O SIGNIFICADO DA VIDA

terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Primeiro lote do PIS/Pasep libera R$ 2,5 bilhões para trabalhadores; veja calendário

 


O pagamento do abono salarial PIS/Pasep 2026, relativo ao ano-base 2024, tem início nesta segunda-feira (16). Nesta etapa inicial, recebem os trabalhadores nascidos em janeiro.

O benefício pode chegar ao valor de um salário mínimo e é destinado tanto a empregados da iniciativa privada (PIS) quanto a servidores públicos (Pasep) que cumpram os critérios do programa. Para ter direito, é necessário ter recebido, em 2024, remuneração média mensal de até R$ 2.765,93.

Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, cerca de 2 milhões de pessoas nascidas em janeiro serão contempladas neste primeiro lote, que movimentará aproximadamente R$ 2,5 bilhões. A previsão total para 2026 é de 26,9 milhões de trabalhadores beneficiados, somando R$ 33,5 bilhões em pagamentos. Quem possui conta na Caixa Econômica Federal ou no Banco do Brasil terá o crédito feito automaticamente.

Já os demais poderão sacar o valor nas agências a partir da quarta-feira (18). Informações sobre banco de pagamento, valores e eventuais parcelas de anos anteriores podem ser consultadas pelo aplicativo Carteira de Trabalho Digital ou no portal gov.br.

Os recursos ficarão disponíveis até o encerramento do calendário, em 30 de dezembro de 2026. A partir deste ano, o cronograma passa a seguir datas fixas: o pagamento ocorrerá sempre no dia 15 do mês correspondente ao mês de nascimento do trabalhador, ou no primeiro dia útil seguinte quando houver fim de semana ou feriado.

O prazo final para saque será o último dia útil bancário do ano, conforme as normas do Banco Central.

Calendário de pagamentos em 2026:

Nascidos em janeiro — 15 de fevereiro

Fevereiro — 15 de março

Março e abril — 15 de abril

Maio e junho — 15 de maio

Julho e agosto — 15 de junho

Setembro e outubro — 15 de julho

Novembro e dezembro — 15 de agosto

Com informações do G1

Mudança no funcionamento nos feriados do comércio brasileiro começa a valer em março

 


Depois de muita conversa e alguns adiamentos, o cenário para quem trabalha ou é dono de negócio no setor de serviços vai mudar. A partir de março, o funcionamento de lojas e mercados em dias de feriado passa a seguir um novo conjunto de regras que foca, principalmente, no diálogo entre patrões e empregados.

Essa movimentação não aconteceu do dia para a noite. Ela vem sendo discutida para equilibrar a necessidade de consumo das famílias com o descanso e os direitos de quem está atrás do balcão. Na prática, a liberdade que existia para abrir as portas de forma irrestrita ganha agora um filtro mais rigoroso e organizado.

Para o consumidor, o efeito pode ser percebido nos horários de atendimento de shoppings e supermercados da sua cidade. Já para o trabalhador, a mudança traz uma camada extra de segurança sobre como e quando o serviço extra deve ser solicitado e compensado.

É importante entender que o objetivo central aqui é a formalização. O governo busca garantir que as decisões sobre o funcionamento do comércio não sejam tomadas de forma isolada, mas sim através de uma base comum que proteja todos os envolvidos na cadeia produtiva.

Muitas pessoas ainda têm dúvidas se as lojas vão fechar de vez ou se o custo dos produtos pode subir. A ideia, no entanto, é que a transição ocorra de forma suave, permitindo que cada região adapte sua realidade econômica às exigências da nova portaria que entra em vigor.

O que muda na prática com a nova regra do comércio

O ponto central dessa mudança é a exigência de uma convenção coletiva para que o comércio funcione em feriados. Antes, em muitas cidades, bastava uma lei municipal ou um acordo direto para que as lojas pudessem operar normalmente nessas datas especiais.

Agora, o sindicato dos trabalhadores e o sindicato patronal precisam sentar à mesa e assinar um documento específico. Sem esse acordo oficializado, as empresas ficam impedidas de convocar seus funcionários para trabalhar durante os feriados nacionais, estaduais ou municipais.

Essa medida devolve um poder de negociação relevante para as categorias. Com o acordo coletivo, detalhes como o valor da folga compensatória, o pagamento de horas extras e até o fornecimento de alimentação ou transporte para esses dias precisam estar bem detalhados e aprovados por ambas as partes.

Setores que precisam ficar atentos às novidades

Embora o comércio varejista seja o mais citado, a regra atinge uma variedade enorme de estabelecimentos que estamos acostumados a visitar no dia a dia. Supermercados, farmácias, lojas de shopping e o comércio de rua estão no topo da lista de quem precisa se adequar rapidamente.

No caso dos supermercados, que são serviços essenciais para a população, a negociação costuma ser mais ágil, mas ainda assim obrigatória. Ninguém quer chegar na porta do mercado para fazer a compra do mês e encontrar as portas fechadas por falta de um documento assinado semanas antes.

As farmácias geralmente possuem regras diferenciadas por lidarem com a saúde pública, mas o setor administrativo e de vendas dessas unidades também entra no radar da fiscalização. O planejamento se torna a palavra de ordem para evitar multas pesadas ou processos trabalhistas desnecessários no futuro.

