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“LEVANTAI OS OLHOS E OBSERVAI AS ALTURAS: QUEM CRIOU TUDO ISSO? FOI AQUELE QUE COLOCA EM MARCHA CADA ESTRELA DO SEU INCONTÁVEL EXÉRCITO CELESTIAL, E A TODAS CHAMA PELO NOME” (ISAÍAS 40:26)

O SIGNIFICADO DA VIDA

quinta-feira, 9 de março de 2017

Hábitos de consumo dos brasileiros mudam com a crise.

Se em 2015 a crise deixou o brasileiro temeroso, em 2016 ela assustou de vez e parece ter trazido novos – e talvez definitivos – hábitos para a população. Um deles é o ato de pesquisar as melhores ofertas antes da compra, como revela a 6ª edição do estudo global Total Retail, organizado pela PwC. Segundo a pesquisa, no recorte nacional, 63% dos entrevistados disseram procurar pelos melhores preços em diferentes varejistas a fim de economizar e 43% pretendem preservar esse novo hábito em um possível cenário de melhora na economia. Além disso, aumenta a intenção da compra à vista: 38% dos entrevistados pretendem aderir ao método de pagamento para fugir de dívidas.

Outro dado apontado pelo estudo chama atenção para as visitas mais frequentes às lojas físicas em busca de ofertas, algo comum para 46% dos entrevistados. Por outro lado, houve aumento do uso de smartphones na hora da compra: em 2012, 15% das pessoas usavam o meio para compras e hoje esse número é de 31%.

“A frequência de visita do consumidor (às lojas) foi maior não para comprar, mas sim para buscar ofertas”, explica Ricardo Neves, sócio da PwC e especialista em Varejo e Consumo.

A afirmação ajuda a entender ainda outro dado da pesquisa: apesar do aumento de frequência na loja, diminuiu pela metade a frequência diária de compra. Isso explica, em parte, a maior popularidade das redes de atacarejo.

“O consumidor se acostumou a comprar na promoção ou em pacotes, o fenômeno do atacarejo. E isso vai se manter quando a crise passar”, comenta Neves.

No varejo físico, a experiência do consumidor é o principal diferencial para a tomada de decisão. Atributos como vendedores com conhecimento profundo dos produtos e ambiente acolhedor são importantes para mais de 70% dos entrevistados. No entanto, menos de 60% dos ouvidos estão satisfeitos com as lojas que procuram.

“Mesmo com a melhora da economia, os dados de retenção vão continuar e, com isso, as marcas vão precisar continuar investindo na experiência para conquistar o consumidor”, analisa Neves.

Social

A internet continua a cumprir papel importante para o consumidor brasileiro, segundo o estudo. Ao mesmo tempo em que cresce o valor da busca por ofertas, aumenta o uso de sites de comparação de preços e é nesse campo que nasce a motivação para compras. Para 52% dos entrevistados, os sites de comparação de preços configuram o principal motivador, enquanto que para 40%, a principal motivação vem das redes sociais. Apenas 11% disseram ser motivados pela imprensa ou revistas digitais.

A Total Retail 2017 foi realizada pela PwC pelo sexto ano consecutivo. Nesta edição, foram ouvidos cerca de 24 mil consumidores em 29 países, sendo aproximadamente 1 mil entrevistados brasileiros.


Fonte: Propmark

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