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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Heineken compra Brasil Kirin e se torna a segunda maior cervejaria do Brasil.


“Esta transação é transformadora nesse importante mercado de cerveja, contribuindo para o histórico de sucesso que registramos no segmento premium”, diz Jean-François Van Boxmeer, CEO da Heineken.
A holandesa Heineken confirmou ontem a compra da Brasil Kirin por € 664 milhões, cerca de R$ 2,2 bilhões. Com o negócio, a Heineken se transforma na segunda maior cervejaria do Brasil atrás apenas da Ambev. As marcas adquiridas do portfólio da japonesa Kirin no Brasil incluem Schin, Devassa, Baden Baden e Eisenbahn.
“De acordo com a Euromonitor, o Brasil é o terceiro maior mercado de cervejas do mundo, atrás apenas da China e Estados Unidos, com venda total, em 2015, de 13,5 bilhões de litros”
Em comunicado, a Heineken informou que com o negócio seu objetivo é ampliar a presença em todo o País e fortalecer seu portfólio de marcas. “A Heineken se tornará a segunda maior empresa de cerveja do Brasil com uma plataforma comercial mais forte para capturar o futuro crescimento lucrativo em um excitante mercado de cerveja”, diz a nota.
“Esta transação é transformadora nesse importante mercado de cerveja, contribuindo para o histórico de sucesso que registramos no segmento premium e fortalecendo nossa plataforma para crescimento futuro. Reitera nosso compromisso com o mercado brasileiro e a confiança em nossa capacidade de gerar resultados positivos no longo prazo em todos os segmentos do mercado”, disse, também em comunicado, Jean-François Van Boxmeer, chairman e CEO da Heineken.
De acordo com os últimos resultados financeiros da Brasil Kirin, fechados em 31 de dezembro de 2016, a empresa encerrou o ano passado com uma receita de R$ 3,71 bilhões, ante R$ 3,69 bilhões no ano anterior. O prejuízo da companhia foi de R$ 262 milhões em 2016, contra R$ 322 milhões em 2015. A conclusão da aquisição está sujeita às aprovações regulatórias e é prevista para o primeiro semestre de 2017.
Segundo Anna Ward, analista especialista em bebidas alcoólicas da Euromonitor International, o Brasil é um mercado de expansão chave para a Heineken.  “A Heineken foi a marca de lager premium de mais rápido crescimento no mercado em 2015″. De acordo com a analista, outras marcas premium como Xingu também tiveram bom desempenho. “O foco da Heineken no Brasil é o valor, e não o volume, e o crescente foco premium de sua oferta está sendo bem sucedido até agora”, conclui.
O que muda no mercado?
A Heineken já havia confirmado as negociações com a Brasil Kirin em janeiro deste ano. Na ocasião, as estimativas eram que o negócio seria de US$ 870 milhões. De acordo com a Euromonitor, o Brasil é o terceiro maior mercado de cervejas do mundo, atrás apenas da China e Estados Unidos, com venda total, em 2015, de 13,5 bilhões de litros.
De acordos com a leitura da Nielsen de janeiro, a Heineken aparece na terceira posição com 9,1% de participação de mercado, logo a frente da Brasil Kirin, com 8,4%. A vice-liderança é do Grupo Petrópolis, com 14,1%. A liderança do mercado é da Ambev, com participação acima de 60%.
De acordo com Adalberto Viviani, fundador da consultoria Concept, o negócio representa a concentração e o acirramento da disputa por mais espaço no mercado. “Haverá necessidade de as empresas terem mais ações comerciais efetivas e ações de trade. É preciso garantir espaço no PDV. Como sempre acontece numa movimentação de mercado, o tabuleiro sofrerá um rearranjo”. Ainda de acordo com Viviani, surgirão novas oportunidades para todas as marcas. “Será um novo desafio de gestão para a Heineken, que terá que administrar mais unidades fabris e definir uma estratégia de distribuição que dialogue com a estrutura atual da Coca-Cola e com distribuidores que a Brasil Kirin mantém”, conclui.
Em entrevista ao Especial CEOs, publicado por Meio & Mensagem, em outubro do ano passado, Didier Debrosse, presidente da Heineken Brasil, já havia afirmado que, na atual configuração do mercado, não seria suficiente somente o crescimento orgânico das três maiores cervejarias brasileiras. “É preciso ganhar participação, especialmente em termos de qualidade, por meio da inovação. Outra alternativa possível seria puxar o gatilho de uma guerra de preços, mas nunca vi em parte nenhuma do mundo uma guerra de preços contribuir para a construção ou crescimento de mercado. Então, é fazer o que temos feito: acreditar na inovação, na construção de marcas”, disse Debrosse.
Em novembro de 2011, a Kirin pagou R$ 2,3 bilhões por 49,55% das ações da Schincariol. Três meses antes, em agosto, ela já havia pago R$ 3,95 bilhões pelos outros 50,45% dos acionistas majoritários.

Fonte: Meio e Mensagem

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