Como as empresas devem se preparar para março

O primeiro passo para qualquer empresário é verificar a situação do sindicato da sua região. Se ainda não existe um acordo assinado prevendo o trabalho nos feriados de 2026, é hora de correr contra o tempo. Março já está batendo à porta e a fiscalização promete ser rigorosa desde os primeiros dias.

Além da parte burocrática, existe o lado humano da gestão. Comunicar a equipe com antecedência sobre como ficará a escala de trabalho ajuda a manter o ambiente saudável. O colaborador que sabe exatamente quanto vai receber a mais ou quando será sua folga trabalha com muito mais disposição e segurança.

Organizar o estoque e as promoções considerando que alguns feriados podem ter horários reduzidos também faz parte da estratégia. Se a loja vai abrir por menos tempo, a logística precisa ser impecável para que o faturamento do dia compense os custos operacionais de manter a estrutura funcionando.

O papel dos sindicatos e das negociações coletivas

Com a nova portaria, os sindicatos reassumem um papel de protagonismo que havia sido flexibilizado nos últimos anos. A intenção é que as condições de trabalho sejam discutidas de forma macro, evitando que pequenos comércios fiquem em desvantagem ou que funcionários sejam explorados.

As negociações coletivas servem para ajustar a realidade de cada cidade. Um feriado em uma cidade turística, onde o comércio ferve, tem um valor diferente de um feriado em um polo industrial onde o movimento de rua cai drasticamente. Esses acordos permitem essa diferenciação fina e necessária.

Espera-se que, com o tempo, essas convenções se tornem padrão e tragam mais previsibilidade para o calendário econômico. Quando as regras são claras, o risco de conflitos diminui e a economia consegue girar de forma mais organizada, beneficiando desde o grande investidor até o consumidor final.

Direitos do trabalhador e deveres do empregador

Para o funcionário, a principal vantagem é a garantia de que o seu descanso será respeitado ou devidamente remunerado. O trabalho em feriado não pode ser uma imposição arbitrária sem a devida contrapartida prevista em lei e reforçada pelo acordo da categoria.

O empregador, por sua vez, precisa estar ciente de que o descumprimento dessas normas pode gerar passivos trabalhistas que custam caro. Manter o registro de ponto atualizado e os comprovantes de pagamento de bônus ou folgas em dia é fundamental para proteger o patrimônio da empresa.

Vale lembrar que o diálogo interno continua sendo a melhor ferramenta. Explicar para o time a importância do funcionamento em datas festivas e como isso ajuda na manutenção dos empregos e no crescimento do negócio cria um senso de parceria que vai além do que está escrito no papel do sindicato.

Como atualizar o cadastro único para não perder os benefícios sociais em 2026

 


Manter os dados da família em dia é obrigatório para garantir o recebimento do bolsa família e descontos na conta de luz Família brasileira reunida na sala de casa conversando sobre o planejamento do orçamento mensal.

O Cadastro Único, ou simplesmente CadÚnico, é hoje o mapa que o governo utiliza para entender quem realmente precisa de ajuda no Brasil. Ele não serve apenas para o Bolsa Família, mas é o requisito básico para conseguir a Tarifa Social de Energia Elétrica, a isenção de taxas em concursos públicos e até o ID Jovem.

Muitas famílias acabam tendo o benefício bloqueado ou suspenso por um motivo simples: falta de atualização. A regra é clara, os dados precisam ser renovados a cada dois anos ou sempre que houver qualquer mudança na rotina da casa, como o nascimento de um filho ou uma alteração no salário de alguém.

Em 2026, o rigor com as informações prestadas aumentou. O sistema agora cruza dados em tempo real com outras bases do governo, como o registro de empregos e o INSS. Por isso, ser transparente e manter tudo em ordem evita dores de cabeça e filas de última hora nos postos de atendimento.

Abaixo, explicamos o passo a passo para você verificar sua situação e garantir que o sustento da sua família continue chegando sem interrupções.

Como saber se o seu cadastro está vencido ou desatualizado

A forma mais rápida de checar sua situação é pelo aplicativo do Cadastro Único no telemóvel. Logo na tela inicial, o sistema exibe um aviso em cores: se estiver verde, está tudo certo; se estiver amarelo ou vermelho, você precisa agir o quanto antes.

Mesmo que não apareça um aviso de vencimento, você deve procurar o atendimento se alguém mudou de casa, se as crianças trocaram de escola ou se a renda da família aumentou ou diminuiu. Qualquer detalhe que não bata com a realidade pode disparar um alerta no sistema de fiscalização.

Caso os dados permaneçam exatamente os mesmos de dois anos atrás, você pode fazer a “confirmação por cadastramento” diretamente pelo aplicativo, sem precisar sair de casa. Essa facilidade foi criada para reduzir as filas nos centros de assistência social.

Documentos necessários para o atendimento presencial

Se o seu caso exigir uma visita ao CRAS ou ao posto de atendimento do seu município, a organização é fundamental. O responsável pela família deve levar o CPF ou o título de eleitor, mas o ideal é ter em mãos o CPF de todas as pessoas que moram na residência.

