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sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Putin espera chegada de Trump para iniciar degelo entre EUA e Rússia.


A Rússia espera como as águas de março a chegada de Donald Trump à Casa Branca, depois que o presidente em fim de mandato, Barack Obama, aprovou pouco antes de deixar o cargo uma nova série de sanções contra o Kremlin.
"A primeira coisa que (o presidente russo, Vladimir) Putin e Trump têm que fazer é se reunir o mais rápido possível para iniciar o processo de degelo", disse à Agência Efe Anatoli Adamishin, que foi vice-ministro das Relações Exteriores soviético entre 1986 e 1990.
A vitória de Trump foi um alívio para o Kremlin, que esperava o pior em caso de vitória da ex-secretária de Estado, Hillary Clinton, a quem Putin acusou de instigar os protestos antigovernamentais de 2011.
Trump não renegou o líder russo nem mesmo nas últimas semanas, quando as agências de inteligência lhe apresentaram supostas provas sobre a intervenção russa nos ciberataques ocorridos durante a campanha eleitoral americana.
Isto dá esperanças ao Kremlin, que declarou "guerra fria" ao governo Obama há vários meses, depois que este suspendeu a cooperação bilateral na Síria após o fracasso da enésima iniciativa de cessar-fogo.
Com a passagem dos anos, ficou claro que Putin e Obama nunca chegariam a se entender, nem a simpatizar, ao contrário do que tinha ocorrido com o ex-chefe do Kremlin, Dmitri Medvedev (2008-2012), com o qual os EUA lançaram o "reinício" das relações.
No entanto, a nova rodada de sanções e expulsões de diplomatas decididas pelos EUA pelos ciberataques, medidas que Moscou não hesitou em qualificar de "agonizantes", não será um empecilho para Trump.
Esse é a mensagem que Putin lançou ao se negar a responder com medidas simétricas, e inclusive ao convidar os filhos dos diplomatas americanos para ir ao Kremlin no Natal, à espera de que o novo presidente assuma o cargo e descubra suas cartas.
"Pelo menos, Trump disse que está aberto ao diálogo. Isso não significa que queira que nos ponhamos de acordo em tudo. Será difícil, e não é o que esperamos. Mas dialogar é o que nos ajudará a encontrar uma saída a situações difíceis", declarou o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov.
"Esperamos que os presidentes se deem bem", acrescentou Peskov depois que Trump comentou em entrevista coletiva que quer se tornar amigo de seu homólogo russo.
Não se esperam milagres, mas uma comunicação fluente, razão pela qual ambas partes já estão combinando a primeira conversa telefônica após a posse, que deve abrir passagem a sua primeira reunião.
Nenhuma das partes quer falar de reinício, mas de uma folha de papel em branco, já que Trump quer voltar atrás em muitas das políticas de Obama, o que também poderia ser uma faca de dois gumes nas relações entre Moscou e Washington.
"Trump é um pragmático. Se Hillary tivesse ganhando, poderíamos ter tido enfrentamentos militares", ressaltou Adamishin.
A Síria não deve ser um problema para a nova administração da Casa Branca, já que o acordo de cessar-fogo entre o regime de Bashar al Assad e a oposição armada é um fato e Aleppo já foi retomada pelas forças governamentais.
A Ucrânia, o ponto da discórdia durante muito tempo, segundo Adamishin, não é para Trump um "troféu geopolítico", como teria sido para Hillary.
"Trump não renunciará à hegemonia mundial, mas quer que a liderança lhe saia mais barato. O custo econômico conta. Para ele o realmente importante será a política interna. Será mais isolacionista", explicou.
Onde pode haver problemas é na China, já que Trump disse que quer revisar as relações com o gigante asiático, que é o principal parceiro comercial da Rússia.
"Trump tem três inimigos: China, Irã e Cuba. Se a Rússia disser que é amiga desses países, então se transforma automaticamente em inimigo dos EUA", ressaltou Adamishin.
A Rússia, por exemplo, defende a suspensão do embargo a Cuba, enquanto Trump não parece disposto a seguir adiante com a normalização das relações empreendida por Obama se não houver avanços claros em matéria de direitos humanos.
Fonte: EFE

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