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O SIGNIFICADO DA VIDA

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Dr. Michio Kaku diz que Nibiru poderá afetar a Terra a qualquer momento.


NASA confirmou que civilizações antigas nos advertiram há milhares de anos atrás referindo se ao planeta Nibiru, um planeta de massa pesada (HMO).
Segundo o Dr. Michio Kaku, o que as sociedades antigas escreveram sobre o ano de 2012 foi deturpado. Seus cálculos indicaram que a HMO entraria em nosso sistema solar em torno do ano de 2017.
As mudanças no Planeta Terra tem aumentado dramaticamente desde 2012, todas as atividades sísmicas e vulcânicas aumentaram. Os vulcões estão tendo em media 40 erupções por dia.
Especulações e teorias sobre a existência de planetas desconhecidos em nosso sistema solar são recorrente. Toda vez que descobrem um planeta novo, os cientistas detectam anomalias nos movimentos de planetas já conhecidos.
Por exemplo, antes de ser determinado a existência de Netuno em 1781, os astrônomos teorizaram que Urano tinha um movimento irregular e que tal irregularidade poderia ser causada pela presença de um planeta desconhecido.
Plutão descoberto em 1930 foi rebaixado para planeta anão em 2006. Mais tarde, descobriu se o planeta Charon com o qual explicou as oscilações observadas na órbita de Urano e Netuno. Portanto, erros nos cálculos e as posições exatas dos planetas conhecidos têm sido uma constante.
Tempos atrás em 1940 o astrônomo chileno Carlos Muñoz Ferrada previu com precisão que o Planeta X seria difícil de ser detectado quando se aproximasse da Terra. Ferrada refere-se a Nibiru ou Planet X como um “Planeta Cometa”, já que possui o tamanho de um planeta, mas a velocidade e órbita elíptica de um cometa.
Nibiru é o mais polêmico planeta “desconhecido” dentro de nosso sistema solar e se tornou famoso em 1976 através do autor e pesquisador Zecharia Sitchin em seu livro “O 12º Planeta”. Como um dos poucos estudiosos capazes de ler e interpretar as tabuletas de argila sumérias , Sitchin tentou usar esses textos antigos para elaborar uma explicação plausível para a existência do Planeta X (também conhecido como o planeta Nibiru, o destruidor nas antigas escrituras).
A Estrela que o planeta X orbita é classificada como uma estrela anã marrom chamada Nemesis e pode ser considerada uma mini constelação, gêmea do nosso Sol. Nemesis apresenta pelo menos três planetas girando ao seu redor, Nibiru, Helion e Arboda. A órbita elíptica de Nibiru entra no nosso sistema solar aproximadamente a cada 3600 anos atravessando as órbitas dos planetas do sistema solar.
Em 1990, o pesquisador Zecharia Sitchin entrevistou Robert S. Harrington, astrônomo do Observatório Naval dos Estados Unidos, para discutir a recente descoberta do Planeta X.
Harrington revelou que eles estabeleceram um observatório especial na Nova Zelândia para acompanhar o Planeta X. Harrington morreu misteriosamente de câncer em circunstâncias suspeitas. Sua esposa está convencida de que ele foi morto por supostamente vazar informações demais do Planeta X.
Poucos meses antes de sua morte em Janeiro de 1993, Harrington fez um comunicado à imprensa afirmando publicamente que Nibiru ou Planet X era real e que os desvios inexplicáveis nas órbitas de Urano e Netuno eram decorrentes do planeta X que possui uma massa de 4 a 8 vezes a massa da Terra e que este estava em uma órbita altamente inclinada e a mais de 7 bilhões de milhas do Sol.
Os efeitos de um grande corpo celeste como Nibiru retornando ao nosso sistema solar, trás consigo uma enorme quantidade de detritos como cinturão de asteroides, cometas e meteoros que pode cair violentamente na Terra.
Acredita-se que o impacto deste tipo de objeto gigante na Terra poderia causar outra extinção em massa e alterar radicalmente as zonas climáticas do planeta, elevando o nível do mar e reduzindo a massa de terra firme.
Especula se ainda que a influência gravitacional de Nibiru em nosso planeta causará enormes rachaduras nas placas tectônicas, resultando em terremotos, vulcões, tsunamis, maremotos, furacões, ventanias, inundações e tornados.
A Terra é constantemente bombardeada e mais de 100 toneladas de matéria acumulam se em um dia. A maior parte é em forma de pó ou em pequenos grãos de areia. Um asteroide do tamanho de um ônibus escolar (300 metros) pode cair a cada mil anos mais ou menos. Asteroides de tamanho médio podem cair na Terra uma vez a cada 50.000 anos e eventos a nível de extinção em massa, apenas um vez a cada bilhão de anos.
Para levar a uma catástrofe global, um asteroide precisa ter apenas tamanho suficiente para lançar grandes quantidades de poeira para a atmosfera. Isso causaria uma mudança brusca no clima e extinção em massa.
Os cientistas estão mantendo um olhar atento sobre meteoros. Apenas uma pequena mudança na sua trajetória poderia ter consequências catastróficas para a raça humana. O impacto seria igual à explosão de três mil milhões de bombas atômicas semelhantes a que dizimou os dinossauros há 65 milhões de anos atrás.
Agências espaciais e órgão de estado de vários países têm programas para minimização das consequências gerada pelo retorno do planeta X, o destruidor. Quase tudo feito em segredo, pois não se deseja criar pânico. Em 2011 a NASA lançou um vídeo onde orienta como se preparar em caso de grande catástrofe.
Talvez manter a população desinformada sobre o Nibiru mantenha a normalidade por mais tempo, mas quando as catastróficas consequências tiverem inicio os inocentes e desinformados lutarão por suas vidas em meio ao caos enquanto a elite previamente selecionada ocupará os abrigos custeados com o trabalho das vítimas. Mais uma vez fica evidente a importância da informação para superar as armadilhas do acobertamento. Nibiru, planeta X, destruidor ou 12º planeta ele pode ter muitos nomes mas o que ele representou para os Sumérios e o que vai representar para você apenas o tempo irá mostrar.
Fonte: Orbes Argentina

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