Também é recomendável levar um comprovante de residência atualizado, como a conta de luz, que ajuda a garantir o benefício da tarifa social. Para as crianças e adolescentes, ter a declaração de matrícula escolar em mãos facilita muito o processo e garante que o acompanhamento da educação esteja em dia.

Lembre-se que o agendamento prévio é obrigatório em muitas cidades. Verifique no site da sua prefeitura como funciona a marcação de horário para evitar perder a viagem.

O impacto da renda per capita no recebimento de auxílios

O principal critério para se manter nos programas sociais é a renda por pessoa da família. O cálculo é simples: soma-se todo o dinheiro que entra na casa e divide-se pelo número de moradores, inclusive bebês e idosos.

Se essa conta ultrapassar os limites estabelecidos pelo governo, o benefício pode não ser cortado imediatamente, mas entrar em uma fase de transição. É o que chamamos de regra de proteção, que permite que a família continue recebendo uma parte do auxílio enquanto se estabiliza no novo emprego ou renda.

Esconder informações sobre um novo trabalho com carteira assinada é um risco alto. Como o cruzamento de dados é automático, o governo descobre a irregularidade rapidamente, o que pode gerar a obrigação de devolver os valores recebidos indevidamente.

Manutenção da saúde e educação como regra obrigatória

Estar no CadÚnico e receber benefícios como o Bolsa Família exige contrapartidas importantes. As crianças devem estar com a vacinação em dia e frequentar a escola regularmente. A falta de frequência escolar é um dos motivos que mais causam o bloqueio de pagamentos no país.

Para as gestantes, o acompanhamento do pré-natal é indispensável. Essas regras existem para garantir que, além do auxílio financeiro, a família tenha acesso a direitos básicos que ajudem a quebrar o ciclo da pobreza a longo prazo.

Sempre que houver pesagem no posto de saúde, não falte. Esse registro é enviado diretamente para o sistema do governo e serve como prova de que a família está cumprindo sua parte no acordo social.

Canais de ajuda para tirar dúvidas e fazer denúncias

Se você tiver dificuldades com o aplicativo ou não concordar com alguma decisão sobre o seu cadastro, o canal oficial é o Disque Social. A ligação é gratuita e permite falar com atendentes que explicam detalhadamente o motivo de qualquer bloqueio.

Fique atento a mensagens SMS ou e-mails pedindo senhas ou dados bancários em nome do CadÚnico. O governo nunca pede esse tipo de informação por canais informais. O aplicativo oficial e o atendimento presencial no CRAS continuam sendo os únicos caminhos seguros para gerenciar seus dados.

Manter a documentação organizada em uma pasta facilita muito a vida nas renovações futuras. Com tudo em ordem, o Cadastro Único deixa de ser uma preocupação e passa a ser a garantia de que os direitos da sua família estão protegidos.

 

Governo do Brasil intensifica ações por um Carnaval sem racismo e outras violências

 


O Governo do Brasil está realizando ações integradas para garantir um Carnaval mais seguro, inclusivo e livre de violências em todo o país. As iniciativas envolvem mobilização nas ruas, distribuição de materiais informativos e campanhas educativas voltadas à conscientização da população durante a festa.

No âmbito do Ministério da Igualdade Racial (MIR), a campanha contará com a entrega de leques e adesivos. Os materiais trazem uma mensagem de conscientização voltada para o enfrentamento de práticas racistas, como injúria racial, fantasias ofensivas, violências simbólicas e outras formas de discriminação, nos blocos e eventos de Carnaval. A ação também visa prevenir e enfrentar o racismo tanto nos espaços de rua quanto nos eventos oficiais, incluindo blocos, ensaios, quadras e desfiles de escolas de samba, reforçando a importância do respeito à diversidade e da valorização da cultura negra.

A gente quer que o Carnaval seja espaço de alegria, celebração e liberdade, mas nunca de violência ou racismo. Nossa campanha é para conscientizar, orientar e garantir que práticas racistas não sejam naturalizadas durante a festa”, destacou a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco.

Já o Ministério das Mulheres (MMulheres), em parceria com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), também realiza ações de enfrentamento à violência contra as mulheres durante o período carnavalesco. A iniciativa prevê mobilização nas rodovias federais e nos principais pontos de circulação de foliões, com foco na prevenção ao assédio, à importunação sexual e a outras formas de violência de gênero, além da divulgação de canais de denúncia e apoio às vítimas.

Proteção de jovens – Paralelamente, o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), em parceria com o MIR, lançou a campanha “Pule, Brinque e Cuide – Unidos pela proteção de crianças e adolescentes”, que busca mobilizar a sociedade para a proteção integral de meninas e meninos no período carnavalesco. A ação reforça a responsabilidade coletiva na prevenção e no enfrentamento de violações de direitos, como abuso, exploração sexual e trabalho infantil, incentivando foliões, famílias e gestores públicos a atuarem juntos para garantir um Carnaval seguro e respeitoso.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Lula sanciona lei do Gás do Povo: energia gratuita às famílias de baixa renda

 




O Gás do Povo passou a ser uma política pública permanente no Brasil. O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou, nesta sexta-feira (13/2), a Lei n° 15.348 , que institui o programa destinado a mitigar o efeito do preço do gás liquefeito de petróleo (GLP) sobre o orçamento das famílias de baixa renda.

