de 33,9% frente aos 12 meses de 2024. Nos 12 meses do ano passado, o café arábica foi a espécie mais exportada pelo Brasil, com 32,3 milhões de sacas vendidas ao exterior. Esse volume equivale a 80,7% do total.

A espécie canéfora (conilon e robusta) vem na sequência, com o embarque de 3,9 milhões de sacas (10% do total), seguida pelo setor de café solúvel, com 3,6 milhões de sacas (9,2%), e pelo segmento de café torrado e torrado e moído, com 58.474 sacas (0,1%).

Fonte: Agência Brasil

‘BLOQUEADOS DO FPM': 12 municípios estão impedidos de receber os recursos transferidos nesta terça-feira (20)

 


A maioria dos entes bloqueados está localizada no Nordeste do país, que concentra oito cidades nessa condição

A segunda parcela de janeiro do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) será paga nesta terça-feira (20). No entanto, nem todas as prefeituras estão habilitadas a receber os recursos repassados pela União. Dados do Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal indicam que, até esta segunda-feira (19), 12 municípios estavam impedidos de receber essa transferência. A maioria dos entes bloqueados está localizada no Nordeste do país, que concentra oito cidades nessa condição. Entre elas estão Gavião (BA), Campos Sales (CE) e Magalhães de Almeida (MA).

 

Confira a lista dos municípios bloqueados:

Gavião – BA

Campos Sales – CE

Ocara – CE

Itapirapuã – GO

Magalhães de Almeida – MA

Aveiro – PA

Prainha – PA

Campina Grande – PB

Monteiro – PB

Amarante – PI

Petrópolis – RJ

Japaratuba – SE

 

Vale destacar que os bloqueios são temporários. Assim que os municípios regularizam as pendências, os repasses do FPM são retomados, assegurando recursos essenciais para áreas como saúde, educação, infraestrutura e pagamento de pessoal. O especialista em orçamento público Cesar Lima orienta os gestores locais a regularizarem a situação o quanto antes, a fim de garantir o recebimento desses recursos.

 

“Os municípios bloqueados neste segundo decêndio devem procurar imediatamente identificar o motivo do bloqueio, seja por algum débito previdenciário, pela não entrega de relatórios exigidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal ou, ainda, por inadimplência em empréstimos com garantia da União”, recomenda.

 

FPM: motivos dos bloqueios

 

De acordo com o Tesouro Nacional, os bloqueios podem ocorrer por diferentes razões, como a ausência de pagamento da contribuição ao Pasep, dívidas com o INSS, débitos inscritos na dívida ativa pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) ou falta de prestação de contas no SIOPS (Sistema de Informações sobre Orçamento Público em Saúde). O SIAFI, sistema que consolida informações orçamentárias e financeiras da União, registra essas pendências e impede o recebimento de qualquer transferência financeira até que o município regularize sua situação.

 

FPM: segundo decêndio de janeiro

 

Ao todo, os municípios vão partilhar R$ 2,6 bilhões neste segundo decêndio. No mesmo período do ano passado, o repasse foi de aproximadamente R$ 2 bilhões. Neste ciclo, os municípios do estado de São Paulo receberão cerca de R$ 324 milhões. Na outra ponta, os municípios de Roraima receberão o menor montante, que soma R$ 1,9 milhão.

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