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terça-feira, 10 de maio de 2016

Preso após elogio em voto por impeachment, prefeito é afastado.


Preso há mais de 20 dias, o prefeito de Montes Claros (MG), Ruy Muniz (PSB), foi afastado do cargo nesta terça-feira (10) pela Câmara Municipal.

A decisão vale por 60 dias e foi tomada após o próprio Muniz pedir licença. A prisão foi cumprida pela Polícia Federal em 18 de abril, um dia depois de sua mulher, a deputada Raquel Muniz (PSB), afirmar que o marido "mostra que o Brasil tem jeito" ao votar pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Dos 23 vereadores da cidade, 14 se manifestaram favoráveis ao afastamento do prefeito e oito, contra. O presidente da Casa não votou. Em até dez dias, o vice-prefeito João Vicente de Medeiros (PMDB) deve assumir o posto interinamente. Embora o prefeito afastado esteja no presídio regional de Montes Claros, ele chegou a despachar após a prisão, com nomeações e exonerações publicadas no "Diário Oficial".

De acordo com as investigações da Polícia Federal, Muniz é suspeito de inviabilizar a existência e o funcionamento de hospitais públicos e filantrópicos que atendem pelo SUS ao deixar de prestar serviços pela rede municipal. O objetivo, segundo a apuração, seria favorecer um hospital privado que pertenceria aos seus familiares e ao grupo econômico deles.

 A operação foi nomeada "Máscara da Sanidade II - Sabotadores da Saúde" e também prendeu a então secretária de Saúde, Ana Paula Nascimento. Ambos foram denunciados pelo Ministério Público Federal por suspeita de falsidade ideológica, dispensa indevida de licitação, estelionato, prevaricação e peculato.

No dia da votação do impeachment, a deputada federal Raquel Muniz disse em seu voto a favor da abertura de processo que tomava aquela decisão "para dizer que o Brasil tem jeito" e que "o prefeito de Montes Claros mostra isso para todos nós com sua gestão". "É pelo norte de Minas, é por Montes Claros, é por Minas Gerais, é pelo Brasil", afirmou.

Dois dias depois, ela afirmou nas redes sociais que "não há razão jurídica para a prisão preventiva" por não haver risco à ordem pública, perigo de fuga ou qualquer indício de obstrução da Justiça". "Há, sim, razões de outras ordens, não republicanas, que justificam essa investigação", afirmou. "O meu marido, ao contrário do que está sendo amplamente noticiado, não teve a prisão decretada por motivos de corrupção e quem teve o senso ético de buscar a verdadeira motivação na decisão judicial pode verificar isto", acrescentou.


Já a Polícia Federal diz que a operação foi iniciada após a votação do impeachment porque houve um lapso do Tribunal Regional Federal, que publicou o mandado de prisão em seu site e o documento foi reproduzido pela imprensa local. "Não foi planejado, nada preparado", disse Marcelo Freitas, chefe da Polícia Federal no norte mineiro.

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