Em setembro de 2025, o Governo do Brasil aprovou a Medida Provisória nº 1.313 que alterou a Lei n º 14.237 e modificou a denominação do Programa Auxílio Gás dos Brasileiros (PAGB) para Gás do Povo, criando nova operacionalização do auxílio gás por meio da modalidade de gratuidade. No mês seguinte, foi aprovado o Decreto n° 12.649 , que regulamenta e estabelece os critérios de elegibilidade, procedimentos e operacionalização do Gás do Povo.

Após processo de tramitação no Congresso Nacional, a Medida Provisória foi aprovada pela Casa e se tornou Lei n° 15.348, de 13 de fevereiro de 2026. Com isso, as famílias passam a receber o benefício pela modalidade de gratuidade por meio do vale, que pode ser utilizado para fazer a recarga do botijão de gás de forma totalmente gratuita em qualquer revenda credenciada no país.

O programa inclui ainda prioridade para famílias em locais atingidos por desastres ou por situação emergencial, com mulheres vítimas de violência doméstica que estejam sob o monitoramento de medidas protetivas de urgência ou pertencentes aos povos e comunidades tradicionais, incluídos os indígenas e quilombolas.

Novas modalidades

Além da gratuidade, outra modalidade de operacionalização prevista na lei é o dos biodigestores e tecnologias de cocção limpa, voltados sobretudo a áreas rurais e contextos específicos, como solução estruturante e de baixa emissão de carbono para o enfrentamento permanente da pobreza energética.

Situação das famílias que eram beneficiárias do PAGB

As famílias que eram beneficiárias do PAGB e recebiam seu auxílio gás na modalidade monetária e se mantem elegíveis, passam a receber a modalidade gratuidade, ou seja, aquelas que atendem a todos os critérios do Gás do Povo, migram do PAGB para o novo programa.

A migração das famílias elegíveis é uma transferência feita automaticamente pelo sistema do governo. Isso significa que para estar no processo de migração do PAGB para o Gás do Povo, é necessário somente que as famílias cumpram todas as regras do Programa.

Após essa mudança, essas famílias passam a receber o auxílio gás somente na modalidade de gratuidade, por meio do vale.

Quem pode participar do Programa Gás do Povo?

Para ser elegível, a família deve ter renda de até meio salário-mínimo por pessoa e ter seu Cadastro Único atualizado nos últimos 24 meses. Além disso, é necessário que o CPF do(a) Responsável Familiar esteja regularizado na Receita Federal, e que o cadastro não apresente pendências como Averiguação Cadastral ou indício de óbito do(a) Responsável Familiar. O Programa prioriza famílias beneficiárias do Bolsa Família e aquelas com duas ou mais pessoas em sua composição.

Novidades

A lei também institui o Programa Nacional de Acesso ao Cozimento Limpo, que passa a funcionar como eixo estruturante das políticas voltadas à redução da pobreza energética, integrando as modalidades de gratuidade do botijão e de cocção limpa, com fontes de financiamento diversificadas e mecanismos de monitoramento.

No campo da governança, a norma fortalece os instrumentos de gestão e controle, prevendo a criação de comitê gestor permanente, a ser coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Social, além da participação de diferentes atores públicos e sociais e a publicação periódica de relatórios de resultados, de modo a assegurar transparência e avaliação da efetividade das políticas adotadas.

Mulheres são maioria

A política já vem beneficiando milhares de famílias brasileiras, a maior parte com mulheres responsáveis pela família.  Dados de janeiro apontam que cerca de 94,14% das famílias atendidas são chefiadas por mulheres, o equivalente a 892,6 mil lares, de um total de 950,8 mil famílias beneficiadas pelo Gás do Povo em todo o país.

Os dados do Programa mostram a predominância do público feminino em todas as regiões do país. Entre as capitais, destacam-se Rio de Janeiro, com 192,9 mil famílias chefiadas por mulheres, Manaus, com 170,9 mil, São Luís, com 79,6 mil, Brasília, com 79,6 mil, e Maceió, com 63,4 mil. Em termos proporcionais, capitais como Cuiabá, Campo Grande, Brasília e Palmas seguem com percentuais acima de 95% de lares chefiados por mulheres..

No Carnaval, a segurança nas rodovias e estradas federais é responsabilidade de todos

 


Com a chegada do Carnaval, milhares de pessoas pegam a estrada para aproveitar o feriado, aumentando significativamente o fluxo de veículos e, consequentemente, o risco de ocorrências desagradáveis, que são os sinistros de trânsito. Nesse sentido, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) orienta os condutores que irão viajar no período a redobrarem a atenção e a adotarem comportamentos seguros, especialmente diante do aumento da movimentação nas rodovias e estradas.

Especialistas em segurança viária apontam que obedecer aos limites de velocidade, manter distância segura do veículo à frente e realizar ultrapassagens apenas em locais permitidos podem evitar uma parcela significativa dos sinistros registrados. Ou seja, ser um motorista e motociclista defensivo também é fundamental.

