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terça-feira, 12 de abril de 2016

UEMA discute acessibilidade na educação à distância durante formação.







Nos dias 06, 07 e 08 de abril, a Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) realizou a formação para acessibilidade na educação a distância, ministrada por professores da Universidade Estadual de São Paulo (UNESP). O objetivo foi dá continuidade ao processo de acessibilidade nos cursos presenciais e implantá-la, também, no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) - educação à distância - para que se possa alcançar, também, os alunos com necessidades educativas especiais na inclusão.

A formação, que teve como tema Educação Inclusiva e Gestão de Equipes Visando a Acessibilidade, foi voltada para os colaboradores do Núcleo de Tecnologias para Educação – UEMA net, setor que trabalha a EaD e a produção de tecnologias educacionais dentro da UEMA. Participaram, também, os colaboradores do Núcleo de Acessibilidade da Universidade.

“A inclusão tem que partir de dentro da Universidade, porque ela precisa acolher o aluno independente das suas diferenças. E é por essa razão que a formação se faz necessária, para ajustar as condicionantes que tornam os cursos acessíveis”, disse a Coordenadora Geral do UEMA net, Profa. Ilka Serra.

Durante os três dias, os professores da UNESP, Danielle Santos, Uilian Vigentin, Erik Ferreira, Fabiana Rodrigues e Cícera Malheiro, falaram sobre a educação inclusiva; gestão de cursos acessíveis; implementação de materiais didáticos no AVA, seguindo o padrão de acessibilidade; planejamento do Design Educacional dentro desse contexto, etc. “A inclusão é o processo de valorizar as diferenças das pessoas, reconhecendo suas habilidades, reestruturando a sua organização. Inclusão é valorizar as diferenças”, explicou a professora Danielle Santos.

Além disso, a equipe ofertou uma formação dos tutores. Na ocasião, buscou-se problematizar de que formas os sujeitos constroem o conhecimento, a partir de seu repertório individual, influenciado pela comunicação e pela colaboração no AVA para a construção do conhecimento. E, também, de que maneira o tutor online pode atuar na mediação nesses processos de aprendizagem, atuando, sobretudo, na resolução de problemas e na acessibilidade pedagógica.

O professor Uilian Vigentim destacou que não tem sentido disponibilizar um conteúdo acessível e de qualidade se o usuário não consegue chegar até ele. "A ideia da formação é melhorar esse cenário, estudando os recursos e construindo uma plataforma pensada para pessoas cegas como eu, ou com outros tipos de deficiências, para que o deficiente possa chegar com mais autonomia e independência ao conteúdo final", ressaltou ele.

A coordenadora Ilka Serra, ainda, relatou, que esse é um grande passo para a Universidade no sentido de cumprir seu papel social. "Esta iniciativa reforça o compromisso da UEMA em prol de uma sociedade mais inclusiva e justa", finalizou ela.

A Universidade abraça mais essa missão, entendendo que é necessário aspectos efetivos de acesso ao conhecimento para que haja autonomia e independência nas diferentes atividades propostas na EaD, e assim permitir que a cultura inclusiva adentre este espaço.

Paula Lima - Jornalista - SRTE 920/MA
Coordenadora de Jornalismo e Editora do Jornal Cazumbá
Assessora de Comunicação do Núcleo de Tecnologias para Educação da UEMA - UEMANet
Assessora de Comunicação da Secretaria de Turismo de São Luís - Setur
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