Algumas atitudes simples ajudam a tornar a viagem mais segura:

• Planejar o horário da viagem e evitar períodos de pico;

• Revisar o veículo antes de sair;

• Respeitar rigorosamente os limites de velocidade;

• Não realizar ultrapassagens em locais proibidos;

• Evitar dirigir com sono ou cansaço;

• Manter a distância de segurança em relação aos outros veículos;

• Não trafegar pelos acostamentos;

• Manter atenção constante na via e evitar distrações, como o uso do celular.

 

Tripé da segurança viária e Visão Zero

Embora fatores como condições da via e aumento do fluxo contribuam para o risco nas rodovias, grande parte dos sinistros de trânsito está relacionada ao comportamento de quem dirige. Entre as causas mais frequentes estão ultrapassagens em locais proibidos, excesso de velocidade, distração ao volante e falta de reação do condutor diante de situações de risco.

Esse entendimento dialoga com os princípios do programa Visão Zero, uma política pública criada em 1997, na Suécia, com o objetivo de eliminar mortes e lesões graves no trânsito. Diferente de abordagens tradicionais, que aceitavam certo número de acidentes como “inevitáveis”, o Visão Zero parte do princípio de que nenhuma perda de vida é aceitável e de que o sistema viário deve ser planejado considerando as falhas humanas. O programa integra governo, engenheiros, educadores e a sociedade para criar um trânsito mais humano, seguro e sustentável.

No Brasil, essa lógica se reflete em ações desenvolvidas pelo DNIT, que atua nas três frentes do chamado tripé da segurança viária. No eixo da infraestrutura, a autarquia desenvolve programas como o BR-Legal 2, voltado à ampliação e modernização da sinalização nas rodovias federais, e o Plano Nacional de Controle de Velocidade (PNCV), que contribui para a adequação da velocidade às condições de segurança das vias.

Na frente de educação para o trânsito, o DNIT desenvolve o Programa Conexão DNIT, iniciativa nacional voltada a escolas de Ensino Fundamental e Médio que busca promover, de forma contínua, a formação de comportamentos seguros no trânsito. Estruturado em plataforma digital e aplicativo, o programa disponibiliza, gratuitamente, materiais pedagógicos, atividades interativas e cursos de capacitação para professores e comunidade escolar, integrando os conteúdos de segurança viária às competências e objetos de aprendizagem previstos na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). A proposta estimula o aprendizado de forma transversal e colaborativa, permitindo que os temas do trânsito dialoguem com diferentes disciplinas e contribuam para a construção de uma cultura de se-gurança desde a infância, com impacto positivo na redução de sinistros ao longo do tempo.

Já no campo da fiscalização, o DNIT também atua diretamente nas rodovias federais, com destaque para a operação de unidades de pesagem de veículos de carga (balanças móveis), fundamentais para coibir o excesso de peso e preservar as condições do pavimento, contribuindo para a segurança viária. Além da pesagem, o Departamento desenvolve ações de fiscalização relacionadas à velocidade e às condições dos veículos que trafegam com cargas, reforçando a segurança e a adequada utilização das vias ao longo de todo o ano.

O conjunto dessas ações evidencia que a segurança nas vias resulta do compartilhamento de responsabilidades entre diferentes atores, mas depende, em grande medida, das escolhas feitas por cada pessoa ao volante.

Dados de 2025 registram redução nos sinistros e mortes

Dados consolidados pela Polícia Rodoviária Federal indicam que, em 2025, foram registrados 72.483 sinistros nas rodovias federais brasileiras, número ligeiramente inferior ao observado em 2024, quando ocorreram 73.201 registros, sinalizando discreta redução no total de ocorrências.

No mesmo período, foram contabilizados 6.044 óbitos, também abaixo dos 6.163 registrados no ano anterior, indicando leve queda no número de mortes nas rodovias federais. Já o total de pessoas feridas chegou a 83.483 em 2025, evidenciando, contudo, que o impacto dos sinistros permanece elevado e continua representando um desafio para a segurança viária no país.

Desacelere. Seu bem maior é a vida.

MDS destina cerca de R$ 9 milhões do PAA para famílias agricultoras em janeiro

 

 





O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) destinou, em janeiro, R$ 8,8 milhões ao pagamento de agricultores familiares que comercializaram a sua produção por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).

A iniciativa do Governo do Brasil compra alimentos produzidos pela agricultura familiar e doa os itens para organizações das redes socioassistencial, públicas e filantrópicas de ensino, saúde e justiça que atendem pessoas em situação de insegurança alimentar.

Ao todo, neste mês, 2.715 agricultores e agricultoras familiares de diferentes regiões do país venderam a sua produção para o programa, que promove o acesso à alimentação saudável e incentiva a produção da agricultura familiar e de Povos e Comunidades Tradicionais (PCTs), fortalecendo culturas e hábitos alimentares locais.

O repasse aos agricultores ocorre por meio da modalidade Compra com Doação Simultânea, executada pelo MDS, por meio de Termos de Adesão com governos estaduais e municipais. O PAA conta ainda com outras quatro modalidades: PAA Leite, Compra Direta, Formação de Estoque e Compra Institucional, sendo as duas últimas de responsabilidade do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA).

A maior parte do recurso pago pelo MDS em janeiro para o PAA foi destinada a agricultores e agricultoras dos estados do Pará, com R$ 1.347.564,82; Paraíba, com R$ 1.205.289,24; Maranhão, com R$ 889.843,86; e Bahia, com R$ 696.289,83.

Sobre o PAA

Com mais de 20 anos de existência, o PAA foi criado inicialmente pelo art. 19 da Lei nº 10.696/2003 , reinstituído pela Lei nº 14.628, de 20 de julho de 2023 e regulamentado pelo Decreto nº 11.802, de 28 de novembro de 2023 . Trata-se de um programa estratégico para o país, tanto no combate à fome quanto na promoção da segurança alimentar e nutricional, tendo sido um dos pilares para a saída do Brasil do Mapa da Fome da Organização das Nações Unidas (ONU) em 2025, junto a outras políticas públicas conduzidas pelo MDS.

O PAA conta com dois públicos beneficiários: os fornecedores e os consumidores de alimentos. Os primeiros são agricultores familiares e de Povos e Comunidades Tradicionais (PCTs), como indígenas e quilombolas. Já os consumidores são as famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional e pessoas atendidas pela rede socioassistencial; pelos equipamentos públicos e sociais de alimentação e nutrição; e pelas redes públicas e filantrópicas de ensino e de saúde.

O PAA traz também como inovação o foco na inclusão de Povos e Comunidades Tradicionais como beneficiários fornecedores e recebedores do programa, ampliando ainda mais o alcance dessa política pública. O PAA voltado aos PCTs se configura ainda como uma estratégia fundamental no enfrentamento às mudanças climáticas, ao fortalecer sistemas agroalimentares, valorizar a diversidade sociocultural e reconhecer os modos de vida desses grupos como centrais para a conservação ambiental e a soberania e segurança alimentar e nutricional.

De 2023 a 2025, o PAA já adquiriu 339,32 mil toneladas de alimentos, que foram distribuídas a quase 17 mil organizações recebedoras de alimentos (entidades socioassistenciais, equipamentos públicos e sociais de alimentação e nutrição; e pelas redes públicas e filantrópicas de ensino e de saúde que atendem pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional). Ao todo, 125.635 agricultores e agricultoras familiares – incluindo povos indígenas, povos e comunidades tradicionais – participaram do PAA nesse período. Foram pagos R$ 1,72 bilhão diretamente às famílias agricultoras que forneceram alimentos ao PAA. A  iniciativa tem transformado realidades em 3.763 municípios por todo o país.

Saúde investe R$ 172 milhões e aumenta repasses para residência na atenção primária do SUS

 


Com o objetivo de ampliar e qualificar a formação profissional, o Ministério da Saúde atualizou o incentivo financeiro adicional repassado mensalmente aos municípios e ao Distrito Federal para os programas de residência na Atenção Primária à Saúde (APS). Para 2026, a meta é investir cerca de R$ 172 milhões, viabilizando a inclusão de mais 2 mil residentes.

Atualmente, o incentivo do governo federal atinge 162 municípios com 2.150 vagas profissionais residentes na APS habilitadas. “A medida busca estimular a criação de novas vagas e fortalecer os programas existentes. Ela contempla, além do reajuste expressivo dos valores por categoria de residência, a ampliação do número de categorias profissionais elegíveis ao incentivo”, explica o coordenador-geral de Financiamento da APS, Dirceu Klitzke.

 

Os valores do incentivo adicional de custeio mensal passam a vigorar da seguinte forma:

Para residência em medicina, o valor passou de R$ 4,5 mil para R$ 8 mil;

Nas áreas de enfermagem e odontologia, passou de R$ 1,5 mil para R$ 4 mil;

 

E foi criado o incentivo para outras categorias profissionais no valor de R$ 3 mil. Agora os municípios podem receber apoio federal para residentes graduados em educação física, farmácia, fisioterapia, fonoaudiologia, nutrição, psicologia, serviço social, saúde coletiva e terapia ocupacional, entre outras categorias. O novo incentivo tem como finalidade fortalecer a composição das equipes Multiprofissionais (eMulti) .

“Com essa iniciativa, o governo federal quer ampliar a força de trabalho na atenção primária, especialmente em regiões com escassez de profissionais, alinhar a formação prática e teórica dos residentes às necessidades de saúde do território e fortalecer a incorporação de boas práticas de cuidado no Sistema Único de Saúde (SUS) ”, complementa o coordenador.

A normativa também incluiu outras cinco equipes da APS para o cadastro de residentes. Além das equipes de Saúde da Família (eSF) e de Saúde Bucal (eSB) , passam a receber o incentivo financeiro adicional mensal para residência as eMulti, as equipes de Saúde da Família Ribeirinha (eSFR), de Atenção Primária Prisional (eAPP), de Consultório na Rua (eCR) e de Saúde da Família Fluvial (eSFF) das Unidades Básicas de Saúde Fluvial (UBSF).

 

Programas de residência

Outra novidade foi a ampliação dos tipos de programas de residências, cuja carga horária mínima deve ser de 40 horas para a inserção dos residentes. A residência médica abrange medicina de família e comunidade, medicina preventiva social, urgência e emergência, população de rua e gestão de saúde. Já os programas de residência em área profissional da saúde, nas modalidades uni ou multiprofissional, passam a abranger as especializações em saúde da família, saúde da família e comunidade, atenção primária à saúde, atenção básica, saúde coletiva, saúde pública e saúde mental, desde que tenham prática na APS.

Também foi definido o quantitativo máximo de profissionais residentes nas equipes da APS para o pagamento do incentivo adicional mensal. A normativa define as seguintes regras:

Modalidade de Equipe Categoria Profissional   Nº máximo de profissionais por equipe

 

eSF, eSFR e UBSF             Medicina             2

Enfermagem      2

Categorias ampliadas*  2

eSB        Cirurgião-dentista           2

eMulti Estratégica          

 

Categorias ampliadas*  3

eMulti Complementar  6

eMulti Ampliada             9

 

 

eCR e eAPP        Medicina             1

Enfermagem      2

Categorias ampliadas*  2

*categorias vigentes na eMulti – Fonte: CGFAP/Deaps/Saps/MS, 2026.

 

Como funciona?

Gestores municipais e distritais devem solicitar o credenciamento do incentivo para residência no sistema Gerencia APS . Já a pessoa preceptora da residência deve estar registrada na equipe ou na unidade de saúde de lotação do residente no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES). A carga horária do preceptor não deve ultrapassar 60 horas semanais na APS. O monitoramento do incentivo de residência do Ministério da Saúde vai ocorrer pelo componente qualidade, considerando os resultados obtidos da UBS.

https://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-gm/ms-n-10.193-de-29-de-janeiro-de-2026-684493285

 

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Em coletiva de imprensa, defensor Thiago Josino, indicado interventor de Turilândia, apresenta medidas a serem adotadas na administração municipal

 


Diante da missão concedida pelo governador do Maranhão, Carlos Brandão, o defensor público Thiago Josino Carrilho de Arruda Macêdo, confirmado pela Assembleia Legislativa do Maranhão para o cargo de interventor no município de Turilândia, concedeu entrevista coletiva na tarde desta quinta-feira (12), na sede da Defensoria Pública do Estado do Maranhão (DPE/MA), em São Luís. Para representantes da imprensa maranhense, o defensor apresentou como se dará a intervenção, que tem como objetivo restabelecer a ordem pública na cidade, em que prefeito, vice-prefeita e vereadores foram afastados por suspeita de desviar R$ 56 milhões de recursos públicos.

“Recebi com muita responsabilidade a indicação do governador Carlos Brandão para atuar nesse momento de reorganização da gestão em Turilândia. Estou muito ciente do compromisso que tenho com a seriedade, com a transparência e com a moralidade para condução correta dos atos”, destacou o defensor, que está sendo cedido ao Estado e teve o nome anunciado pelo governador na última segunda-feira (9) e posterior encaminhamento à Assembleia Legislativa do Maranhão para aprovação.

Ele explicou que, segundo a previsão que consta na decisão que decretou a intervenção, no primeiro momento será feito um relatório circunstancial sobre como está a situação encontrada no município, que deverá ser feito no prazo de 90 dias. “Esse relatório circunstancial vai apontar a situação orçamentária, financeira, da execução dos contratos, de como está a condução da gestão municipal, e a partir daí vamos fazer um diagnostico do que é preciso para que os trabalhos sejam realizados de forma concreta, para que tenha resultado”, apontou Thiago Josino à imprensa.

O caso é apurado pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), do Ministério Público do Maranhão (MPMA). Em dezembro do ano passado, o órgão deflagrou a Operação Tântalo II, que resultou no cumprimento de 51 mandados de busca e apreensão e 21 mandados de prisão. As ordens foram expedidas pela 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Maranhão, por decisão da desembargadora Maria da Graça Peres Soares Amorim.

Com trajetória consolidada na área de direitos humanos e acesso à justiça, Thiago Josino é especialista em Direito Público e atua na Defensoria Pública do Maranhão há mais de 15 anos. Já coordenou a Central de Relacionamento com o Cidadão (CRC) da instituição e atualmente preside o Conselho Penitenciário do Maranhão (Copen), com assento pelo Conselho Estadual de Defesa dos Direitos Humanos do Maranhão. Cearense radicado no estado, o defensor público também acumula experiência em mediação de conflitos e gestão institucional.

 

Assessoria de Comunicação

 

(98) 98824-9562 (Assessora-chefe Socorro Boaes)

(98) 2055-3073 ou Ramal 3073

Defensoria Pública do Estado do Maranhão

Av. Júnior Coimbra, s/n, Renascença II,

São Luís - Maranhão. CEP: 65075-696

https://defensoria.ma.def.br

 

Cristiane Marques é nomeada defensora pública-geral no Maranhão




O governador do Maranhão, Carlos Brandão, assinou o ato de nomeação da defensora pública Cristiane Marques como a nova defensora pública-geral do Estado para o biênio 2026/2028. A confirmação do nome da atual 1ª subdefensora-geral para o comando da Defensoria maranhense aconteceu na noite da última quarta-feira (11), no Palácio dos Leões, sede do Poder Executivo estadual. Prestigiaram a solenidade, o atual defensor-geral Gabriel Furtado, e os defensores públicos Alberto Bastos e Marcus Patrício Monteiro, secretário de Estado das Cidades e secretário adjunto de Monitoramento de Ações Governamentais do Maranhão, respectivamente.

Concorrendo em chapa única, Cristiane Marques foi eleita, no dia 6 de fevereiro, com 178 votos válidos, e tomará posse no cargo no mês de junho deste ano. “Recebo essa nomeação com profundo senso de responsabilidade e compromisso público. Assumir a Defensoria Pública-Geral do Maranhão é uma honra que carrego com respeito à trajetória da instituição e às pessoas que confiam no nosso trabalho. Iniciaremos um novo ciclo com diálogo, planejamento e foco permanente na ampliação do acesso à justiça em todo o estado”, afirmou.

Com a nomeação, a Defensoria Pública do Estado do Maranhão inicia um novo ciclo de gestão, mantendo o foco na expansão do atendimento e na interiorização dos serviços, com o objetivo de ampliar o acesso à justiça e a efetivação de direitos para a população maranhense.

“Recebi a nova defensora pública-geral do Maranhão, Cristiane Marques, eleita para o biênio 2026/2028. Desejo que ela tenha uma gestão marcada pelo diálogo, pelo compromisso e pela continuidade dos avanços na garantia de direitos a quem mais precisa. Também agradeço ao defensor-geral Gabriel Furtado, que segue conduzindo a instituição até maio deste ano, quando encerra dois mandatos de total comprometimento com a população vulnerabilizada do nosso estado. Meu reconhecimento pelo trabalho sério e aguerrido à frente dessa instituição. Seguimos firmes, fortalecendo a Defensoria Pública e ampliando o acesso à Justiça”, revelou o governador do Maranhão, Carlos Brandão.

Ainda no comando da instituição, o defensor-geral Gabriel Furtado desejou sucesso a Cristiane Marques, agradecendo a parceria nos últimos anos e assegurando a continuidade administrativa e estabilidade institucional. “Cristiane participou ativamente das decisões estruturantes da gestão nos últimos quatro anos e conhece os desafios que ainda teremos pela frente. Tenho confiança de que a instituição seguirá avançando, com dedicação e respeito com a missão constitucional desta Casa”, destacou.

MAIS SOBRE CRISTIANE MARQUES

Cristiane Marques Mendes é natural de Teresina (PI), formada em Direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e mestre em Direito e Instituições do Sistema de Justiça pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA). É defensora pública no Maranhão desde 2012.

Titular do Núcleo da Mulher e atualmente 1ª subdefensora-geral do Estado, foi uma das proponentes da Política de Valorização da Maternidade da DPE/MA e idealizou o projeto “Te Alui, Mulher”, premiado pelo RenovaBR 2024.

Recentemente, foi reconhecida nacional e internacionalmente por sua atuação, com participação confirmada na Brazil Conference, nos auditórios de Harvard e do MIT, em março, além de integrar o Columbia Women’s Leadership Network e receber o Prêmio de Inovação J.Ex 2025, na categoria Liderança Exponencial.

Assessoria de Comunicação


VALORIZAÇÃO DE QUEM FAZ A DIFERENÇA NO SERVIÇO PÚBLICO

 


O reajuste de 7% para os servidores efetivos da educação e da administração municipal garante ganho real, indo além da inflação e do piso nacional. Baseado nas Leis Municipais n. 349/2010 (PCCS da Educação) e 357/2011 (PCCS da Administração e Saúde), é mais um compromisso cumprido com quem trabalha todos os dias para fazer Açailândia acontecer.

Prefeitura de Açailândia realiza blitz educativa para proteger crianças e adolescentes no Carnaval



A Prefeitura de Açailândia/MA, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social -SEMAS, através da equipe do AEPETI – e da REDE DE PROTEÇÃO realizou na manhã desta sexta-feira (13/02/2026), uma blitz Educativa/Informativa em alusão à campanha "Pule, Brinque e Cuide – Unidos pela Proteção de Crianças e Adolescentes".

O objetivo é conscientizar a comunidade sobre a importância da proteção de crianças e adolescentes contra a violência sexual e contra o trabalho infantil. Açailândia segue realizando um trabalho educativo pelas nossas crianças. Nesse ritmo de avanços o trabalho continua!

Durante a programação aconteceu a colagem de cartazes e entrega de Panfletos, nas lojas e no Mercado Municipal, estiveram presentes equipe do AEPETI, Proteção Básica, Bolsa Família, Cadastro Único, ACESUAS, BOC na Escola, SCFV.

O Grande evento contou ainda com a participação da juventude  da Vila Ildemar, representantes da Comissão Juvenil, Criança feliz, CRAS do centro, Plano da Serra, Pequiá, Vigilância Sócio Assistêncial, Escritório Social, CREAS, Benefícios Eventuais, Conselho Tutelar, COMUCAA, Serest, e membros da Empresa Honda Motoca.

Foi um momento de trabalho em conjunto, o que promete ótimos resultados nessa Campanha de Conscientização "PULE, BRINQUE E CUIDE, Todos Unidos pela Proteção das Crianças e dos Adolescentes. A equipe do AEPETI, agradece todos pela participação.


seta

seta

CONTATO DO BLOG:Folha de Cuxá

josinaldosmille@hotmail.com

colunaemfolhadecucha@gmail.com

Telefones:(99)98157-6879 //(99)-99175 - 2799

BLOGOSFERA